Mulheres migrantes, trabalho doméstico: tradição e modernização do fazer doméstico

dc.contributor.authorTeixeira, Tatiana Silva
dc.contributor.authorBifano, Amélia Carla Sobrinho
dc.contributor.authorLopes, Maria de Fátima
dc.date.accessioned2017-11-21T10:27:40Z
dc.date.available2017-11-21T10:27:40Z
dc.date.issued2017
dc.descriptionData de publicação: dia e mês não informados. DOI: não consta, por isso foi disponibilizado o link de acesso.pt-BR
dc.description.abstractNeste artigo objetivamos comparar as percepções das mulheres migrantes sobre o trabalho doméstico enquanto moradoras do campo e enquanto habitadoras da cidade. Para tanto, entendemos que estes dois espaços são construções sociais e que vão além das suas demarcações físicas. Campo e cidade como materializações abrigam o rural e o urbano, ao passo que estes se assumem como os modos de vida. Para a sua realização recorremos à abordagem qualitativa, priorizando técnicas como: entrevista aberta, história de vida e observação do cotidiano. Evidenciamos que as percepções das mulheres sobre o trabalho doméstico estão relacionadas aos tempos e aos espaços vividos. E, também, que a mudança socioespacial transforma o saber-fazer do trabalho doméstico e as representações dessas mulheres sobre esses dois espaços. Todavia, não constatamos mudanças em suas percepções sobre esse trabalho enquanto uma obrigação feminina, diretamente relacionado às hierarquias de gênero.pt-BR
dc.description.abstractIn this article, we aim to compare the perceptions of migrant women about the housework while residentes of the field and while living in the city. Therefore, we understand that these two spaces are social constructions and go beyond their physical boundaries. Accordingly, countryside and city as aterializations shelters the rural and the urban, while identify admit themselves as the lifestyles. For its accomplishment we resort to the qualitative approach, prioritizing techniques such as: open interview, the histories the life and observation of the family’s daily life as technicals. We show that women’s perceptions about housework are related to the times and the lived spaces. And, also, that socio-spatial changed how to do the housework and women ́s representation on these two areas. However, we didn’t change their perceptions about this job as a female obligation and related to gender hierarchies.en
dc.formatpdfpt-BR
dc.identifier.issn2236-8493
dc.identifier.urihttp://www.seer.ufv.br/seer/oikos/index.php/httpwwwseerufvbrseeroikos/article/view/289
dc.identifier.urihttp://www.locus.ufv.br/handle/123456789/13389
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherRevista Brasileira de Economia Domésticapt-BR
dc.relation.ispartofseriesv. 28, n. 1, p. 79-104, 2017pt-BR
dc.rightsOpen Accesspt-BR
dc.subjectTrabalho domésticopt-BR
dc.subjectGêneropt-BR
dc.subjectRepresentaçõespt-BR
dc.subjectMudança socioespacialpt-BR
dc.titleMulheres migrantes, trabalho doméstico: tradição e modernização do fazer domésticopt-BR
dc.typeArtigopt-BR

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