Casca de café em dietas de carneiros: consumo e digestibilidade

dc.contributor.authorSouza, Alexandre Lima de
dc.contributor.authorGarcia, Rasmo
dc.contributor.authorBernardino, Fernando Salgado
dc.contributor.authorRocha, Fernanda Cipriano
dc.contributor.authorValadares Filho, Sebastião de Campos
dc.contributor.authorPereira, Odilon Gomes
dc.contributor.authorPires, Aureliano José Vieira
dc.date.accessioned2017-12-13T13:01:46Z
dc.date.available2017-12-13T13:01:46Z
dc.date.issued2004-04-05
dc.description.abstractAvaliaram-se o consumo e a digestibilidade aparente de dietas contendo 0,0; 6,25; 12,5; 18,75 e 25% de casca de café, em base da MS, em substituição ao milho na ração concentrada. Foram utilizados 20 carneiros, sem raça definida, distribuídos em um delineamento em blocos casualizados, com cinco tratamentos e quatro repetições. As dietas isoprotéicas, com 10% de proteína bruta (PB), foram constituídas de 60% de feno de capim-coastcross e 40% de ração concentrada, em base da MS. Os animais foram mantidos em gaiolas de estudos metabólicos por 19 dias (12 de adaptação e sete de coletas). Os consumos de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), PB, carboidratos totais (CT), fibra em detergente neutro (FDN), carboidratos não-fibrosos (CNF) e nutrientes digestíveis totais observados (NDT) não foram influenciados pelos níveis de casca de café utilizados, observando-se valores médios de 1,41; 1,34; 0,15; 1,16; 0,71, 0,45; e 0,85 kg/dia, respectivamente. As digestibilidades aparentes da MS, MO, PB, FDN, CT e CNF não foram influenciadas pelos níveis de casca de café utilizados, registrando-se valores médios de 60,1; 62,1; 66,3; 46,9; 61,5 e 84,1%, respectivamente. A casca de café pode ser incluída em até 25,0% na dieta de ovinos, substituindo o milho da ração concentrada.pt-BR
dc.description.abstractFour levels of coffee hulls (0.0, 6.25, 12.5, 18.75 and 25.0% DM) in substitution of ground corn in their concentrate ration were used to evaluate the effects on intake and apparent digestibility of diets. Twenty, unknown breed, sheeps were used in a randomized block design, with five treatments and four replicates. The animals were fed all ad libitum with isoprotein diets, 10% crude protein (CP), contained 60% of coastcross hay and 40% of concentrate in dry matter basis. Sheep were maintained in a metabolism cage for 19 days (12 days of adaptation and 7 days of data collection). The intakes of dry matter (1.41), organic matter (1.34), CP (0.15), total carbohydrate (1.17), neutral detergent fiber (0.71) and nonfiber carbohydrate (0.45) and the total digestible nutrients (0.85) kg/day were not affected by the coffee hulls levels. Coffee hulls did not affect apparent digestibility of dry matter (60.1%), organic matter (62.1%), neutral detergent fiber (46.9%), CP (66.3%), total carbohydrate (61.5%) and nonfiber carbohydrate (84.1%). Coffee hulls can be included up to 25% in the concentrate ration.en
dc.formatpdfpt-BR
dc.identifier.issn1806-9290
dc.identifier.urihttp://dx.doi.org/10.1590/S1516-35982004000800030
dc.identifier.urihttp://www.locus.ufv.br/handle/123456789/14881
dc.language.isoporpt-BR
dc.publisherRevista Brasileira de Zootecniapt-BR
dc.relation.ispartofseriesv. 33, n. 6, p. 2170-2176, Dec. 2004pt-BR
dc.rightsOpen Accesspt-BR
dc.subjectComposição químico-bromatológicapt-BR
dc.subjectRação concentradapt-BR
dc.subjectResíduo agroindustrialpt-BR
dc.titleCasca de café em dietas de carneiros: consumo e digestibilidadept-BR
dc.typeArtigopt-BR

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