Plasma rico em plaquetas associado ou não ao osso esponjoso autógeno no reparo de falhas ósseas experimentais

dc.contributor.authorSilva, Paloma Sayegh Arreguy
dc.contributor.authorCarlo, Ricardo Junqueira Del
dc.contributor.authorSerakides, Rogéria
dc.contributor.authorMonteiro, Betânia Souza
dc.contributor.authorBalbinot, Paula de Zorzi
dc.contributor.authorEleotério, Renato Barros
dc.contributor.authorPaez, Omar Leonardo Aristizabal
dc.contributor.authorViloria, Marlene Isabel Vargas
dc.date.accessioned2019-04-24T16:59:58Z
dc.date.available2019-04-24T16:59:58Z
dc.date.issued2009-01
dc.description.abstractO presente estudo avaliou a influência do plasma autógeno rico em plaquetas (PRP), associado ou não ao autoenxerto esponjoso (EOE), na reparação de falhas ósseas criadas no crânio de coelhos. A falha I foi preenchida com o PRP; a falha II com 3mg de EOE; a falha III com EOE associado ao PRP e a falha IV não foi preenchida, servindo como controle. Após as cirurgias, os animais foram separados em três grupos e eutanasiados aos 30, 60 e 90 dias. Na avaliação mesoscópica, independentemente do período de observação, o preenchimento ósseo, na falha controle e naquelas tratadas com PRP, iniciou- se a partir das bordas para o centro e do fundo para a superfície das falhas. Já nas falhas tratadas com EOE e com enxerto associado ao PRP, foi notado também crescimento ósseo na porção central das falhas. Na análise radiográfica, foi observada maior radiopacidade no interior das falhas tratadas com EOE e com enxerto associado ao PRP, em todos os tempos. Microscopicamente, aos 30 dias, na falha tratada com EOE associado ao PRP, os fragmentos ósseos do enxerto estavam indistintos do tecido ósseo neoformado, presente em toda a borda do defeito, associado à moderada quantidade de tecido conjuntivo fibroso muito vascularizado e celularizado. Esse tecido apresentou material amorfo, eosinofílico e extracelular, junto a um processo inflamatório, constituído por linfócitos e, em menor número, por macrófagos e células gigantes multinucleadas, que podem ter influenciado negativamente a formação óssea precoce. Aos 60 e 90 dias, apenas focos ocasionais de inflamação linfocitária foram observados. O comportamento dos dois tratamentos, PRP associado ou não ao EOE, em relação a preenchimento ósseo, foi semelhante ao final do período de observação; o enxerto, utilizado de forma isolada, determinou precocidade de reparação óssea e a tromboplastina, utilizada para formação do gel de plaquetas, incitou uma reação semelhante a do tipo corpo estranho, que atuou negativamente na fase inicial de reparação.pt-BR
dc.description.abstractThe present study evaluated autogenous platelet rich plasma's (PRP) influence on the reparation process of four bone defects made on rabbit's skull, associated or not to autogenous bone graft (EOE). Defect I received PRP only; defect II received 3mg of EOE only; defect III received EOE associated to PRP; defect IV was left to heal naturally, serving as control. After each surgery the animals were randomly divided into three groups that were euthanized at 30, 60 and 90 days. In the mesoscopic evaluation bone ingrowth started from the defect's borders to the center and from the bottom to the surface for all observation times on the control (VI) and PRP only (I) groups. In the groups treated with EOE only (II) and EOE associated to PRP (III) new bone was observed in the center of the defects. Radiographic analysis showed greater central radiopacity for groups treated with EOE only (II) and EOE associated to PRP (III) at all observation times. Microscopically in the group treated with EOE associated to PRP (III) at 30 days the graft was indistinguishable from new bone present on the border of the defect, associated to a moderate quantity of a very vascularized and cellular fibrous connective tissue. This tissue showed an extracelular eosinophilic amorphous foamy material, associated to an inflammatory process constituted by lymphocytes and in less number by macrophages and multinucleated giant cells that may have negatively influenced early bone formation. At 60 and 90 days occasional spots of lymphocytic inflammation were observed. Both treatments, PRP associated or not to EOE, were similar for the bone ingrowth at the final time of observation; the graft used alone determined early bone reparation and thromboplastine used for the platelet gel formation incited a foreign body-like reaction that acted negatively on the initial reparation.en
dc.formatpdfpt-BR
dc.identifier.issn1678-4596
dc.identifier.urihttp://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782009000100020
dc.identifier.urihttp://www.locus.ufv.br/handle/123456789/24764
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherCiência Ruralpt-BR
dc.relation.ispartofseriesv. 39, n. 1, p. 129-134, jan./fev. 2009pt-BR
dc.rightsOpen Accesspt-BR
dc.subjectPlasma rico em plaquetaspt-BR
dc.subjectAuto-enxerto esponjosopt-BR
dc.subjectReparação ósseapt-BR
dc.subjectPlatelet rich plasmapt-BR
dc.subjectAutogenous bone graftpt-BR
dc.subjectBone reparationpt-BR
dc.titlePlasma rico em plaquetas associado ou não ao osso esponjoso autógeno no reparo de falhas ósseas experimentaispt-BR
dc.typeArtigopt-BR

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