Decepa de plantas jovens de eucalipto e manejo de brotações, em um sistema agroflorestal

dc.contributor.authorCacau, Filipe Valadão
dc.contributor.authorReis, Geraldo Gonçalves dos
dc.contributor.authorReis, Maria das Graças Ferreira
dc.contributor.authorLeite, Hélio Garcia
dc.contributor.authorAlves, Frederico de Freitas
dc.contributor.authorSouza, Felippe Coelho de
dc.date.accessioned2019-07-23T12:24:32Z
dc.date.available2019-07-23T12:24:32Z
dc.date.issued2008-11
dc.description.abstractO objetivo deste trabalho foi avaliar o uso de decepa de plantas jovens de eucalipto, para produção de árvores de menor diâmetro, com colheita facilitada por pequenos produtores; ou para recuperação de povoamentos jovens severamente danificados e produção de biomassa para energia em ciclos curtos. O experimento foi conduzido em sistema agroflorestal, com espaçamento entre plantas de 9,5x4 m. O crescimento de plantas intactas foi comparado ao de brotações de decepas realizadas aos nove ou doze meses após plantio. Aos seis ou nove meses após a decepa, realizou-se a desbrota, para deixar dois ou três brotos por cepa. Quando a desbrota foi realizada aos 12 meses após a decepa, todos os brotos dominantes foram deixados. Um tratamento sem desbrota também foi avaliado. Aos 42 meses após plantio, o tratamento sem desbrota apresentou o mesmo número de brotos por cepa que o de plantas desbrotadas para três brotos. O diâmetro das brotações foi equivalente a 69% do valor estimado para as plantas intactas. O valor assintótico de produção das brotações, da maioria dos tratamentos de decepa aos nove meses, foi igual ao das plantas intactas, o que evidencia a viabilidade da decepa sem a realização da desbrota, em sistemas agroflorestais.pt-BR
dc.description.abstractThis study aimed to evaluate juvenile eucalypt clone plant coppicing, in order to obtain small diameter logs, in the first rotation, which facilitates harvesting by small farmers; or to recover damaged young stands and to produce biomass for energy in short rotations. The experiment was carried out in an agroforestry system with 9.5x4 m spacing. Intact plant growth was compared to sprout growth from coppicing at nine and twelve months after planting. At six or nine months after coppicing, sprout thinning was carried out to leave two or three sprouts per stump. When thinning was done after 12 months of coppicing, all dominant sprouts were left. A treatment without thinning was also evaluated. Forty-two months after planting, treatment without thinning showed about the same amount of sprouts per stump as those thinned to three sprouts per stump. The estimated asymptotic value for sprout diameter was 69% of that for intact plants. The asymptotic value for sprout production, for most treatments of plants coppiced nine months after planting, was similar to that obtained for intact plants, which indicates that coppicing young eucalypt plants, without sprout thinning, can be used in agroforestry systems.en
dc.formatpdfpt-BR
dc.identifier.issn1678-3921
dc.identifier.urihttp://dx.doi.org/10.1590/S0100-204X2008001100003
dc.identifier.urihttp://locus.ufv.br//handle/123456789/26304
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherPesquisa Agropecuária Brasileirapt-BR
dc.relation.ispartofseriesv. 43, n. 11, p. 1457- 1465, nov. 2008pt-BR
dc.rightsOpen Accesspt-BR
dc.subjectEucalyptuspt-BR
dc.subjectClone de eucaliptopt-BR
dc.subjectDesbrotapt-BR
dc.subjectMadeira para carvãopt-BR
dc.subjectRecuperação de povoamentospt-BR
dc.subjectEucalypt clonept-BR
dc.subjectSprout thinningpt-BR
dc.subjectCharcoal woodpt-BR
dc.subjectStand recoveringpt-BR
dc.titleDecepa de plantas jovens de eucalipto e manejo de brotações, em um sistema agroflorestalpt-BR
dc.typeArtigopt-BR

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