Sintomatologia da murcha de Ceratocystis fimbriata em eucalipto

dc.contributor.authorFerreira, Francisco Alves
dc.contributor.authorMaffia, Luiz Antônio
dc.contributor.authorBarreto, Robert Weingart
dc.contributor.authorDemuner, Nerino Luiz
dc.contributor.authorPigatto, Silvana
dc.date.accessioned2018-01-02T09:53:28Z
dc.date.available2018-01-02T09:53:28Z
dc.date.issued2005-11-10
dc.description.abstractDescreveram-se o histórico da murcha de Ceratocystis fimbriata em eucalipto no Brasil e em outros países e a sintomatologia da doença, em plantações clonais com 4 meses a 5 anos de idade, em brotações de tocos, em estacas em enraizamento e em mudas clonais em viveiro, de quatro estados brasileiros. O patógeno evoluía-se da extremidade da raiz, atingindo o colo e tronco acima via parênquima medular, de onde, em diversas alturas, surgiam estrias escuras, que progrediam, via parênquima radial, matando uma porção de câmbio vascular, de floema e de feloderme. Dessa progressão sistêmica do patógeno, ascendente e radialmente, resultava uma lesão longitudinal externamente no tronco, contínua ou descontínua, marrom-avermelhada, coriácea, que passava a sulcada e, posteriormente, a cancro longitudinal, com seus calos longilíneos nas duas laterais. Por esse contexto sintomatológico, pode-se considerar essa enfermidade como um modelo de doença sistêmica em essência florestal, pelo menos na subárea da patologia florestal brasileira. Em brotações novas, em estacas em enraizamento e em mudas clonais as lesões eram longitudinais, contínuas ou descontínuas, negras a arroxeadas. A inativação de xilema em raízes, colo e em diferentes alturas do tronco, ou galho, dava-se pelo adensamento das estrias radiais escuras no lenho.pt-BR
dc.description.abstractThe symptomatology of Ceratocystis fimbriata wilt in eucalyptus was described based on observations of 4-month to 5-year-old clonal plantations, in stump sprouts, rooting cuttings, and rooted seedlings in nurseries. The disease was characterized as a model of systemic disease in woody plants, which starts in roots and progresses upward to the collar and trunk through the medullar parenchyma, where dark stripes irradiate and lead a portion of the vascular cambium, phloem and phelloderm to death. As the pathogen spread upward and radially, a longitudinal reddish-brown, continuous or non-continuous corky lesion appeared outside the trunk. Later, it turned into a furrowed, brownish, and finally longitudinal canker with callus on both sides. In infected young sprouts, cuttings, and seedlings, the lesions were longitudinal and bluish-black or purple. The xylem was inactivated by compression of the radial stripes in some woody segments.en
dc.formatpdfpt-BR
dc.identifier.issn18069088
dc.identifier.urihttp://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622006000200001
dc.identifier.urihttp://www.locus.ufv.br/handle/123456789/16028
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherRevista Árvorept-BR
dc.relation.ispartofseriesv. 30, n. 2, p. 155-162, Março-Abril 2006pt-BR
dc.rightsOpen Accesspt-BR
dc.subjectEucaliptopt-BR
dc.subjectCeratocystis fimbriatapt-BR
dc.subjectDoençapt-BR
dc.subjectSintomaspt-BR
dc.titleSintomatologia da murcha de Ceratocystis fimbriata em eucaliptopt-BR
dc.typeArtigopt-BR

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