Biologia do Aedes aegypti e estratégias de controle
| dc.contributor.author | Gonçalves, Caroline Macedo | |
| dc.date.accessioned | 2025-03-25T13:54:41Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description.abstract | O A. aegypti é originário do continente africano (Egito) e se dispersou pela Ásia e Américas ao longo dos séculos XV e XIX, principalmente, pelos meios de transportes cada vez mais rápidos (Rebelo JMM et al., 1999 e Gonçalves, 2010). Ele foi descrito cientificamente pela primeira vez em 1762, quando foi denominado Culex aegypti. O nome definitivo – Aedes aegypti – foi estabelecido em 1818, após a descrição do gênero Aedes. Relatos da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) mostram que a primeira epidemia de dengue no continente americano ocorreu no Peru, no início do século XIX, com surtos no Caribe, Estados Unidos, Colômbia e Venezuela (IOC, 2016). Foi introduzido no Brasil durante o período colonial, provavelmente por meio de navios que traficavam escravos. Atualmente, está distribuído por quase todo o mundo, principalmente, nas regiões tropicais e subtropicais (Consoli RAGB, 1994 e Gonçalves, 2010). Em 1955, o Brasil erradicou o Aedes aegypti como resultado de medidas para controle da febre amarela. No final da década de 1960, o relaxamento das medidas adotadas levou à reintrodução do vetor em território nacional. Hoje, o mosquito é encontrado em todos os estados brasileiros (IOC, 2016). Acredita-se que, a partir da população silvestre, em razão das pressões humanas decorrentes da destruição dos habitats naturais, uma variedade genética desse mosquito teria sofrido um processo seletivo, adaptando-se às áreas alteradas e, posteriormente, encontrou nos aglomerados humanos o ambiente adequado à sua sobrevivência. A adaptação aos criadouros artificiais teria sido um grande passo em direção ao comportamento sinantrópico (adaptaram a viver junto com o homem) (Christophers SR, 1960 e Gonçal- ves CM, 2010). | |
| dc.identifier.citation | GONÇALVES, Caroline Macedo. Biologia do Aedes aegypti e estratégias de controle. Viçosa, MG: PEC - UFV, 2016. 1 folheto eletrônico, 36 p. (Boletim de extensão, 61). ISSN: 1415-692X. | |
| dc.identifier.issn | 1415-692X | |
| dc.identifier.uri | https://locus.ufv.br/handle/123456789/33751 | |
| dc.language.iso | pt-BR | |
| dc.publisher | PEC - UFV | |
| dc.relation.ispartofseries | Boletim de Extensão; 61 | |
| dc.subject | Aedes aegypti - Controle | |
| dc.title | Biologia do Aedes aegypti e estratégias de controle | |
| dc.type | Boletim Técnico |
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