O ICMS ecológico como instrumento econômico de melhorias ambientais e sociais em alguns municípios mineiros
| dc.contributor.author | Romero, Flora Magdaline Benitez | |
| dc.contributor.author | Silva, Liniker Fernandes da | |
| dc.contributor.author | Isbaex, Crismeire | |
| dc.contributor.author | Alves, Eliana Boaventura Bernardes Moura | |
| dc.contributor.author | Jacovine, Laércio Antônio Gonçalves | |
| dc.contributor.author | Silva, Márcio Lopes da | |
| dc.date.accessioned | 2018-03-12T10:29:36Z | |
| dc.date.available | 2018-03-12T10:29:36Z | |
| dc.date.issued | 2017-01-26 | |
| dc.description | O artigo não contém resumo em inglês. | pt-BR |
| dc.description.abstract | O enfoque da conservação e manutenção dos recursos naturais, assim como os mecanismos de reconhecimento e compensação, tem ganhado aceitação no ambiente de políticas públicas. Uma ação que demonstra isso é a criação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços Ecológico (ICMS Ecológico). Partindo-se do pressuposto de que vários municípios têm se aproveitado desse instrumento para aumentar suas receitas, sem aplicar corretamente esses recursos em medidas de preservação ambiental, o objetivo geral deste trabalho foi analisar a relação entre as variáveis socioeconômicas e ambientais com o montante de ICMS ecológico repassado pelo estado e recebido pelos municípios. Para tanto, dez municípios do estado de Minas Gerais foram selecionados e tiveram seus dados analisados durante o período de 2005-2010. As variáveis consideradas para análise foram: Investimento em Saneamento, Gestão Ambiental, População, Receita Total e Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal - IFDM. Para verificar as relações entre as variáveis foi utilizada a análise de componentes principais (PCA), que é uma técnica matemática da análise multivariada. Os resultados mostraram que o ICMS Ecológico não tem correlação com a aplicação de recursos em gestão ambiental e saneamento, bem como não apresenta relação com o desenvolvimento social dos municípios avaliados. O município de Extrema possui a menor arrecadação de ICMS Ecológico e, ao mesmo tempo, os maiores índices de desenvolvimento social e investimentos em gestão ambien- tal. Desta forma, conclui-se que a maior arrecadação do ICMS Ecológico não se traduz em maiores investimentos em saneamento e gestão ambiental, tampouco melhorias sociais. | pt-BR |
| dc.format | pt-BR | |
| dc.identifier.issn | 23161817 | |
| dc.identifier.uri | http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v9n320171008 | |
| dc.identifier.uri | http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/18163 | |
| dc.language.iso | por | pt-BR |
| dc.publisher | Revista Agrogeoambiental | pt-BR |
| dc.relation.ispartofseries | v. 9, n. 3, p. 95-104, Julho-Setembro 2017 | pt-BR |
| dc.rights | Open Access | pt-BR |
| dc.subject | Redistribuição de recursos | pt-BR |
| dc.subject | Qualidade de vida | pt-BR |
| dc.subject | Serviços ambientais | pt-BR |
| dc.title | O ICMS ecológico como instrumento econômico de melhorias ambientais e sociais em alguns municípios mineiros | pt-BR |
| dc.type | Artigo | pt-BR |
