Violência e intolerância em Albert Camus e Denis Diderot

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Data

2013-04-20

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Revista Criação & Crítica Qualis

Resumo

No presente artigo, abordamos alguns temas dos ensaios filosóficos O Mito de Sísifo e O Homem revoltado, e dos romances O Estrangeiro e A Peste, de Albert Camus (1913-1960); bem como tratamos, de maneira bastante geral, o romance Jacques, o fatalista e seu amo, de Denis Diderot (1713-1784). Buscamos explicitar o engajamento dos autores e o aspecto crítico de suas obras. Identificamos uma relação entre as noções camusianas de absurdo e revolta e a defesa da dignidade humana, em oposição ao dogmatismo e ao totalitarismo. Destacamos em Diderot a liberdade de pensamento e o senso crítico, como antídotos ao fanatismo, à intolerância e à violência.
In this paper we address some issues of phil- osophical essays, The Myth of Sisyphus and The Outsid- er, and of novels, The Stranger and The Plague, by Albert Camus (1913-1960). We treat also in a fairly general way the novel Jacques the fatalist by Denis Diderot (1713- 1784). We seek to clarify the political engagement of these authors and the critical aspect of their works. We identify a relationship between Camus’ notions of absurdity and revolt and the defense of human dignity, as opposed to dogmatism and totalitarianism. We highlight in Diderot’s work freedom of thought and critical thinking as an anti- dote to fanaticism, intolerance and violence.

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Palavras-chave

Literatura, Sociedade, Engajamento, Fanatismo, Pena capital

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