Irrigation frequencies for Eucalyptus grandis seedlings: technical note
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Revista Engenharia na Agricultura
Abstract
One of the bottlenecks in relation to the production of forest seedlings is irrigation, especially in lower-tech nurseries. The small volumes of substrate, where the seedlings develop, lead to low water storage. This can cause water deficit and significant losses in seedlings production, even leading to plant mortality. The objective of this study was to determine the best irrigation frequencies for Eucalyptus grandis seedling production in lower-tech nurseries. The experiment was conducted between 04/08/2013 and 07/23/2013 (106 days) in Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, Brazil. The experiment was installed in a split plot scheme, with the irrigation frequencies in the plots and seven evaluations (15, 30, 45, 61, 76, 91 and 106 days after sowing) in the subplots, in a randomized complete block design, with five replicates. Four irrigation frequencies were tested: IF1 (one daily irrigation - 11:00 a.m.), IF2 (two daily irrigations - 11:00 a.m. and 7:00 p.m.), IF3 (three daily irrigations - 07:00 a.m., 11:00 a.m. and 7:00 p.m.) and IF4 (four daily irrigations - 07:00 a.m., 11:00 a.m., 3:00 p.m. and 7:00 p.m.). The sample units were composed of eight seedlings in 50 cm3 containers with conical shape, filled with soil and vermiculite in a volume ratio of 1:1. The irrigation depth was estimated by reference evapotranspiration (Penman-Monteith) multiplied by a crop coefficient equal to two. Plant height, number of true leaves, shoot dry mass, root dry mass, total dry mass, seedling quality index, survival and water use efficiency of Eucalyptus grandis seedlings were evaluated. The average daily irrigation depth in the experimental period was 5.2 mm. Based on the results, for Eucalyptus grandis seedling producers, in lower-tech nursery, irrigation management with twice-a-day frequency (11:00 a.m. and 7:00 p.m.) is recommended.
Um dos gargalos em relação à produção de mudas florestais é a irrigação, principalmente em viveiros menos tecnificados. Os pequenos volumes de substrato, onde as mudas desenvolvem, acarretam baixo armazenamento de água. Esse fato pode acarretar déficit hídrico e perdas significativas na produção de mudas, gerando inclusive mortandade. Diante disso, objetivou-se com este estudo determinar as melhores frequências de irrigação para a produção de mudas de Eucalyptus grandis em viveiros de menor tecnologia. O experimento foi conduzido entre 08/04/2013 e 23/07/2013 (106 dias) e realizado no município de Chapadão do Sul, Brasil. O experimento foi montado em esquema de parcelas subdivididas, tendo nas parcelas as frequências de irrigação e nas subparcelas sete avaliações (15, 30, 45, 61, 76, 91 e 106 dias após semeadura), no delineamento de blocos ao acaso, com cinco repetições. Foram testadas quatro frequências de irrigação: IF1 (uma irrigação diária - 11:00), IF2 (duas irrigações diárias - 11:00 e 19:00), IF3 (três irrigações diárias - 07:00, 11:00) e 19:00) e IF4 (quatro irrigações diárias - 07:00, 11:00, 15:00 e 19:00). As unidades amostrais foram compostas por oito mudas em tubos cônicos de 50 cm3 preenchidos com solo e vermiculita na proporção de volume de 1:1. A lâmina de irrigação foi estimada por evapotranspiração de referência (Penman-Monteith) multiplicada por um coeficiente de cultivo igual a dois. Foram avaliados a altura da planta, número de folhas definitivas, massa seca da parte aérea (raiz e total), índice de qualidade das sementes, sobrevivência e eficiência do uso da água pelas mudas de Eucalyptus grandis. A lâmina média de irrigação diária no período experimental foi de 5,2 mm. Com base nos resultados, é recomendado para produtores de mudas de Eucalyptus grandis, em viveiros de menor tecnologia, o manejo da irrigação duas vezes por dia. (11:00 e 19:00).
Um dos gargalos em relação à produção de mudas florestais é a irrigação, principalmente em viveiros menos tecnificados. Os pequenos volumes de substrato, onde as mudas desenvolvem, acarretam baixo armazenamento de água. Esse fato pode acarretar déficit hídrico e perdas significativas na produção de mudas, gerando inclusive mortandade. Diante disso, objetivou-se com este estudo determinar as melhores frequências de irrigação para a produção de mudas de Eucalyptus grandis em viveiros de menor tecnologia. O experimento foi conduzido entre 08/04/2013 e 23/07/2013 (106 dias) e realizado no município de Chapadão do Sul, Brasil. O experimento foi montado em esquema de parcelas subdivididas, tendo nas parcelas as frequências de irrigação e nas subparcelas sete avaliações (15, 30, 45, 61, 76, 91 e 106 dias após semeadura), no delineamento de blocos ao acaso, com cinco repetições. Foram testadas quatro frequências de irrigação: IF1 (uma irrigação diária - 11:00), IF2 (duas irrigações diárias - 11:00 e 19:00), IF3 (três irrigações diárias - 07:00, 11:00) e 19:00) e IF4 (quatro irrigações diárias - 07:00, 11:00, 15:00 e 19:00). As unidades amostrais foram compostas por oito mudas em tubos cônicos de 50 cm3 preenchidos com solo e vermiculita na proporção de volume de 1:1. A lâmina de irrigação foi estimada por evapotranspiração de referência (Penman-Monteith) multiplicada por um coeficiente de cultivo igual a dois. Foram avaliados a altura da planta, número de folhas definitivas, massa seca da parte aérea (raiz e total), índice de qualidade das sementes, sobrevivência e eficiência do uso da água pelas mudas de Eucalyptus grandis. A lâmina média de irrigação diária no período experimental foi de 5,2 mm. Com base nos resultados, é recomendado para produtores de mudas de Eucalyptus grandis, em viveiros de menor tecnologia, o manejo da irrigação duas vezes por dia. (11:00 e 19:00).
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Citation
CRUZ, Gustavo Henrique Miguel da; CUNHA, Fernando França da; SOUZA, Epitácio José de; SILVA, Andrisley Joaquim da; FILGUEIRAS, Roberto. Irrigation frequencies for eucalyptus grandis seedlings: technical note. Revista Engenharia na Agricultura, Viçosa, v. 28, p. 364–374, 2020.
