Química - Mestrado Profissional
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Item Protótipo de uma unidade de tratamento de água para o ensino e aprendizagem de Química(Universidade Federal de Viçosa, 2024-08-02) Ferreira, Ângela Pereira; Sousa, Rita de Cássia Superbi de; http://lattes.cnpq.br/5802998601913001A água é um recurso essencial para a manutenção da vida e para a garantia da sobrevivência do ser humano. Entretanto, sabemos que existem impurezas e microrganismos que podem ser prejudiciais ao consumo humano, caso não haja um tratamento adequado. A presente pesquisa apresenta o trabalho realizado em uma escola da rede pública estadual no município de Entre Folhas - MG que, em parceria com a COPASA/MG, do mesmo município, buscaram construir um protótipo de estação de tratamento de água dentro do espaço escolar. O objetivo da construção do protótipo foi viabilizar para os alunos, uma compreensão prática e aprofundada sobre o ciclo da água, poluição hídrica e processos de purificação. Além disso, a partir da implantação deste projeto, promoveu-se uma iniciativa educativa, destinada aos alunos do ensino médio, para que estes pudessem compreender a abordagem prática aos conhecimentos teóricos apresentados sobre processos de separação e tratamento de água. Desta maneira, considerou-se a experiência da construção de uma mini estação de tratamento, uma importante ferramenta de ensino abordando diferentes conteúdos de Química como processos de separação de misturas, misturas homogêneas e heterogêneas, soluções, substâncias químicas, ligações químicas e ao mesmo tempo reforçando a consciência ambiental. Viu-se a partir da realização desta pesquisa e pela aplicação de questionário, que muitos alunos necessitavam ter maiores conhecimentos acerca do processo de tratamento de água e do funcionamento das mini ETAs. Como resultado alcançado, foi possível alcançar todas as turmas de Ensino Médio da escola, tendo o projeto sido estendido para as outras séries do ensino fundamental. Concluiu-se que a construção do protótipo da mini ETA na escola, colaborou de modo positivo, integral e colaborativo para o processo de consolidação do ensino e aprendizagem em química durante as aulas possibilitando assim, a integração entre teoria e prática estabelecida dentro do contexto educacional em uma situação eficaz e promissora. Palavras-chave: Aulas práticas.; Mini ETA.; Água Tratada. ; Produto Educacional. ; Conhecimento.Item Elaboração e avaliação de uma sequência didática para estudo dos gases com uso de atividades investigativas no ensino médio(Universidade Federal de Viçosa, 2025-10-03) Silva, Silvanir Natalino de; Costa, Deyse Gomes da; http://lattes.cnpq.br/1460414841685176A pesquisa destacou a importância de metodologias que priorizem o protagonismo dos estudantes, reforça a necessidade de estratégias pedagógicas diferenciadas no ensino de Química e destaca o potencial das atividades investigativas como forma de estímulo ao aprendizado e a promoção da Alfabetização Científica. A Alfabetização Científica é uma das possibilidades para os estudantes compreenderem o mundo a sua volta, com a perspectiva da Ciência. Assim, esta pesquisa propôs uma abordagem para o ensino dos gases a estudantes da segunda série do Ensino Médio, por meio de atividades investigativas. As atividades foram desenvolvidas em quatro etapas utilizando recursos didáticos, que priorizaram a experimentação para promover o envolvimento dos estudantes. A primeira etapa consistiu na apresentação do trabalho e a realização de uma sondagem das concepções prévias dos estudantes por meio de um questionário individual no Google Forms. Na segunda etapa os estudantes foram organizados em grupos para leitura e debate do material de apoio fornecido pelo professor. Na terceira etapa, os grupos realizaram experimentos práticos para demonstrar propriedades e leis dos gases, culminando na apresentação de relatórios para a turma. A quarta etapa encerrou o ciclo com uma discussão com os estudantes sobre as atividades realizadas, as experiências vividas e a avaliação da Sequência Didática por meio de um questionário individual no Google Forms. Essa abordagem visou proporcionar uma compreensão prática e teórica dos fenômenos relativos aos gases. O trabalho alinhou-se com as recomendações da Base Nacional Curricular Comum e com o Plano de Curso do Estado de Minas Gerais para o Ensino Médio, priorizando a consolidação de competências, incluindo a análise crítica de modelos científicos. Palavras-chave: Palavras-chave: alfabetização científica; ensino de Química; atividades investigativas; estudo dos gases.Item Amarelinha organiquês: uma proposta de recurso educacional para o ensino de nomenclatura dos compostos orgânicos(Universidade Federal de Viçosa, 2024-12-04) Alves, Jhoseph Henrique Miranda; Novaes, Fabio Junior Moreira; http://lattes.cnpq.br/3984590451343794Uma parcela significativa dos estudantes conclui o Ensino Médio sem adquirir as competências necessárias para nomear compostos orgânicos, evidenciando lacunas no ensino de Química Orgânica. Sem essa habilidade, o indivíduo não será capaz de os reconhecer no ambiente que o cerca, como em alimentos, medicamentos, produtos de limpeza, entre outros materiais utilizados no cotidiano. Aprender nomenclatura orgânica é essencial para sua formação curricular e pré-requisito para interpretar e representar corretamente as estruturas moleculares, identificando suas propriedades e aplicações no dia a dia. Associando essa problemática com a falta de materiais didáticos que facilitem o processo de ensino e aprendizagem, em particular para o ensino de Química Orgânica, é apresentado um jogo físico chamado “Amarelinha Organiquês”, cujo objetivo é facilitar o aprendizado das regras de nomenclatura para compostos orgânicos. Este é um jogo que consiste no resgate de uma brincadeira popular com casas de percurso na forma de um tapete, dados coloridos que orientam o jogador a nomear, desenhar e montar estruturas moleculares de acordo com as regras da IUPAC, além de uma ficha de regras e um quadro resumo para consulta. O jogo foi desenvolvido com o intuito de promover um aprendizado mais dinâmico e acessível, unindo elementos lúdicos a conteúdos acadêmicos de forma criativa. Sua dinâmica visa despertar o interesse dos estudantes pela disciplina, criando oportunidades de exploração colaborativa e reflexiva sobre o tema abordado, permitindo uma maior fixação do conteúdo através de atividades que estimulam o raciocínio e a criatividade. Por fim, a "Amarelinha Organiquês" satisfaz os anseios do Novo Ensino Médio e da Base Nacional Comum Curricular por tornar o ensino mais diversificado e alinhado às demandas educacionais contemporâneas, promovendo um aprendizado que valoriza tanto o conhecimento acadêmico quanto a formação integral do estudante. Palavras-chave: Ensino de Química Orgânica; Interação Social; Jogo Didático; Materiais Educacionais de Baixo Custo.Item Química party: uma plataforma de jogos digitais como ferramenta educacional para revisar e discutir conceitos químicos(Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-09) Silva, Leandro Cosme Martins da; Novaes, Fabio Junior Moreira; http://lattes.cnpq.br/3274207690726386Apesar da relevância da Química para a compreensão do mundo natural, o seu ensino apresenta grandes desafios, com destaque para as práticas docentes pouco motivadoras e excessivamente teóricas, além do elevado grau de abstração e pouca contextualização dos temas estudados. Assim, este trabalho apresenta o “Química Party”, uma plataforma contendo jogos digitais interativos e de uso intuitivos, com o objetivo de revisar e discutir conceitos químicos de forma lúdica. Os conteúdos de Química foram previamente selecionados com a finalidade de propor práticas formativas dinâmicas, acessíveis e atrativas. Nesse sentido, a proposta baseia-se no uso da gamificação como estratégia metodológica integrada a jogos digitais interativos, por meio de atividades lúdicas que estimulam a participação ativa. O objetivo da pesquisa foi desenvolver um recurso educacional inovador, com foco no engajamento dos alunos na aprendizagem da Química. Para isso, buscou-se investigar a gamificação como estratégia pedagógica, organizando os conteúdos de forma lúdica e interativa, além de criar uma interface acessível para o uso offline e elaborar um material instrucional de apoio para docentes e discentes. Assim, a pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, com a revisão bibliográfica em fontes acadêmicas sobre metodologias ativas, gamificação, jogos digitais de Química, Ensino de Química cuja análise fundamentou o desenvolvimento da plataforma “Química Party”. O recurso foi elaborado com tecnologias acessíveis, levando a uma experiência interativa com jogos voltados à resolução de problemas e aplicação de conceitos químicos. Os resultados indicaram que os jogos favoreceram a motivação e a aprendizagem em Química. A utilização favoreceu a participação ativa dos alunos, despertando o interesse pela Química e favorecendo a sua assimilação. Além disso, a abordagem lúdica contribuiu para desenvolver a criatividade, a cooperação e a persistência, ao proporcionar um ambiente favorável ao aprendizado por meio do erro. Concluímos que a plataforma “Química Party” configura-se como uma proposta pedagógica inovadora para superar os desafios do ensino tradicional de Química, pautado na transmissão-recepção de informações. Palavras-chave: metodologias ativas; gamificação; jogos digitais ; ensino de química.Item Formação inicial dos professores de Química na Universidade Federal de Viçosa em diálogo com o desenvolvimento das competências socioemocionais(Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-10) Pinheiro, Marina Andressa Alves; Souza, Vinicius Catão de Assis; http://lattes.cnpq.br/4609795880923992Tendo como base a atual legislação educacional brasileira, destacamos a importância de abordar na formação inicial de professores o desenvolvimento de práticas que contribuam para construir saberes sobre as competências socioemocionais e a importância de o docente desenvolvê-las nas aulas de Química. Isso considerando que é desejável o professor ter consciência sobre as questões socioemocionais desde a sua formação de base, para que posteriormente pudesse mobilizar nas aulas aspectos relacionados à amabilidade, abertura a novas experiências, resiliência emocional, autogestão e engajamento com os outros, sendo possível abordar essa temática pode favorecer a relação professor/aluno e, consequentemente, a aprendizagem. Para tanto, analisamos as percepções de treze licenciandos em Química da Universidade Federal de Viçosa (UFV), campus Viçosa, sobre como as competências socioemocionais podem se relacionar à docência e às práticas formativas em sala de aula. Na pesquisa realizamos dois encontros presenciais para a produção dos dados. O primeiro discutiu documentos normativos que permeiam a Educação Básica, com destaque para a Base Nacional Comum Curricular e como ela aborda o desenvolvimento das competências socioemocionais no processo de ensino e aprendizagem. Com esse debate coletivo, verificamos nas falas dos licenciandos o quanto é necessário abordar esta temática durante a formação docente, de modo a favorecer o desenvolvimento holístico do professor, considerando as muitas demandas e desafios inerentes ao espaço escolar. No segundo encontro fizemos um Grupo Focal, quando abordamos questões pautadas nas reflexões trazidas anteriormente pelos licenciandos a respeito de como os aspectos socioemocionais podem afetar o processo de adaptação na universidade e no desenvolvimento acadêmico ao longo do curso. Além disso, discutimos os possíveis impactos na prática docente e na relação professor/aluno, tendo como foco o processo de ensino e aprendizagem. A partir dos resultados, constatamos que urge a necessidade da Licenciatura em Química na UFV incluir a abordagem das competências socioemocionais de forma transversal às disciplinas ofertadas, em especial aquelas no início do curso, quando os licenciandos indicaram ter enfrentado mais desafios. Com base nisso, foi elaborado um material didático, na forma de produto educacional, que visa auxiliar os professores da Licenciatura a articularem essa temática em suas disciplinas. Palavras-chave: desenvolvimento profissional ; licenciatura em química ; competências na educação em ciências; questões socioemocionais nas aulas de química; educação químicaItem Educação inclusiva e o ensino de Ciências/Química: uma revisão bibliográfica sobre as produções inclusivas voltadas à estudantes cegos(Revista Ponto de Vista, 2025) Vieira, Liliane; Catão, ViníciusO presente artigo examina a inclusão de estudantes cegos no ensino de Ciências da Natureza, com ênfase particular na Química, apresentando alguns dos empasses e avanços na área. A fundamentação teórica baseia-se nas obras de Camargo (2005 e 2020), Nuernberg (2008) e Mól (2019), que abordam a construção social da deficiência e as barreiras que Pessoas com Deficiência enfrentam na sociedade e no sistema educacional. Em termos metodológicos, o estudo consiste em uma pesquisa com abordagem qualitativa, de natureza básica. Quanto aos objetivos, pode ser caracterizada como descritiva, pois exige de quem a executa informações sistematizadas sobre o objeto de estudo. Em relação aos procedimentos, há um levantamento bibliográfico, do tipo Estado do Conhecimento, com artigos resultantes da busca no Portal de Periódicos da Capes. Em relação aos resultados, observa-se um aumento das publicações sobre educação inclusiva após a promulgação da Lei Brasileira de Inclusão, em 2015. Os artigos analisados foram classificados em quatro categorias emergentes, a saber: dificuldades no ensino, percepção social da inclusão, elaboração de recursos didáticos acessíveis e formação de docentes para a educação inclusiva. Verificou-se que a Química apresentou maior quantitativo de produções com recursos metodológicos adaptados e estudos voltados à inclusão de estudantes cegos. A Biologia, por sua vez, carece de investigações na área, demandando um maior investimento em pesquisas. Entre as lacunas identificadas, destaca-se a falta de materiais didáticos adaptados para o campo das Ciências em geral, a necessidade de formação continuada para os professores e o desenvolvimento de estratégias pedagógicas que favoreçam a inclusão em sala de aula, contribuindo para a construção do conhecimento científico. Assim, conclui-se que para alcançar a equidade educacional é essencial investir no desenvolvimento contínuo de materiais pedagógicos acessíveis e na formação de professores capacitados para atender às necessidades específicas de estudantes com algum tipo de deficiência visual.Item A química e a sustentabilidade no processo de desenvolvimento da alfabetização científica para o ensino médio(Universidade Federal de Viçosa, 2024-12-18) Bechler, Emerson William; Silva, Aparecida de Fatima Andrade da; http://lattes.cnpq.br/2222779798044490Este trabalho tem como objetivo a promoção da alfabetização científica como fundamento para a construção do conhecimento científico na área de Química, abordando a temática análise físico-química dos parâmetros que atestam a qualidade da água de abastecimento, levando em consideração sua utilização sustentável, bem como o estudo das etapas de tratamento existentes nas estações de tratamento de água. Para isto, foi elaborada uma sequência didática com metodologia científica, adotando de forma qualitativa um estudo de caso, e utilizando o modelo CTSA – Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente, com a finalidade de preparar os estudantes na promoção de sua atuação cidadã, crítica e responsável em sociedade. Seu desenvolvimento ocorreu com estudantes do 3º ano do Ensino Médio Integrado ao curso de Química na escola FUNEC – Unidade CENTEC do município de Contagem – MG. A medição destes parâmetros físico-químicos normalmente necessita de equipamentos e materiais sofisticados, que a maioria das escolas de nível médio não apresenta. Como forma de solucionar este problema, foi utilizado um kit de educação ambiental ALFAKIT de fácil acesso e utilização para a medição e quantificação dos parâmetros. Este procedimento pode ser realizado até mesmo em escolas que não possuem laboratório, com o objetivo de tornar a ciência, em particular a Química, mais acessível a comunidade escolar. Para alcançar os objetivos específicos propostos, é fundamental que após o desenvolvimento da sequência didática com os estudantes, seja feita uma avaliação do processo de aprendizagem, levando em consideração as ideias iniciais dos alunos, bem como as novas ideias elaboradas durante o desenvolvimento das atividades, com o objetivo de avaliar quais conceitos científicos que foram construídos no processo de ensino e aprendizagem. Essa avaliação foi realizada através de questionários disponibilizados aos estudantes, além de outros recursos, como mapas mentais, roteiros de práticas, sínteses escritas, vídeos e visitas técnicas. Desde a problematização inicial até a conclusão da pesquisa, os estudantes conseguiram estabelecer relações entre as atividades desenvolvidas e a metodologia CTSA – Ciência Tecnologia, Sociedade e Meio ambiente e buscamos evidências durante as intervenções realizadas da construção deste conhecimento científico. Por meio dos resultados obtidos em nossa pesquisa, concluímos que a abordagem CTSA e a alfabetização científica são as ações pedagógicas mais relevantes na construção dos objetivos propostos. É necessária uma maior divulgação desta metodologia na formação dos professores de Química, para que haja a correta contextualização entre teoria e prática na construção do verdadeiro saber científico. Palavras-chave: Alfabetização científica; Sustentabilidade; Análise de água; Ensino de Química.Item Sequência didática: uma imersão sobre água potável e saneamento no município de Ribeirão das Neves(Universidade Federal de Viçosa, 2024-11-13) Matias, Joice Chaves; Carneiro, Vania Maria Teixeira; http://lattes.cnpq.br/4583134101610267A introdução do novo Ensino Médio nas escolas de Minas Gerais trouxe para os professores um grande desafio: fazer com que sua área de formação dialogue com outras áreas do conhecimento. As novas disciplinas denominadas itinerários formativos podem ser lecionadas por professores de diversas áreas. Esse desafio é ainda maior, uma vez que não há materiais, como livros e apostilas que direcionam o ensino de todas as disciplinas, sendo necessário, portanto, que o professor crie sua sequência didática a partir da sugestão de tópicos de estudo. Um desses itinerários formativos é a disciplina “Saberes e Investigação da Natureza”, que faz parte da Unidade Curricular de aprofundamento nas quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Matemática. Além disso, essa disciplina tem como temas principais de estudo a água, a energia e o saneamento. Diante do exposto, essa pesquisa discute a importância do conhecimento sobre a água e o saneamento no município de Ribeirão das Neves. Tendo como produto uma sequência didática que poderá ser utilizada e adequada por outros professores que irão lecionar a referida disciplina ou outra disciplina correlata, respeitando a autonomia e realidade de cada município. Vale ressaltar que, para a disciplina em questão, não há planos de aula disponíveis gratuitamente na internet ou em livros, até a presente data, sobre o tema abordado, sendo então pioneira essa proposta de sequência didática. Palavras-chave: Saberes e Investigação da Natureza; Novo Ensino Médio; Itinerário formativo; Sequência didáticaItem Roleta química do café: uma estratégia metodológica de jogo didático para o Ensino de Química(Universidade Federal de Viçosa, 2024-09-06) Muzzi, Viviane Ornelas; Despaigne, Angel Amado Recio; http://lattes.cnpq.br/3001834426387274A educação em química enfrenta desafios significativos, especialmente no que diz respeito à abstração de conceitos que muitas vezes não se conectam com a realidade dos estudantes. Nesse contexto, a utilização de metodologias lúdicas, como jogos didáticos (gamificação), surge como uma alternativa promissora para engajar os estudantes e facilitar a compreensão dos conteúdos. O trabalho propõe a elaboração de um jogo de roleta com a temática do café, que visa tornar o aprendizado de conceitos químicos, a linguagem e os fenômenos mais significativo e contextualizado. A pesquisa explora a relação entre a história e a composição do café e os princípios químicos. A metodologia abrange a elaboração do jogo e a construção de uma sequência didática como sugestão para a aplicação do jogo em sala de aula, com o objetivo de estimular a interação e o interesse dos estudantes. Os resultados preliminares indicam que a utilização de jogos didáticos pode ser uma estratégia eficaz para melhorar a aprendizagem e a compreensão de conteúdos complexos na disciplina de química. Palavras-chave: jogos didáticos, ensino de química, gamificação, temática do café.Item O uso da gamificação através de aplicativos para smartphones na consolidação do descritor D-18 do PAEBES que envolve o ensino da tabela periódica(Universidade Federal de Viçosa, 2024-08-09) Lopes, Whydson Alexsandro; Pereira, Alexandre Fontes; http://lattes.cnpq.br/5700288623894215O ensino de Química precisa atender as necessidades do aluno do século XXI, da tida geração Z que está imerso em tecnologias e mídias sociais. O auxílio das tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC) nesse processo podem tornar as aulas mais atrativas favorecendo a assimilação dos conteúdos. De acordo com as exigências do Programa de Mestrado Profissional em Química em Rede Nacional (PROFQUI), esta pesquisa foi desenvolvida de modo a investigar a influência do uso das TDIC como metodologia ativa na consolidação do conteúdo referente ao estudo da Tabela Periódica (TP) através do uso de aplicativos móveis para smartphones. O estudo justifica-se pela importância de buscar metodologias diferenciadas como as mídias digitais para tornar as aulas mais atrativas, por meio do game que visa contribuir com a compreensão da Tabela Periódica pela sua organização, propriedades e aplicação em situações do cotidiano. A pesquisa realizada foi de cunho qualitativo visando analisar o desenvolvimento dos alunos diante da metodologia aplicada com uma abordagem descritiva. Sendo assim, foi utilizado um estudo de caso onde captou-se informações importantes junto aos sujeitos da pesquisa, alunos da 1ª série do Ensino Médio (EM) da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Álvaro Castelo. A partir dos resultados obtidos foram construídos gráficos que permitem visualizar o rendimento dos alunos após a aplicação de uma sequência didática elaborada, onde os estudantes da 1ª série Ensino Médio do Curso Técnico em Administração (ADM) apresentaram melhores resultado quando comparados aos alunos da 1ª série Ensino Médio do itinerário formativo Terra Vida e Cosmos (TVC). Como produto deste trabalho foi criado um aplicativo para smartphone, com o nome PERIOD QUIZ, que aborda questões sobre a TP desde a história, classificação, nomes e símbolos dos elementos químicos além das Propriedades Periódicas. Palavras-chave: Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação; Ensino de Química; Tabela Periódica; Gamificação.
