Proximate drivers of multi-symbioses in termitaria
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Universidade Federal de Viçosa
Abstract
Why do some host organisms establish associations with multiple partners, whereas others do not? In termites, hostinquiline cohabitation raises questions about how such associations are established and maintained despite host defences. Here, we investigated whether host aggressiveness limits associations with multiple inquilines and whether opportunities for encounters with potential invaders are associated with defensive responses. We tested the aggressive responses of hosts and potential invaders during experimental encounters and compared hosts that differ in the number of inquilines they harbour. Contrary to our hypothesis, the host harbouring multiple inquilines exhibited higher aggressiveness, while potential invaders also responded aggressively. Furthermore, Cornitermes cumulans individuals were more aggressive in the region with higher inquiline richness per nest and more frequent host–inquiline co-occurrence. The comparison with the sympatric congeneric species C. bequaerti revealed levels of aggressiveness similar to those observed in C. cumulans. Our results show that host aggressiveness alone does not prevent associations with multiple inquilines and suggest that differences in opportunities for interactions with potential invaders may contribute to geographic variation in host defensive responses. Keywords: termites; symbiosis; aggressiveness; inquilism; cohabitation
Por que alguns hospedeiros estabelecem associações com múltiplos parceiros, enquanto outros não? Em cupins, a coabitação entre hospedeiros e inquilinos levanta questões sobre como essas associações são estabelecidas e mantidas diante das defesas do hospedeiro. Neste contexto, investigamos se a agressividade dos hospedeiros limita a associação com múltiplos inquilinos e se oportunidades de encontros com potenciais invasores estão associadas às respostas defensivas. Testamos as respostas agressivas de hospedeiros e potenciais invasores em encontros experimentais e comparamos hospedeiros que diferem no número de inquilinos que abrigam. Contrariamente à nossa hipótese, o hospedeiro que abrigava múltiplos inquilinos apresentou maior agressividade, enquanto os potenciais invasores também responderam agressivamente. Além disso, indivíduos de Cornitermes cumulans foram mais agressivos na região com maior riqueza de inquilinos nos ninhos e maior frequência de coocorrência entre hospedeiros e inquilinos. A comparação com a espécie congenérica simpátrica C. bequaerti revelou níveis de agressividade semelhantes aos observados em C. cumulans. Nossos resultados mostram que a agressividade do hospedeiro, por si só, não impede associações com múltiplos inquilinos e sugerem que diferenças nas oportunidades de interação com potenciais invasores podem contribuir para a variação geográfica nas respostas defensivas dos hospedeiros. Palavras-chave: cupins; simbiose; agressividade; inquilismo; coabitação
Por que alguns hospedeiros estabelecem associações com múltiplos parceiros, enquanto outros não? Em cupins, a coabitação entre hospedeiros e inquilinos levanta questões sobre como essas associações são estabelecidas e mantidas diante das defesas do hospedeiro. Neste contexto, investigamos se a agressividade dos hospedeiros limita a associação com múltiplos inquilinos e se oportunidades de encontros com potenciais invasores estão associadas às respostas defensivas. Testamos as respostas agressivas de hospedeiros e potenciais invasores em encontros experimentais e comparamos hospedeiros que diferem no número de inquilinos que abrigam. Contrariamente à nossa hipótese, o hospedeiro que abrigava múltiplos inquilinos apresentou maior agressividade, enquanto os potenciais invasores também responderam agressivamente. Além disso, indivíduos de Cornitermes cumulans foram mais agressivos na região com maior riqueza de inquilinos nos ninhos e maior frequência de coocorrência entre hospedeiros e inquilinos. A comparação com a espécie congenérica simpátrica C. bequaerti revelou níveis de agressividade semelhantes aos observados em C. cumulans. Nossos resultados mostram que a agressividade do hospedeiro, por si só, não impede associações com múltiplos inquilinos e sugerem que diferenças nas oportunidades de interação com potenciais invasores podem contribuir para a variação geográfica nas respostas defensivas dos hospedeiros. Palavras-chave: cupins; simbiose; agressividade; inquilismo; coabitação
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Citation
ROLIM, Maria do Socorro Lacerda. Proximate drivers of multi-symbioses in termitaria. 2026. 51 f. Tese (Doutorado em Entomologia) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2026.
