Mummies, beasts & flowers: surviving and thriving as a predatory mite

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Universidade Federal de Viçosa

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Plants must defend against herbivory. For this, plants have developed a wide spectrum of mechanisms. Plants are able to defend by producing toxic compounds that directly affect herbivores and by recruiting and maintaining natural enemies of herbivores that attack them. These defences are thought to be costly and for this reason plants induce them when herbivores are present. The induction of indirect defences that attract natural enemies have been well studied, however the induction of provision of food for predators has not been well studied. We investigate how the presence of predators can influence the provision of food for predators by observing the flowering phenology of a plant. When the predatory mite Euseius gallicus was present, plants produced flowers earlier when compared to plants without mites. Plants with the predatory mite Amblyseius swirskii had intermediate results between plants with E. gallicus and control plants. If a plant is able to perceive the presence of natural enemies and quickening the production of flowers when predators are present, plants can offer favourable conditions to maintain these predators prior to attacks by herbivores and when herbivores arrive these plants are already protected. Keywords: Phytoseiid; shelther; cannibalism; Anthocoridae; Amblyseius herbicolus; Blaptostethus pallescens; Capsicum annuum.
Na natureza animais encontram constantes desafios para a sua sobrevivência. Esses desafios incluem a ameaça à predação e a busca por alimentos para evitar a morte pela fome. Para lidar com essas ameaças, animais desenvolveram diversas estratégias. No presente trabalho reportamos algumas dessas estratégias adotadas por ácaros predadores. Dentre esses desafios, ser atacado por um predador pode ser imperdoável. Se algum erro é cometido talvez não haja uma outra chance. Para se proteger contra predadores, animais usam uma variedade de estruturas como abrigo. No primeiro capítulo dessa tese testamos se a presença de múmias vazias de pulgão oferecem abrigo para o ácaro predador Amblyseius herbicolus. Descobrimos que A. herbicolus sofreu menos predação e apresentou maior crescimento populacional do que quando múmias vazias de pulgão estavam presentes. Abrigo pode não estar sempre presente quando animais estão sobre ameaça de predação. Para lidar com isso, animais desenvolveram uma variedade de comportamentos para evitar predação. No segundo capítulo observamos que quando A. herbicolus estava sobre a ameaça de predação, ele apresentava um novo comportamento anti-predação onde montava e até ovipositava nas costas do percevejo predador Blaptostethus pallescens. Quando nas constas do B. Pallescens, A. herbicolus e seus ovos sofreram menos predação do que quando ao nível do solo. Para o terceiro capitulo observamos que a presença de um inimigo natural pode acelerar a floração de uma planta, flores as quais servem de alimento para esse inimigo natural. Descobrimos que quando o ácaro predador Euseius gallicus estava presente em plantas de pimentão, essas plantas produziram flores antes do que as plantas que tinham a ausência desse ácaro. Discutiremos sobre as implicações ecológicas básicas e aplicadas desses achados no decorrer dessa tese. Palavras-chave: Phytoseiid; abrigo; canibalismo; Anthocoridae; herbicolus; Blaptostethus pallescens; Capsicum annuum Amblyseius.

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DUARTE, Marcus Vinícius Alfenas. Mummies, beasts & flowers: surviving and thriving as a predatory mite. 2018. 57 f. Tese (Doutorado em Entomologia) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2018.

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