Quem Cala, Consente? Uma Leitura de “Calúnia” e de The Handmaid’s Tale sob a Perspectiva do Silêncio

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Gláuks - Revista de Letras e Artes

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Este artigo visa perscrutar o silêncio nas obras The Handmaid’s Tale (1985), de Margaret Atwood e “Calúnia” (1981), de Lillian Hellman, como elemento promotor de significação, principalmente no que se refere aos papéis sociais representados pelas personagens. Através das vozes sociais do discurso, observa-se a implantação da política do silêncio por duas vias: o silêncio local e o silêncio constitutivo. Os textos aqui analisados mostram a intersecção dessas duas formas do silêncio ao mesmo tempo em que apresentam diferentes métodos de aplicação dessa política.

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