Caracterização tecnológica de misturas solo-grits para pavimentos de estradas florestais: influência do tratamento térmico do grits na resistência mecânica das misturas

dc.contributor.authorMachado, Carlos Cardoso
dc.contributor.authorPereira, Reginaldo Sérgio
dc.contributor.authorLima, Dario Cardoso de
dc.contributor.authorCarvalho, Carlos Alexandre Braz de
dc.contributor.authorPires, Danuse Machado
dc.date.accessioned2017-12-15T10:33:27Z
dc.date.available2017-12-15T10:33:27Z
dc.date.issued2007-03-12
dc.description.abstractAnalisou-se a influência do tratamento térmico do resíduo grits na resistência mecânica de misturas solo-grits para aplicações em pavimentos de estradas florestais. O programa de ensaios de laboratório englobou: (i) dois solos residuais de gnaisse da Zona da Mata Norte de Minas Gerais; (ii) um resíduo da indústria da celulose denominado grits, que é composto de cal não-hidratada e areia, entre outros produtos; (iii) amostras de grits submetidas ao tratamento térmico em mufla sob temperaturas de 600, 700, 800 e 900 ºC antes da moldagem dos corpos-de-prova das misturas solo-grits; (iv) corpos-de-prova das misturas preparadas com o grits tratado termicamente, com 24% de grits em relação ao peso seco dos solos, compactados nas energias dos ensaios Proctor intermediário e modificado e curados por 7 e 28 dias em câmara úmida, sob condições de aproximadamente 22 ºC de temperatura e 100% de umidade relativa do ar; e (v) imersão completa dos corpos-de-prova das misturas solo-grits em água, pelo período de quatro horas, antes da determinação de suas resistências em ensaios de compressão não-confinada. Os resultados do programa de ensaios de laboratório indicaram que o tratamento térmico produziu amostras de grits mais reativas, podendo-se associar melhor desempenho mecânico às temperaturas de 800 e 900 ºC para o solo 1 e 800 ºC para o solo 2.pt-BR
dc.description.abstractThe objective of this paper was to analyze the influence of grits thermal treatment on the mechanical strength of soil-grits mixtures. The laboratory testing program included: (i) two residual gneiss soils from the Zona da Mata, Northern Minas Gerais; (ii) waste from the cellulose industry, namely grits, composed by non-hydrated lime and sand, among others by-products; (iii) grits samples submitted to thermal treatment in a muffle at the temperatures of 600, 700, 800 and 900 ºC before soils-grits specimens preparation; (iv) soils-grits specimens containing 24% of treated grits in relation to soil dry unit compacted at the intermediate and modified Proctor compaction test, and cured during 7 and 28 days in a moist room at the temperature of 22 ºC and relative humidity close to 100 %; and (iv) complete immersion of cured specimens in water (4 hours) before testing for compressive strength using the unconfined compression test. Data from the laboratory testing program support that: (i) thermal treatment produced more reactive grits samples; and (ii) best soils-grits mechanical responses were associated to grits treatment temperatures of 800 and 900 ºC for soil 1, and to 800 ºC for soil 2.en
dc.formatpdfpt-BR
dc.identifier.issn1806-9088
dc.identifier.urihttp://dx.doi.org/10.1590/S0100-67622007000300014
dc.identifier.urihttp://www.locus.ufv.br/handle/123456789/15194
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherRevista Árvorept-BR
dc.relation.ispartofseriesv. 31, n. 3, p. 487-494, 2007pt-BR
dc.rightsOpen Accesspt-BR
dc.subjectEstabilização de solospt-BR
dc.subjectResíduo grits e tratamento térmicopt-BR
dc.titleCaracterização tecnológica de misturas solo-grits para pavimentos de estradas florestais: influência do tratamento térmico do grits na resistência mecânica das misturaspt-BR
dc.typeArtigopt-BR

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