Ciência, justiça e antropologia no debate sul-africano da AIDS: produção de sensibilidades e regulação moral entre especialistas

dc.contributor.authorSanabria, Guillermo Vega
dc.date.accessioned2022-08-08T18:41:11Z
dc.date.available2022-08-08T18:41:11Z
dc.date.issued2017-05
dc.description.abstractO texto relata minha experiência enquanto pesquisava o :debate da AIDSd ocorrido na África do Sul na década de 2000. A partir de pesquisa em arquivos, entrevistas e observação participante em ambientes acadêmicos e entre especialistas da AIDS, exploro as críticas de alguns dos meus interlocutores contra o suposto relativismo e a alegada postura dos antropólogos em face da controvérsia. Em meio a constantes apelos para combater o negacionismoc da AIDS, desconfiança e mesmo aberto rechaço ao pensamento antropológico, analiso minha inserção em redes de pesquisadores e ativistas na Cidade do Cabo, à luz do enfrentamento entre “ortodoxos” ou defensores da ciência da AIDSc e negacionistasn ou dissidentesd. A dificuldade habitual da pesquisa etnográfica é atualizada neste caso, mas ele também coloca um novo desafio: como pode o conhecimento antropológico contribuir para uma melhor compreensão de disputas, sobretudo quando, do ponto de vista .nativon, tais disputas parecem insuperáveis ou inexistem?pt-BR
dc.description.abstractThis paper describes my doctoral fieldwork while researching the “AIDS debate” in South Africa. From archives, interviews, and participant observation in academic contexts and expert communities, I explore criticisms raised by some interlocutors against the alleged anthropological relativism and what they regard as the unsuitable position of anthropologists into the controversy. Amid pressure to ‘combat AIDS denialism’, mistrust and even open rejection of the anthropological thought, I also consider my personal situation into the academic and activists networks in Cape Town in light of the clash between “orthodox” or supporters of “science of AIDS” and “denialists” or “dissidents”. The usual difficulty of the ethnographic research is updated in this case, but it also brings up a new challenge: how anthropological knowledge can contribute to a better understanding of disputes and promote agreements especially when from native’s viewpoint such disputes seem nonexistent or insurmountable?pt-BR
dc.formatpdfpt-BR
dc.identifier.issn1984-6487
dc.identifier.urihttp://dx.doi.org/10.1590/1984-6487.sess.2017.26.10.a
dc.identifier.urihttps://locus.ufv.br//handle/123456789/29587
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherSexualidad, Salud y Sociedad (Rio de Janeiro)pt-BR
dc.relation.ispartofseriesn. 26, p.191-212. ago. 2017pt-BR
dc.rightsOpen Accesspt-BR
dc.subjectHIVpt-BR
dc.subjectAIDSpt-BR
dc.subjectÁfrica do Sulpt-BR
dc.subjectAntropologiapt-BR
dc.subjectControvérsiaspt-BR
dc.subjectSouth Africapt-BR
dc.subjectAnthropologypt-BR
dc.subjectControversiespt-BR
dc.titleCiência, justiça e antropologia no debate sul-africano da AIDS: produção de sensibilidades e regulação moral entre especialistaspt-BR
dc.typeArtigopt-BR

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