Identificação de novas unidades de conservação no estado do Espirito Santo utilizando o Sistema de Análise Geo-Ambiental/SAGA
| dc.contributor | Silva, Jorge Xavier da | |
| dc.contributor | Ribeiro, José Carlos | |
| dc.contributor.advisor | Griffith, James Jackson | |
| dc.contributor.author | Mota, Edson Valpassos Reuter | |
| dc.contributor.authorLattes | http://lattes.cnpq.br/4074601573807626 | |
| dc.date.accessioned | 2026-09-15T14:22:32Z | |
| dc.date.issued | 1990-12-17 | |
| dc.degree.date | 1990-12-17 | |
| dc.degree.department | Departamento de Engenharia Florestal | pt-BR |
| dc.degree.grantor | Universidade Federal de Viçosa | |
| dc.degree.level | Mestrado | |
| dc.degree.local | Viçosa - MG | |
| dc.degree.program | Mestre em Ciência Florestal | |
| dc.description.abstract | O estado do Espirito Santo, que ocupa uma área de 45.597 km², possui um relevo dividido em três regiões básicas: uma costeira, outra de tabuleiros ao norte, e uma última montanhosa a sudoeste. Sua cobertura florestal está hoje reduzida a 12,5% de florestas naturais (ESPÍRITO SANTO, 1990). Desse total, cerca de somente 2,44% e representado por unidades de conservação, que foram criadas na sua maior parte pelo incentivo e orientação do Prof. Augusto Ruschi, naturalista e um dos pioneiros da conservação da natureza no Brasil. A preocupação em selecionar amostras representativas dos diferentes ecossistemas florestais foi defendida por Ruschi, sendo criada, já em 1943, a Reserva Biológica do Rio Barra Seca (RUSCHI 1949b), dando início a um processo de proposição de criação de várias unidades de conservação, apesar de algumas delas nunca terem sido implantadas e outras ficarem tão reduzidas que já não correspondiam mais aos objetivos para os quais foram criadas. Dentro desse contexto, procurando resgatar essa iniciativa, buscou-se a identificação de novas unidades de conservação, empregando-se uma metodologia composta de um programa denominado SAGA, Sistema de Analise Geo-Ambiental, que permite a comparação de registros cartográficos de diferentes épocas (SILVA e SOUZA, 1988). O primeiro desses registros foi desenvolvido sobre um modelo teórico de reconstituição da vegetação primitiva do estado do Espirito Santo, na escala de 1:1.000 000, subdividido em seis regiões fitoecológicas. O segundo é o mapa da vegetação atual, obtido de mapas de uso solo/cobertura vegetal, na escala 1:100.000, elaborado a partir de imagens de satélite Landsat TM (anos de 1987, 1988 e 1989), fornecidas pela Secretaria de Estado para Assuntos de Meio Ambiente do Estado do Espírito Santo. Ao segundo mapa foram sobrepostas informações sobre a localização das unidades de conservação obtidas do Mapa Planialtimétrico, elaborado pela EMPRESA CAPIXABA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA - EMCAPA (1986).Mediante opção de monitoria ambiental do SAGA, foram quantificados e localizados os remanescentes florestais para cada região fitoecológica, identificando-se, ainda, o uso que foi dado à cobertura florestal para cada caso, após quase cinco séculos de colonização. A partir da comparação final entre as diferentes regiões fitoecológicas, foi possível verificar o percentual de área preservada sob forma de unidades de conservação, para cada região. Com base nessa comparação, foram localizados os remanescentes florestais potencialmente aptos a serem transformados em novas áreas protegidas no estado do Espírito Santo. Como resultado do uso dessa metodologia, é proposta, inicialmente, a criação de oito novas unidades de conservação num total de 350.000 ha, aproximadamente, elevando a área preservada no Estado de 2,44% para 3,544%, totalizando 161.317 ha, além de preservar amostras de outros ecossistemas ainda não protegidos sob a forma de unidades de conservação. | pt-BR |
| dc.description.sponsorship | Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) | |
| dc.description.sponsorship | Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (BANDES) | |
| dc.identifier.citation | MOTA, Edson Valpassos Reuter. Identificação de novas unidades de conservação no estado do Espirito Santo utilizando o Sistema de Análise Geo-Ambiental/SAGA. 1990. 140 f. Dissertação (Mestrado em Ciência Florestal) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 1990. | |
| dc.identifier.uri | https://locus.ufv.br/handle/123456789/35870 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Viçosa | |
| dc.publisher.program | Ciência Florestal | pt-BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Unidades de conservação-Identificação-Espírito Santo | pt-BR |
| dc.subject | Recursos naturais-Conservação-Espírito Santo | pt-BR |
| dc.subject | Sistema de Análise Geo-Ambiental/SAGA | pt-BR |
| dc.subject | Sistema de Informações Geográficas | pt-BR |
| dc.subject | Reservas florestais-Espírito Santo | pt-BR |
| dc.subject.cnpq | CIENCIAS EXATAS E DA TERRA | |
| dc.title | Identificação de novas unidades de conservação no estado do Espirito Santo utilizando o Sistema de Análise Geo-Ambiental/SAGA | pt-BR |
| dc.type | Dissertação |
