Diálogos em humanidades

dc.contributor.authorAndrade, Roberta Ferreira Coelho de
dc.contributor.authorAraújo, Wagner dos Reis Marques
dc.contributor.authorAndrade, Aldair Oliveira de
dc.contributor.authorSiqueira, Antonio Marcos de Oliveira
dc.date.accessioned2025-03-27T19:18:25Z
dc.date.issued2019-09
dc.description.abstractNeste terceiro número do volume 2 (2019) da Revista Relações Sociais fazemos uma reflexão sobre dois temas fundamentais, o Nordeste e o Mundo do Trabalho. Parece lugar comum, no entanto, são debates ricos que nos remetem a uma reflexão necessária sobre a vida, a sobrevivência, a desigualdade social, a miséria e a exploração. O Corpo Editorial e seus colaboradores acreditam que nunca é suficiente retomar a reflexão sobre o mundo da vida e o mundo do trabalho, sobre aqueles a quem a dignidade lhe foi tirada e para aqueles que vivem do trabalho (ANTUNES, 2002). Não temos outro instrumento que nos permita contribuir com as transformações de uma sociedade tão desigual, injusta, a não ser abrindo espaço, dando vez e voz aos autores que se dispõem a refletir sobre este país e seu povo, tão lindo e tão cinza ao mesmo tempo, um país amordaçado em sua potência de ser justo e igualitário, mas, apesar de todos os pesares, tem em suas veias a tenacidade do homem nordestino que, para Cunha (1985), é antes de tudo um forte. Neste volume trazemos temas interessantes, que nos conectam a pensadores, cantadores, poetas, como José de Alencar, José Lins do Rego, Ariano Suassuna, Belchior, Geraldo Azevedo, Zé Geraldo, Luiz Gonzaga, Patativa do Assaré, Cora Coralina e tantos outros que, com seus escritos, poesias e músicas, registram a beleza, a singularidade, a riqueza, a pobreza e o sofrimento do nordestino, do homem que rega com suas lágrimas a terra para que dela possa brotar o seu pão de cada dia. Este volume, como o “fio de Ariadne” traz um liame com o mundo do trabalho que esperamos contribuir para transformações em uma sociedade tão desigual, injusta e opressora; um caminho a ser seguido, um enigma a ser solucionado, uma “quimera” a ser derrotada, sejamos como Teseu, o herói grego que venceu o labirinto do Minotauro, seguindo o “fio de Ariadne”, sua amada.pt-BR
dc.identifier.citationANDRADE, Roberta Ferreira Coelho de et al. Diálogos em humanidades. Revista Relações Sociais, Viçosa, v. 2, n. 3, p. [01-03], set. 2019. DOI: https://doi.org/10.18540/revesvl2iss3pp000i-0iii.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18540/revesvl2iss3pp000i-0iii
dc.identifier.issn2595-4490
dc.identifier.urihttps://locus.ufv.br/handle/123456789/33777
dc.language.isopor
dc.publisherREVES - Revista Relações Sociais
dc.relation.ispartofseriesv.2 ; n.3
dc.rightsCreative Commons Attribution License
dc.subjectNordestept-BR
dc.subjectPoderpt-BR
dc.subjectTrabalhopt-BR
dc.subjectNortheast Brazilen
dc.subjectPoweren
dc.subjectWorken
dc.titleDiálogos em humanidadespt-BR
dc.typeArtigo

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