Biotecnologias na reprodução de suínos

dc.contributor.authorSilva, Caroline Brito da
dc.contributor.authorMonteiro, Pedro Vieira
dc.contributor.authorLopes, Bianca Queiroz
dc.contributor.authorValério, Maria Navarro
dc.contributor.authorGomes, Julia Lopes
dc.contributor.authorViana, Júlia Mapa
dc.contributor.authorCoelho, Gabriel do Nascimento
dc.contributor.authorRodrigues, Gustavo de Amorim
dc.contributor.authorSaraiva, Alysson
dc.date.accessioned2026-05-20T20:25:16Z
dc.date.issued2026
dc.description.abstractO Brasil se destaca como o quarto maior produtor mundial de suínos, com um crescimento significativo no número de matrizes alojadas (ABPA, 2024). Conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA, 2024), o país aumentou o número de matrizes de 1.970.611 em 2020 para 2.099.036 em 2023. Esse avanço não é apenas resultado do aumento da produção, mas também de melhorias contínuas em nutrição, sanidade, manejo e melhoramento genético. Adicionalmente, o investimento e o aprimoramento das biotecnologias reprodutivas têm se mostrado essenciais. Essas inovações são capazes de facilitar a integração eficaz de leitoas de reposição no plantel, além de melhorar a taxa de prenhez e, consequentemente, aumentar o número de leitões nascidos, promovendo a rentabilidade do setor (MELLAGI et al., 2022). A inseminação artificial (IA), em particular, é uma das principais biotecnologias aplicadas na reprodução de animais de criação, revolucionando o manejo reprodutivo ao possibilitar um ganho genético mais rápido e eficaz (KNOX, 2016). Esta técnica permite a disseminação controlada de características genéticas desejáveis, ampliando o alcance e a precisão dos programas de melhoramento genético (CHOUDHARY et al., 2016). Além de oferecer uma sincronização mais eficiente dos ciclos reprodutivos e um planejamento mais acurado dos partos, a inseminação artificial contribui significativamente para a melhoria do desempenho reprodutivo (KNOX, 2016; HERNÁNDEZ-CARAVACA et al., 2012). Atualmente, os protocolos de IA evoluíram para utilizar um número menor de espermatozoides por inseminação, resultando em uma redução no número de doses de sêmen necessárias por fêmea em cio, mantendo a eficácia e a eficiência do processo (HERNÁNDEZ-CARAVACA et al., 2012).
dc.identifier.citationSILVA, Caroline Brito da; MONTEIRO, Pedro Vieira; LOPES, Bianca Queiroz; VALÉRIO, Maria Navarro; GOMES, Julia Lopes; VIANA, Júlia Mapa; COELHO, Gabriel do Nascimento; RODRIGUES, Gustavo de Amorim; SARAIVA, Alysson. Biotecnologias na reprodução de suínos. Viçosa, MG: Os Autores, 2026. 33 p.
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.26626/9786556683386.2026B0001
dc.identifier.isbn978-65-5668-338-6
dc.identifier.urihttps://locus.ufv.br/handle/123456789/35322
dc.language.isopt-BR
dc.publisherOs Autores
dc.subjectSuínos – Reprodução
dc.subjectInseminação artificial
dc.subjectBiotecnologia animal
dc.titleBiotecnologias na reprodução de suínos
dc.typeLivro

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