Solos e Nutrição de Plantas

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    Pirólise de resíduos agrícolas e industriais e uso potencial do biocarvão como condicionador de rejeitos de mineração
    (Universidade Federal de Viçosa, 2017-03-24) Rodríguez, José Alexander; Oliveira, Teógenes Senna de; http://lattes.cnpq.br/4643726618063196
    A degradação ambiental pela inadequada utilização das terras e disposição dos resíduos agrícolas, industriais e urbanos está aumentando no mundo, o que exige novas e rápidas alternativas ambientalmente sustentáveis. A pirólise é um processo que tem se apresentado como uma opção limpa de gestão de resíduos pela sua decomposição térmica em altas temperaturas na ausência do oxigênio produzindo carvão, gases e óleo, produtos que podem ser aproveitados sem geração de resíduos. Neste trabalho, objetivou-se identificar as características e potencialidades agronômicas e ambientais dos biocarvões produzidos por pirólise e co- pirólise (mistura dos resíduos em proporções de 1:1, w:w) lentas em diferentes temperaturas, utilizando dois resíduos sólidos agrícolas (dejetos de suíno - SM e de cama de frango - PL) e três industriais (madeira da construção - CW, pneu - TR e plástico PVC - PVC), levando-os a uma utilização mais aproveitável. Os resíduos foram selecionados considerando critérios de quantidade gerada e disposição final. Os materiais foram submetidos a cinco temperaturas: 300, 400, 500, 600 e 700 ºC, em ambiente com restrição de oxigênio, com taxa de aquecimento de 10 ºC min -1 , mantidos durante uma hora na temperatura desejada. Antes e após a transformação térmica, avaliaram-se as seguintes propriedades físico-químicas: rendimento (RS), teor de cinzas (Tc), compostos voláteis (Tv), C fixo (Cfx) e orgânico (CO), composição elementar, grupos funcionais, mineralogia, macro e micronutrientes, pH, condutividade elétrica (CE), poder neutralizante (PN), capacidade de retenção de água (CRA), capacidade de troca catiônica (CTC) e diâmetro médio ponderado das partículas (DPM). Os biocarvões foram estratificados pelas características intrínsecas dos biocarvões e as propriedades restritivas de uso em solo/substrato, utilizando análise de componentes principais (ACP) e índice de viabilidade do biocarvão (IVB), além de critérios delimitados pelos teores de C fixo (Cfx), cinzas (Tc) e materiais voláteis (Tv). Utilizou-se também estratificações já estabelecidas na literatura e aplicadas por organismos institucionais. O biocarvão classificado como o mais viável segundo as propriedades restritivas de uso em solo/substrato, PL600, foi utilizado num experimento de casa de vegetação em pirólise e co-pirólise com resíduos industriais (TR, CW e PVC). Rejeitos de mineração de Fe e Mn foram tratados com biocarvões na dose de 5% (m/m) e após incubação cultivado com crotalaria (Crotalaria juncea) em vasos. Avaliaram-se o crescimento e as alterações na solução do solo e nas propriedades químicas dos rejeitos. Os biocarvões PL e TR, seguidos de SM e CW foram os que apresentaram maiores potencialidades para uso na produção de biocarvões considerando os resultados de pH, CRA, CTC, H:C, O:C, Cfx, elementos disponíveis e ausência de contaminantes inorgânicos. O R PVC apresentou potencialidades como disponibilidade de P e Ca, além de alta CRA, porém, a elevada CE e o teor total de Pb pode restringir seu uso como condicionador de solo. Por outro lado, biocarvões produzidos em co- pirólise com os resíduos industriais (principalmente TR e CW) podem ter suas características melhoradas (ex. CE e pH) para uso como condicionador de solo. A estratificação segundo as propriedades restritivas de uso em solo/substrato é uma ferramenta útil para estratificar os melhores biocarvões para determinado uso. A combinação dos parâmetros teores de Cfx, Tc e Tve mostrou-se adequada para a identificação das potencialidades agronômicas e ambientais dos biocarvões, pois é rápida e de baixo custo. No experimento de casa de vegetação, os efeitos dos biocarvões dependeram muito mais das interações com o tipo de substrato do que das características do biocarvão, pois observaram-se os maiores valores de CE e pH nos tratamentos com rejeitos de Fe do que Mn, assim como menores disponibilidades de macro e micronutrientes no rejeito de Fe. Os tratamentos que apresentaram melhor desenvolvimento de plantas foram aqueles com CW nos dois rejeitos, PL+TR e PL+CW no rejeito de Mn e TR no rejeito de Fe, o que confirma as diferenças no sinergismo entre os biocarvões e o substrato. Os fatores mais limitantes em ambos rejeitos foram o pH e CE.
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    Utilização de biossólidos para a regeneração natural e para a melhoria da qualidade do solo de áreas mineradas
    (Universidade Federal de Viçosa, 2014-07-30) Silva, Laís Maria Rodrigues; Fernandes, Raphael Bragança Alves; http://lattes.cnpq.br/2959606500272650
    A produção mineral destaca-se como um dos ramos mais desenvolvidos da economia brasileira, com grande geração de divisas para o país. No entanto, essa atividade é muito impactante ao meio ambiente, promovendo grande transformação da paisagem. Disto resulta a necessidade de intervenções para se buscar melhorar o ambiente após o término da mineração. O crescimento da população e da produção de esgotos também é um fenômeno crescente. Estes materiais quando recebem o tratamento adequado são chamados de lodos de esgotos e, se houver a etapa de tratamento biológico, são denominados de biossólidos. Desde que atenda a legislação vigente, os biossólidos podem ser dispostos no solo como condicionadores. Diante do exposto, o presente trabalho teve por objetivo avaliar a utilização de biossólidos como condicionadores da qualidade física e química de um estéril de mineração de ferro e seu efeito sobre a regeneração da vegetação natural quando da utilização de diferentes inóculos. Dois biossólidos foram utilizados, um de origem têxtil e outro doméstico. Um primeiro experimento avaliou, após um mês de incubação, o efeito de cinco doses de biossólidos (5, 10, 20, 50, 100 t ha -1 , base seca) mais um adicional, correspondendo à omissão de biossólidos, nas características químicas e físicas do estéril de mineração de ferro. No segundo experimento, que teve duração de sete meses, avaliou-se em casa de vegetação a revegetação e o efeito das mesmas doses dos dois biossólidos associadas a três fontes de inóculos (serapilheira, topsoil e controle) sobre características físicas do estéril. Os resultados dos dois experimentos permitiram concluir que a adição de biossólidos melhorou as características químicas do estéril, com destaque para o biossólido têxtil que foi submetido à caleação em seu processo de desague. O topsoil foi a fonte de inóculo que proporcionou melhores índices biológicos de revegetação. Com exceção da macroporosidade, nenhum outro atributo físico foi influenciado pela adição de biossólidos e inóculos, o que foi associado ao curto período de avaliação. A macroporosidade foi reduzida com a adição de biossólido têxtil associado com o uso do topsoil, o que foi relacionada à alta retenção de água desse resíduo orgânico.
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    Eficiências nutricionais máximas e mínimas em povoamentos de eucalipto
    (Universidade Federal de Viçosa, 2019-04-30) Cordido, João Pedro de Barros Reicao; Neves, Júlio César Lima; http://lattes.cnpq.br/6550196061465550
    A caracterização do dreno-planta, e sua dinâmica, são necessários para embasar a fertilização e o seu manejo. Assim, os objetivos deste trabalho foram determinar as curvas de acumulação de biomassa e de nutrientes, bem como as eficiências máximas e mínimas de uso de radiação solar, precipitação e nutrientes para povoamentos clonais de eucalipto no Brasil, ao longo da rotação. Para tanto, foi confeccionado banco de dados com dados de produção de biomassa, teores e conteúdos de nutrientes em componentes da parte aérea de 2223 povoamentos clonais comerciais de eucalipto no Brasil com ampla variação nas condições de sítio. Foram obtidos gráficos de dispersão para relacionamentos envolvendo a produção de biomassa da parte aérea, do tronco e do lenho e de seus conteúdos de N, P, K, Ca e Mg em função da idade dos povoamentos e, também, desses conteúdos em função da área basal. Nas nuvens de pontos obtidas foram identificados os pares de dados que se alinharam às regiões de fronteira superior e inferior, aos quais foram ajustados modelos de regressão. Foram obtidas curvas de acumulação máximas e mínimas de biomassa e de nutrientes ao longo da rotação, descritas por modelos sigmóides, úteis para caracterizar o dreno-planta e sua dinâmica. Foram obtidas as eficiências máximas e mínimas de uso de radiação solar global (EURAD), e de precipitação (EUPREC) que foram em média 0,596 g MJ -1 e de 24,41 kg ha -1 mm -1 , valores 2,24 e 2,54 vezes maiores, respectivamente, nos povoamentos em que houve a acumulação máxima de biomassa de parte aérea. A eficiência de utilização de nutrientes cresceu em geral com a idade e com a área basal. A acumulação desses nutrientes para uma mesma área basal produzida foi 69,5%, 74,6% e 82,9% menor nos povoamentos de máxima eficiência de uso em relação aos de povoamentos menos eficientes, em termos da média desses nutrientes e ao longo da rotação. As partições de nutrientes para o tronco aumentaram com a área basal, sendo menores na região de fronteira inferior, implicando em menor exportação absoluta e relativa de nutrientes pelas colheitas.
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    Sistemas silvipastoris na transição Cerrado-Amazônia: composição molecular da matéria orgânica do solo e estrutura da comunidade microbiana
    (Universidade Federal de Viçosa, 2019-11-22) Marota, Helen Botelho; Oliveira, Teogenes Senna de; http://lattes.cnpq.br/5581461873535795
    As práticas agrícolas e as mudanças do uso do solo alteram a quantidade e a qualidade dos materiais aportados ao solo, com reflexos diretos na composição da matéria orgânica do solo (MOS) e na estrutura da comunidade microbiana. Esses efeitos podem ser intensificados com a maior diversidade florística dos sistemas de uso. Nesse sentido, a composição molecular da matéria orgânica e a estrutura da comunidade microbiana foram investigadas em áreas sob pastagens a pleno sol e em sistemas silvipastoris (SAFs) com diferentes níveis de sombreamento, em ambiente de transição Cerrado-Amazônia em Argissolo e Neossolo Quartzarênico. Técnicas isotópicas, termoquimólise (TMAH-GC) e análise de ácidos graxos de fosfolipídios (PLFA) foram aplicadas a matéria orgânica do solo, raízes e serapilheira. Os resultados confirmam a capacidade dos SAFs em estocar C, especialmente aqueles com maior proporção de gramíneas (menos sombreamento) nas frações da matéria orgânica associada a minerais (MAM) e particulada (MOP), mesmo no Neossolo Quartzarênico. A composição da MOS foi dominada por compostos alifáticos em ambas as frações da MOS, sendo sua abundância maior em Neossolo Quatzarênico e de compostos derivados de lignina em SAFs dos Argissolos. Os compostos derivados de cutina e suberina possuem abudância relativa maior na MAM dos Argissolos, enquanto compostos nitrogenados e os derivados de carboidratos são encontrados na MAM de ambos os solos. Os SAFs favorecem a estrutura e abundância diferenciada da comunidade microbiana em ambas as classes de solo estudadas. Os grupos bacterianos apresentam maior abundância relativa em todos os sistemas de uso, com predominância de bactérias gram-positivas em pastagens manejadas intensivamente, enquanto as gram-negativas prevalecem nos sistemas silvipastoris. Palavras-chave: Fracionamento físico. Composição isotópica do C e N. Termoquimólise. Análise de ácidos graxos. Cromatografia gasosa.
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    Espacialização de horizontes húmicos nos biomas brasileiros e cronologia de sedimentos coluviais em duas áreas da Zona da Mata (MG)
    (Universidade Federal de Viçosa, 2019-04-23) Vieira, Athos Alves; Fernandes Filho, Elpídio Inácio; http://lattes.cnpq.br/2740436944170441
    O território brasileiro é marcado por sua grande extensão geográfica, com presença de diferentes tipos de solos. Dentre os solos encontrados, os Latossolos Húmicos (LH) se diferenciam dos demais, por apresentarem horizonte A Húmico, definido pelo Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, com presença de horizonte de cor mais escura, conteúdo mínimo de C orgânico de 0,6 + (0,012 x % argila) até 100 cm de profundidade para solos profundos ou muito profundos. Em termos de áreas contínuas e mapeáveis os Latossolos Húmicos ocorrem de forma mais expressiva nas regiões, sul e sudeste do Brasil, sob diferentes condições de vegetação, clima ameno, tropical de altitude ou subtropical. Localizado na Zona da Mata (MG) dentro do domínio morfoclimático “Mares de Morros” o Planalto de Viçosa até a Serra do Brigadeiro é marcado por uma sucessão de Planaltos rebaixados, com superfícies de erosão regulares e bem expressas pela coincidência dos topos de elevação, onde há maior ocorrência de processos erosivos e movimento de massa, deposição de material coluvial recobrindo determinados solos. O início do Holoceno, datando cerca de 12.000 AP trouxe várias mudanças relacionadas a condições de temperatura, chuva, nível do mar e rios, marcando um período de grandes mudanças na vegetação e extinção de alguns animais, contribuindo para maior acúmulo de matéria orgânica nos solos datados desta época. Um modelo estratigráfico considerando os reflexos da alternância climática cenozóica na paisagem, foi desenvolvido por Bigarella e colaboradores. Dessa forma, épocas de climas mais secos, induziriam à formação de superfícies pedimentares e de seus depósitos correlativos e épocas de climas mais úmidos (correspondentes a períodos interglaciais) levando à dissecação das superfícies e depósitos anteriormente formados. Com a evolução da paisagem, restariam testemunhos destes vários ciclos impressos na conformação geomorfológica dos terrenos, os quais seriam, por sua vez, passíveis a diferentes análises como: δ 13 C e datações de 14 C ou LOE que podem contribuir para maior detalhamento das informações obtidas, sendo muito utilizadas para estudos de geocronologia do Quaternário.
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    Modeling rhizosphere carbon and nitrogen cycling in Eucalypts
    (Universidade Federal de Viçosa, 2018-02-19) Valadares, Rafael Vasconcelos; Neves, Júlio César Lima; http://lattes.cnpq.br/5274287858488862
    Eucalypts as well as other trees allocate large amounts of fixed carbon to produce roots and rhizodepositions, which include exudates, secretions, lysates and gases. The role of these compounds has been studied to elucidate the benefits for the trees of the transfer of matter/energy to the rhizosphere microorganisms. It is currently well known that the results of the interaction between the trees and the microbiota can be positive, neutral or negative, depending on the plant species, associated microbial population, and environmental conditions. This can ultimately determine the growth rate, planting stand, and even whether or not a given tree species will survive in the environment. Numerous studies have been carried out to investigate the effect of the activation of rhizosphere microbial communities previously in a state of oligotrophy or quasi-dormancy by the rhizodepositions, in the so-called rhizosphere priming effect. This process triggers changes in the structure and activity of rhizosphere communities that affect the dynamics of soil organic matter (SOM) decomposition and formation. In the particular case of the soil under eucalypts, this process predominantly accelerates the decomposition of the SOM inside the rhizosphere and, therefore, may present a positive return to the trees by the increase of the nitrogen supply (M.D. Costa, personal information¹). Despite this, there are still no models to measure the quantitative importance of this process for forest plantations of the Eucalyptus genus. Thus, the present thesis aimed to develop a mechanistic model to estimate the carbon (C) and nitrogen (N) cycling in the rhizosphere soil under eucalypts. Before this, for the elaboration of this mathematical representation, it was necessary to take into account that the rhizosphere system is entirely dependent on the activity of the roots and, therefore, it does not make sense its modeling without the prediction of the plant root growth and estimation of the rhizodeposition process. For this reason, the objective of the thesis was also to present and improve a growth model for Eucalyptus in the APSIM (next generation) agricultural models platform. This model has, among other advantages, greater sensitivity to the soil factor, which includes the effect of the N supply by processes of SOM mineralization and litter decomposition. Thus, in Chapter I, it was reviewed the main processes and factors involved in the subsequent chapters, which are more related to the mathematical representation of key processes for rhizosphere mineralization. In Chapter II, the APSIM model was presented and validated for 12 forest sites; out of those 12 sites, nine are geographically located in Brazil and the other three are located in Australia. The APSIM model presented a satisfactory treatment of the growth processes, considering the diverse climatic and edaphic conditions and the different forest managements. However, in order to improve its performance, adjustments were suggested regarding carbon partitioning for the roots, as well as considering other nutritional limitations besides N; and other nutrient flows such as those occurring in the rhizosphere environment. Chapter III, on the other hand, was devoted to the conceptual elaboration, presentation, evaluation and sensitivity analysis of the Forest Plantation Rhizosphere Available Nitrogen model (ForPRAN) for estimates of the C and N mineralization fluxes in the rhizosphere soil. The performance of the model was quantitatively and qualitatively satisfactory when compared to the data observed in the literature. The input variables that most influenced the increase of N by rhizosphere mineralization were (in order of decreasing importance): root diameter> rhizosphere thickness> soil temperature> clay concentration. The rhizosphere mineralization in a typical eucalypt plantation producing 42 m³ ha -1 a -1 of shoot biomass, with assumed N losses of 40 % by different processes, was estimated in 24.6 % of the amount of N accumulated in the plantations (shoot+root+litter). From this point of view, it was concluded that the rhizosphere cycling model should be considered for adaptation of other models of forest and agricultural production, such as APSIM Eucalyptus, where the inclusion of such processes offers the potential to improve the growth predictions. Finally, in Chapter IV, it was tested the mathematical modeling hypothesis that the rhizosphere priming effect (RPE) is quantitatively important for nitrogen nutrition of eucalypts in different climatic and soil conditions. To test this hypothesis, the eucalypts growth was simulated using the general APSIM Eucalyptus model and the rhizosphere processes using the ForPRAN model. Eucalyptus growth was projected at four sites, two in Brazil - Aracruz/ES and Curvelo/MG - and the other two in Australia - Wagga Wagga/NSW and Coffs Harbour/NSW. At the end of the 7-year rotation, considering the cycling in the 0- 20 cm depth layer, it was estimated that 12, 11, 10 and 5 % of the total soil was occupied by the rhizosphere at Aracruz, Coffs Harbour, Wagga Wagga and Curvelo, respectively. Because of the rhizodeposition and of the different pedoenvironments, the ForPRAN model suggested an increase in the rhizosphere microbial biomass in the four sites, whose average values were between 70.3 μg cm -3 and 246.1 μg cm -3 of C. In general, the RPE has the potential to explain between 15 and 38 % of the N demand of the forest ecosystem (shoot+root+litter), considering the studied cases. Higher temperatures and rainfall volumes cause increase in the N rhizosphere supply, in absolute values, in Brazilian sites as compared with the Australian ones, which also explains part of the observed smaller N limitation in eucalypts plantations in Brazil.
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    Plant responses to soil anoxia and hypoxia
    (Universidade Federal de Viçosa, 2017-03-27) Medina, Eduardo Ferreira; Silva, Ivo Ribeiro da; http://lattes.cnpq.br/4611027523805378
    The effects of soil hypoxia/anoxia in plants have been demonstrated in this work in different clones of Eucalyptus and in chickpea. In Brazil, the eucalyptus plantations have an important economic value to produce pulp, paper and charcoal. The problem is that in the last decades some physiological disturbances have been seen in eucalyptus plantations, and these problems are related to rainy periods and soil features, like poor drainage. Nevertheless, eucalyptus clones got differential tolerance to this disturb and this study has shown that there are metabolic and physiological differences between them. The concentration of aminoacids (specially alanine and GABA) have increased when plants are in hypoxic stress. However, changes in metabolites levels in different parts of the plant have shown differential behavior between clones. In another hand, the chickpea is an important legume used as source of protein in several parts of world, in special in Africa and Asia. In several areas, the chickpea plantations face strong rainy periods, leading to soil hypoxia and anoxia. The chickpea seed is full of starch reserves and it isn’t clear if the root tips die during the hypoxic/anoxic stresses due to carbon starvation. In the experiment, we have seen less root tip mortality and better seedling root growth when the nutrient solution is supplied with glucose (50 mM) in comparison to the controls with no sugar. Even plants in anoxic system for 72 h had better root growth when the sugar was added than those which did not receive glucose in nutrient solution.
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    Recuperação de áreas mineradas de bauxita com eucalipto e espécies florestais nativas
    (Universidade Federal de Viçosa, 2017-05-31) Valente, Fernanda Daniele de Almeida; Oliveira, Teógenes Senna de; http://lattes.cnpq.br/4442151927265758
    As atividades de mineração, apesar da grande importância para o setor econômico mundial, causam grandes impactos nos atributos físicos, químicos e biológicos do solo, o que leva a busca de estratégias de recuperação destas áreas. A presente tese foi dividida em quatro capítulos, os quais abordaram o crescimento e a estimativa de biomassa, produção e decomposição de serapilheira, fluxos de CO 2 e CH 4 e, por fim, atributos orgânicos do solo. Os objetivos no capítulo 1 foram o de avaliar o crescimento de três coberturas florestais implantadas em área minerada de bauxita: eucalipto (E. urophylla x E. grandis), angico (Anadenanthera peregrina) e plantio misto composto por 16 espécies florestais nativas no tempo (6, 18, 36 e 56 meses), em quatro tipos de adubação (orgânica - AO, química- AQ, padrão da empresa- AE e orgânica e química combinadas - AO+AQ), bem como estimar a biomassa e os estoques de C do fuste destas árvores aos 56 meses de idade pela volumetria com cubagem rigorosa não destrutiva. Para tanto, o diâmetro, em nível do coleto (DAS), o diâmetro a nível do peito (DAP) e a altura total (Ht) de todas as árvores plantadas foram medidos nas quatro idades. O volume do fuste foi estimado aos 56 meses de idade por meio da cubagem rigorosa das árvores pelo método não destrutivo para obtenção de equações alométricas. A adubação não influenciou na Ht de angico, porém, o DAS das árvores foi influenciado pela adubação aos 18, 36 e 56 meses de idade. O eucalipto, aos 6, 36 e 56 meses, apresentou maiores Ht’s nas adubações AO+AQ e AO e as menores em AE, assim como, o DAS. No tratamento com espécies nativas, a AE proporcionou as menores Ht’s aos 18, 36 e 56 meses, porém, a adubação não influenciou o DAS destas árvores. O eucalipto apresentou estimativas de biomassa e estoque de C quatro vezes maiores que aquelas de angico e o plantio misto de espécies nativas em AO+AQ. No capítulo 2, objetivou-se determinar a produção e a taxa de decomposição da serapilheira e seus componentes, bem como, a ciclagem de nutrientes do folhedo e galhos de três coberturas florestais ao longo de 30 meses de avaliação. Eucalipto e nativas não diferiram quanto a serapilheira aportada, bem como, serapilheira acumulada no solo. A taxa de decomposição da serapilheira de angico e nativas foi maior na época chuvosa. As maiores concentrações e conteúdos de P, K, Ca e Mg no folhedo foram observadas nas espécies nativas. No terceiro capítulo avaliou-se os fluxos de CO 2 e CH 4 nos solos das áreas mineradas e recuperadas com as três coberturas florestais, bem como, no solo da área sem cobertura e mata nativa não minerada. O efluxo de CO 2 do solo foi maior em área de vegetação natural (Mata) e menor nas áreas sem qualquer tipo de cobertura (Sem Cob). Entre as espécies plantadas o efluxo de CO 2 não variou significativamente, porém, observou-se maior efluxo de CO 2 nos meses de maior umidade do solo. A respiração heterotrófica do solo foi a que mais contribuiu para o efluxo total de CO 2 do solo, sendo a contribuição do litter responsável pelos maiores valores. Foi observado influxo de CH 4 pelo solo para todas as áreas estudadas. No último capítulo objetivou-se avaliar a influência das coberturas florestais e tratamentos de adubação nos estoques de C e N totais do solo e suas frações. Os estoques de C e N totais não apresentaram diferenças entre as coberturas florestais estudadas, exceto a mata nativa que apresentou os maiores estoques. O C lábil e o da biomassa microbiana foram os atributos que mais sinalizaram mudanças em decorrência das aplicações dos tratamentos após mineração de bauxita. A implantação de coberturas florestais em área pós mineração permitiu o aumento do IMC (Índice de Manejo de Carbono) em relação a área Sem cobertura camada de 0-60 cm.
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    Paisagens verdes e negras: estratificação ambiental participativa e conhecimento local do solo em uma comunidade quilombola
    (Universidade Federal de Viçosa, 2017-12-11) Ferrari, Lucas Teixeira; Fernandes, Raphael Bragança Alves; http://lattes.cnpq.br/3318503909491827
    Comunidades tradicionais de agricultores acumulam conhecimento prático com o passar das gerações, o que lhes permitem elaborar sistemas próprios de interpretação, estratificação e classificação das unidades ambientais em seus territórios, que podem ser articulados com o conhecimento científico sobre solos e ambientes através de uma abordagem etnopedológica integrada e, assim, contribuir para um planejamento territorial mais adequado à realidade local. O objetivo deste trabalho foi compreender as relações entre o saber local e o conhecimento científico sobre o solo e suas interfaces com os outros componentes ambientais, no Quilombo Santa Cruz, em Ouro Verde de Minas, no Vale do Mucuri-MG. Para tal, resgatou-se o histórico de uso e ocupação do território com entrevistas semi-estruturadas, realizou-se uma estratificação ambiental participativa através de oficinas de mapeamento participativo e travessias guiadas por diferentes gradientes pedológicos, aliados à descrição de perfis de solo e coleta de amostras para análises químicas e granulométricas e, por fim, comparou-se a classificação local de solos com a científica. A comunidade quilombola de Santa Cruz apresenta um forte protagonismo político que permite sua sobrevivência e a reprodução de sua cultura quilombola, frente a cenários de conflitos fundiários e degradação ambiental dos solos e das águas. Os quilombolas estratificam a paisagem, em diferentes níveis, de acordo com critérios variados. A posição na paisagem é determinante na distinção dos compartimentos ambientais maiores e mais heterogêneos (Chapada, Baixada e Lajedo) e, à medida que a estratificação ambiental é aprofundada, outros critérios aparecem, como a face de exposição, a pedoforma e a presença afloramentos rochosos. Esses últimos distinguem etnoambientes menores e mais homogêneos (Pinel da Chapada, Pé do Lajedo, Morro com Pedra, Morro sem Pedra, Baixa e Brejo), que condicionam diferentes tipos de solo. Estrutura, umidade, cor e textura do solo, foram os critérios locais utilizados na distinção das quatro principais classes de solo: Terra Vermelha, Terra Arenosa, Terra Poenta e Barro. Esses solos foram mapeados e tiveram correspondência no Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, através das respectivas classes: Argissolo Vermelho-Amarelo, Neossolo Regolítico, Cambissolo Háplico e Gleissolo Háplico. A estratificação ambiental participativa revelou a diversidade da paisagem no quilombo Santa Cruz, que evidencia gradientes pedológicos determinantes no desenho dosagroecossistemas.
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    Metais pesados em solos urbanos e em corpos hídricos de Manaus, AM
    (Universidade Federal de Viçosa, 2017-05-29) Ferreira, Matheus da Silva; Fontes, Maurício Paulo Ferreira; http://lattes.cnpq.br/3977092724589422
    O objetivo do presente estudo foi realizar avaliar o impacto da ação humana nos teores de metais pesados em solos e corpos hídricos de Manaus, Iranduba e Manacapuru. Foram coletadas amostras de solo na profundidade de 0-20 cm em toda área urbana e em áreas naturais representativas, bem como amostragens setoriais da camada de 60-80 cm. Foi realizada a determinação granulométrica, a caracterização química e mineralógica. Também foram determinação dos teores de metais pesados desses solos e de corpos hídricos localizados em zonas urbanas e naturais. Os solos estudados apresentam poucas variações quanto as características químicas e mineralógicas. Os teores de metais pesados determinados em solos urbanos foram classificados como moderadamente enriquecido/contaminado em relação a solos de ambientes naturais. Os resultados mostram que corpos hídricos que mantém suas características naturais apresentam menores teores de metais pesados semelhantes aos valores dos padrões naturais da região.