Reatividade de anticorpos contra proteína N de SARS-CoV-2 em pacientes com doenças autoimunes e em tratamento com anticorpo monoclonal

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Data

2022-02-25

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Universidade Federal de Viçosa

Resumo

Pacientes com doença autoimune, como artrite reumatoide e espondilite anquilosante, podem apresentar alteração na resposta imune devido a patologia ou pelo uso constante de medicamentos imunossupressores ou imunobiológicos que afeta a resposta imunológica. Por isso, são considerados grupos de risco para covid-19 e podem também ter resposta e eficiência vacinal afetada. Considerando a indução de anticorpos contra antígenos do vírus SARS-CoV-2 como potencial marcador de resposta a vacina, este estudo objetivou a comparação da sororeatividade de anticorpos IgM e IgG contra a proteína N (nucleocapsídeo) grupos de indivíduos com doenças autoimunes e em uso de imunossupressores ou imunobiológicos em relação a indivíduos não acometidos por doença autoimune anteriormente e após a aplicação de vacina contra COVID-19. Para avaliação da soroprevalência, foram coletadas amostras de sangue de indivíduos em tratamento para doenças autoimunes, entre elas artrite reumatoide e espondilite anquilosante e em uso de anticorpos monoclonais (n=116). Estes indivíduos foram divididos nos seguintes grupos: infectados, não infectados, vacinados e não vacinados. A técnica de ELISA utilizando anticorpo secundário anti-IgM e anti-IgG foi utilizada para mensurar o nível de anticorpos em cada grupo de pacientes. Como resultado, foi observado uma maior concentração de IgM nos pacientes com doença autoimune do que nos indivíduos controle. Além disso, pacientes vacinados e em tratamento de apresentaram níveis de IgM alterados, indicando que a presença de doença autoimune e resposta a vacina pode ser diferente da população não afetada por doença autoimune. Palavras-chave: Doença autoimune. Anticorpos monoclonais. Imunogenicidade. COVID19. Soroprevalência.
Patients with autoimmune disease, such as rheumatoid arthritis and ankylosing spondylitis, may have an altered immune response due to pathology or the constant use of immunosuppressive or immunobiological drugs that affect the immune response. Therefore, they are considered risk groups for covid-19 and may also have an affected vaccine response and efficiency. Considering the induction of antibodies against SARS-CoV-2 virus antigens as a potential marker of vaccine response, this study aimed to compare the seroreactivity of IgM and IgG antibodies against N protein (nucleocapsid) in groups of individuals with autoimmune diseases and in use. of immunosuppressants or immunobiologicals in relation to individuals not affected by an autoimmune disease before and after the application of a vaccine against COVID-19. To assess seroprevalence, blood samples were collected from individuals undergoing treatment for autoimmune diseases, including rheumatoid arthritis and ankylosing spondylitis, and using monoclonal antibodies (n=116). These individuals were divided into the following groups: infected, uninfected, vaccinated and unvaccinated. The ELISA technique using secondary anti-IgM and anti-IgG antibodies was used to measure the level of antibodies in each group of patients. As a result, a higher concentration of IgM was observed in patients with autoimmune disease than in control subjects. In addition, vaccinated and treated patients had altered IgM levels, indicating that the presence of autoimmune disease and vaccine response may be different from the population unaffected by autoimmune disease. Keywords: Autoimmune disease. Monoclonal antibodies. Immunogenicity. COVID-19. Seroprevalence.

Descrição

Palavras-chave

COVID-19 (Doença), Vacinas, Doenças autoimunes, Anticorpos monoclonais, Estudos soroepidemiológicos

Citação

ANDRADE, Iara de Lys. Reatividade de anticorpos contra proteína N de SARS-CoV-2 em pacientes com doenças autoimunes e em tratamento com anticorpo monoclonal. 2022. 48 f. Dissertação (Mestrado em Bioquímica Aplicada) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2022.

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