Atlantic rainforest remnant harbors greater biotic diversity but reduced Lepidopteran populations compared to a Eucalyptus plantation
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Florida Entomologist
Abstract
Study of the dynamics and distribution of lepidopteran defoliators is important because some of them are major pests of eucalyptus. More than 3,000,000 ha of eucalyptus are now
planted in Brazil even though the genus is not native there. The goal of this study was to document the frequency and constancy indexes of lepidopteran pests of Eucalyptus grandis Hill ex Maiden (Myrtaceae) collected with 5 light traps (replicates) in different habitats. The first and second traps were installed in a eucalyptus plantation at 400 and 200 m, respectively, from the interface with a native vegetation area (Atlantic Rainforest); the third in the interface and the fourth and the fifth in native vegetation at 200 and 400 m, respectively, from the interface zone. The most frequent primary pest species were Stenalcidia grosica Schaus,
1901 (Geometridae) and Thyrinteina leucoceraea Rindge, 1961 (Geometridae) with greater frequencies in the eucalyptus plantation at 400 and 200 m from the interface with the na-
tive vegetation. In the native vegetation at 200 m from the interface Oxydia vesulia Cramer, 1779 (Geometridae) (33.33%) was the most frequently collected primary pest species, and
in the interface zone, Eupseudosoma involuta Sepp, 1855 (16.27%), and Eupseudosoma aberrans Schaus, 1905 (Arctiidae) (15.22%) were the most frequently collected primary pest species. Native vegetation areas of Atlantic Rainforest are more spatially heterogeneous and abundant in host plant species than eucalypt plantations and the high level of species
diversity within native vegetation helps to provide natural biological control of herbivorous insects in nearby areas reforested with eucalyptus species.
Estudar a dinâmica e distribuição de lepidópteros desfolhadores é importante porque essas espécies são pragas importantes do eucalipto. Mais de très milhões de hectares estão plantados com eucalipto no Brasil, embora esse gênero não seja nativo daqui. O objetivo deste estudo foi documentar os índices de freqüência e constância de lepidópteros pragas de Eucalyptus grandis Hill ex Maiden (Myrtaceae) coletados com cinco armadilhas luminosas (repetiçães) em diferentes habitats. As primeira e segunda armadilhas foram instaladas em um plantio de eucalipto a 400 e 200 metros da transição com uma área de vegetação nativa (Mata Atlântica); a terceira na zona de transição e as quarta e quinta na vegetação nativa a 200 e 400 metros da zona de transição. As espécies de pragas primárias, mais freqüentes, foram Stenalcidia grosica Schaus, 1901 e Thyrinteina leucoceraea Rindge, 1961 (Geometridae), no plantio de eucalipto a 400 e 200 metros da transição com a vegetação nativa. Na vegetação nativa a 200 metros da transição, Oxydia vesulia Cramer, 1779 (Geometridae), com 33,33% e Eupseudosoma involuta Sepp, 1855 e Eupseudosoma aberrans Schaus, 1905 (Arctiidae), na zona de transição, com 16,27% e 15,22% dos indivíduos coletados, respectivamente, foram as espécies pragas primárias mais freqüentes nesses habitats. Áreas de vegetação nativa de Mata Atlântica são mais espacialmente heterogêneas e abundantes em plantas hospedeiras que em plantações. A elevada diversidade de espécies dentro da vegetação nativa ajuda o contróle biológico natural de insetos herbívores em áreas próximas com espécies de eucaliptos.
Estudar a dinâmica e distribuição de lepidópteros desfolhadores é importante porque essas espécies são pragas importantes do eucalipto. Mais de très milhões de hectares estão plantados com eucalipto no Brasil, embora esse gênero não seja nativo daqui. O objetivo deste estudo foi documentar os índices de freqüência e constância de lepidópteros pragas de Eucalyptus grandis Hill ex Maiden (Myrtaceae) coletados com cinco armadilhas luminosas (repetiçães) em diferentes habitats. As primeira e segunda armadilhas foram instaladas em um plantio de eucalipto a 400 e 200 metros da transição com uma área de vegetação nativa (Mata Atlântica); a terceira na zona de transição e as quarta e quinta na vegetação nativa a 200 e 400 metros da zona de transição. As espécies de pragas primárias, mais freqüentes, foram Stenalcidia grosica Schaus, 1901 e Thyrinteina leucoceraea Rindge, 1961 (Geometridae), no plantio de eucalipto a 400 e 200 metros da transição com a vegetação nativa. Na vegetação nativa a 200 metros da transição, Oxydia vesulia Cramer, 1779 (Geometridae), com 33,33% e Eupseudosoma involuta Sepp, 1855 e Eupseudosoma aberrans Schaus, 1905 (Arctiidae), na zona de transição, com 16,27% e 15,22% dos indivíduos coletados, respectivamente, foram as espécies pragas primárias mais freqüentes nesses habitats. Áreas de vegetação nativa de Mata Atlântica são mais espacialmente heterogêneas e abundantes em plantas hospedeiras que em plantações. A elevada diversidade de espécies dentro da vegetação nativa ajuda o contróle biológico natural de insetos herbívores em áreas próximas com espécies de eucaliptos.
