Uso e a ocupação da terra em áreas de preservação permanente na bacia hidrográfica do Córrego Sertão, Cajuri, MG
| dc.contributor.author | Ribeiro, Carlos AntonioAlvares Soares | |
| dc.contributor.author | Lemos, Nero de Castro Martins | |
| dc.contributor.author | Barros, Kelly de Oliveira | |
| dc.contributor.author | Soares, Vicente Paulo | |
| dc.contributor.author | Silva, Elias | |
| dc.contributor.author | Menezes, Sady Júnior Martins da Costa de | |
| dc.date.accessioned | 2018-02-01T17:11:41Z | |
| dc.date.available | 2018-02-01T17:11:41Z | |
| dc.date.issued | 2013-11-01 | |
| dc.description.abstract | No Brasil, vários estudos têm reportado conflito entre áreas de preservação permanente (APPs) e o uso e ocupação da terra, em contraposição ao que prescreve a legislação florestal. Neste sentido, o objetivo do presente trabalho foi determinar, de forma automatizada, o conflito entre o uso e a ocupação da terra e as APPs existentes na bacia hidrográfica do córrego Sertão, Cajuri, Minas Gerais, de acordo com o Código Florestal de 1965. Foi realizada uma classificação supervisionada de uma imagem do satélite RapidEye, em que foram identificadas as classes Área urbana, Vegetação, Área agrícola/Pastagem e Solo exposto. Identificou-se um total de 9,36 km^ 2 de APPs, representando 45% da área de estudo. Este valor leva em consideração a sobreposição natural ocorrida entre certas categorias de APPs. Tomadas individualmente, a soma das áreas de APP totaliza 10,75 km^ 2. A categoria Terço Superior das Sub-bacias foi a mais significativa, ocupando 6,25 km^ 2 (58,14%). No entanto, a resolução da imagem RapidEye impossibilitou a diferenciação precisa entre vegetação nativa e plantada. Tal fato pode ter subestimado a área de APPs sem conflito de uso. A classe de maior conflito com as APPs foi a Área agrícola/Pastagem, com 5,03 km^ 2 (53,73%). Considerando-se toda a área que deveria ser de preservação nesta bacia, 5,64 km^ 2 (60,26%) estão em conflito com as exigências legais. A metodologia de delimitação automática das APPs mostrou-se eficiente para o presente caso, permitindo, assim, a adequação das propriedades às exigências da legislação florestal em questão, de forma acurada e rápida. | pt-BR |
| dc.format | pt-BR | |
| dc.identifier.issn | 23161817 | |
| dc.identifier.uri | http://dx.doi.org/10.18406/2316-1817v6n22014635 | |
| dc.identifier.uri | http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/17120 | |
| dc.language.iso | por | pt-BR |
| dc.publisher | Revista Agrogeoambiental | pt-BR |
| dc.relation.ispartofseries | v. 6, n. 2, p. 021-029, Junho 2014 | pt-BR |
| dc.rights | Open Access | pt-BR |
| dc.subject | Legislação florestal | pt-BR |
| dc.subject | Sistemas de Informações Geográficas | pt-BR |
| dc.subject | Sensoriamento remoto | pt-BR |
| dc.subject | Degradação ambiental | pt-BR |
| dc.title | Uso e a ocupação da terra em áreas de preservação permanente na bacia hidrográfica do Córrego Sertão, Cajuri, MG | pt-BR |
| dc.type | Artigo | pt-BR |
