Inflorescência em Syngonanthus Ruhland: aspectos morfológicos e implicações taxonômicas

dc.contributorAndrade, Livia Echternacht
dc.contributor.advisorSilva, Luzimar Campos da
dc.contributor.authorFerreira, Danielle Aparecida Souto
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/3663128615865877
dc.date.accessioned2025-10-24T14:12:28Z
dc.date.issued2025-07-30
dc.degree.date2025-07-30
dc.degree.departmentDepartamento de Biologia Vegetalpt-BR
dc.degree.grantorUniversidade Federal de Viçosa
dc.degree.levelMestrado
dc.degree.localViçosa - MG
dc.degree.programMestre em Botânica
dc.description.abstractA anatomia vegetal é amplamente utilizada para compreender aspectos de outras áreas da botânica como taxonômica e sistemática, adicionando importantes características na delimitação de táxons de Angiospermas. Em Eriocaulaceae, dados anatômicos têm contribuído para a descrição de novas espécies e para a resolução de problemas taxonômicos, especialmente em regiões de alta biodiversidade, como a Cadeia do Espinhaço, onde a família apresenta elevada riqueza e microendemismo. Diversas espécies são conhecidas como “sempre-vivas” e utilizadas no artesanato, sendo os gêneros Comanthera e Syngonanthus os mais utilizados. Este estudo analisou a arquitetura e a anatomia das estruturas que compõem as sinflorescências de maiores ordens de complexidade em Syngonanthus e caracterizou anatomicamente Comanthera gandarela, uma espécie microendêmica das cangas ferruginosas da Serra do Gandarela, Cadeia do Espinhaço, ameaçada pela expansão minerária. Em Syngonanthus as inflorescências das três espécies foram classificadas como estruturas tipicamente de segunda ordem, mas potencialmente de terceira ordem (e quarta ordem para S. grao-mogolensis), com ramificação monopodial e simpodial, mostrando também padrões anatômicos semelhantes, além de caracteres diagnósticos como formato e presença ou ausência de tricomas. Em C. gandarela, observaram-se folhas heterobáricas, estômatos paracíticos, escapos com esclerênquima e clorênquima alternados, e imagens de MEV das sementes foram disponibilizadas para apoio taxonômico. Os resultados destacam adaptações anatômicas ao ambiente xérico das cangas e reforçam a importância da integração de dados anatômicos para a taxonomia e conservação de Eriocaulaceae nos campos rupestres. Palavras-chave: microendemismo; Cadeia do Espinhaço; sempre-vivaspt-BR
dc.description.abstractPlant anatomy is widely used to understand aspects of other areas of botany, such as taxonomy and systematics, adding important characters to the delimitation of angiosperm taxa. In Eriocaulaceae, anatomical data have contributed to the description of new species and to the resolution of taxonomic problems, especially in regions of high biodiversity, such as the Espinhaço Range, where the family presents high richness and microendemism. Several species are known as “everlastings” and are used in handicrafts, with the genera Comanthera and Syngonanthus being the most commonly used. This study analyzed the architecture and anatomy of the structures that compose the synflorescences of the highest orders of complexity in Syngonanthus and anatomically characterized Comanthera gandarela, a microendemic species of the ferruginous cangas of Serra do Gandarela, Espinhaço Range, threatened by mining expansion. In Syngonanthus, the inflorescences of the three species were classified as structures typically of second order, but potentially of third order (and fourth order for S. grao-mogolensis), with monopodial and sympodial branching, also showing similar anatomical patterns, in addition to diagnostic characters such as the shape and the presence or absence of trichomes. In C. gandarela, heterobaric leaves, paracytic stomata, scapes with alternating sclerenchyma and chlorenchyma, and SEM images of seeds were provided for taxonomic support. The results highlight anatomical adaptations to the xeric environment of the cangas and reinforce the importance of the integration of anatomical data for the taxonomy and conservation of Eriocaulaceae in the campos rupestres. Keywords: microendemism; Espinhaço Range; sempre-vivasen
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – (CAPES)
dc.description.sponsorshipFundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)
dc.description.sponsorshipConselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
dc.identifier.citationFERREIRA, Danielle Aparecida Souto. Inflorescência em Syngonanthus Ruhland: aspectos morfológicos e implicações taxonômicas. 2025. 87 f. Dissertação (Mestrado em Botânica) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2025.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.47328/ufvbbt.2025.651
dc.identifier.urihttps://locus.ufv.br/handle/123456789/34763
dc.language.isopor
dc.publisherUniversidade Federal de Viçosa
dc.publisher.programBotânicapt-BR
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEuriocaulaceae - Classificaçãopt-BR
dc.subjectSyngonanthuspt-BR
dc.subjectComanthera gandarelapt-BR
dc.subjectInflorescênciaspt-BR
dc.subjectAngiosperma - Espinhaço, Serra do (MG e BA)pt-BR
dc.subject.cnpqCIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICA::MORFOLOGIA VEGETAL::ANATOMIA VEGETAL
dc.titleInflorescência em Syngonanthus Ruhland: aspectos morfológicos e implicações taxonômicaspt-BR
dc.titleInflorescence in Syngonanthus Ruhland: morphological aspects and taxonomic implicationsen
dc.typeDissertação

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