Agronomia (Produção Vegetal) - CRP

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    Caracterização química de feijão e café produzidos em solos fertilizados com pós de rochas
    (Universidade Federal de Viçosa, 2016-04-27) Ribeiro, Lorena; Mendes, Fabrícia Queiroz; http://lattes.cnpq.br/7028965666153956
    Dos mais de 90 elementos de ocorrência natural na superfície terrestre, menos de 30 são essenciais aos organismos. As rochas são fonte de quase todos os elementos químicos que ocorrem naturalmente na superfície terrestre. No homem, a maior parte destes elementos estão presentes em concentrações menores que 0,1 % da massa corpórea e são denominados micronutrientes. Estes micronutrientes exercem uma enorme gama de funções no organismo. Os elementos constituintes das rochas, ao serem liberados pelo intemperismo, podem ser disponibilizados no solo e entrarem na cadeia alimentar através das plantas. No Brasil tem havido uma revalorização da aplicação de pós de rochas silicatadas na agricultura, especialmente impulsionada pela situação de dependência externa das fontes solúveis de nutrientes, o que gera demandas crescentes por pesquisas com estas fontes visando melhorar seu aproveitamento. Dessa forma, a presente proposta tem por objetivo quantificar os micronutrientes cobre, zinco, lítio, cobalto, vanádio e níquel em grãos de feijão e café fertilizados com pós de rochas, para verificar se há incremento nos níveis destes micronutrients, além da determinação de proteína, lipídeo, carboidrato e cinzas nos grãos de feijão e da determinação de pH, condutividade elétrica, acidez titulável e análise sensorial dos grãos de café. A fertilização com o pó de basalto, no experimento do feijão, não mostrou incremento em seus componentes (proteínas, lipídeos e carboidratos), somente um aumento do teor de cinzas. Para o experimento do café, cultivados com diferentes fontes de potássio, não houve diferença nos valores de pH, condutividade elétrica e acidez titulável. Na análise sensorial do café, o uso de diferentes fontes de potássio não influenciou nos atributos avaliados. Dentre os micronutrientes avaliados, em ambos os experimentos, foram detectados somente o zinco e o cobre. Nos experimentos realizados, a adição de pós de rocha não alterou os teores de zinco e cobre e os valores encontrados estavam abaixo do máximo permitido pela legislação. Portanto, o uso de pó de rocha como fertilizante demonstrou ser uma alternativa para o uso como fertilizante convencional, uma vez que não alterou a composição química do feijão preto e do café.
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    Respostas morfofisiológicas e de produtividade de cultivares de Coffea arabica L. em função da variação do espaçamento na linha de plantio
    (Universidade Federal de Viçosa, 2015-02-20) Almeida, Wellington Luiz de; Ronchi, Cláudio Pagotto; http://lattes.cnpq.br/1352377403804748
    Objetivou-se neste estudo caracterizar as respostas morfofisiológicas de cultivares de Coffea arabica L., submetidas a diferentes espaçamentos na linha de plantio, associando-as com a produção por planta e a produtividade desses materiais. Quatro cultivares de café arábica (Catuaí Vermelho IAC 144, Catuaí Amarelo IAC 62, Catuaí Amarelo IAC 32 e Tupi RN IAC 1669-13) foram plantados em janeiro de 2010, no espaçamento de 3,80 m entre linhas, adotando-se os espaçamentos de 0,40, 0,50, 0,60, 0,70 e 0,80 m entre plantas na linha. Em abril e dezembro de 2013 e, também, em abril de 2014, em ramos produtivos posicionados no sentido da linha ou perpendicularmente a esta, foram feitas avaliações de trocas gasosas, de parâmetros de fluorescência da clorofila a, dos teores de pigmentos fotossintéticos, da anatomia do limbo, assim como de diversas medidas relacionadas ao crescimento, área foliar e partição de matéria seca do ramo plagiotrópico com carga pendente. Não obstante, a produção de café por planta, a produtividade, a uniformidade de maturação dos frutos e a análise física dos grãos foram mensuradas nas safras 2013 e 2014. Utilizou-se do delineamento em blocos ao acaso, com quatro repetições. O fator espaçamento não influenciou a produtividade, entretanto houve reduções significativas na produção por planta com a redução dos espaçamentos na linha em todos os cultivares. A maior produtividade, em dois anos consecutivos, foi verificada na cultivar Catuaí Amarelo IAC 62, independentemente dos espaçamentos testados. A relação área foliar:fruto aumentou linearmente com a redução do espaçamento, variando de 11 cm 2 por fruto, no espaçamento de 0,8 m, a 22 cm 2 por fruto, no espaçamento de 0,4 m, na safra 2013. As variações na produção por planta em função do espaçamento, independentemente de cultivares, não foram explicadas pelas medidas instantâneas de trocas gasosas, pelos níveis de pigmentos foliares e nem pelo desempenho fotoquímico do FSII, apesar de terem sido observadas diferenças nos viníveis de pigmentos e nos parâmetros de fluorescência entre folhas de ramos mais expostos ou mais internos à copa. Evidenciou-se, no menor espaçamento entre plantas, redução na espessura do mesofilo, bem como na parede periclinal externa adaxial e epiderme adaxial. A redução da produção por planta, com o decréscimo do espaçamento na linha, verificada em todas as cultivares, ocorreu em consequência da redução drástica do número de frutos por ramo (associada ao menor número de frutos por roseta e não à redução do número de nós por ramo), independentemente da posição do ramo no dossel, e a intensidade dessa resposta variou com a cultivar e com o estádio fenológico da cultura.
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    Determinação de elementos tóxicos em café: grãos torrados e em infusão
    (Universidade Federal de Viçosa, 2015-02-24) Silva, Sabrina Alves da; Mendes, Fabrícia Queiroz; http://lattes.cnpq.br/0224243544736136
    A cultura do café é de grande importância no cenário brasileiro, já que o Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo e segundo maior consumidor. Minas gerais é o estado de maior cultivo e produção de café, detendo 54% da área cultivada do país.A região do Alto Paranaíba se destaca pela produção em volume e pelo cultivo desta cultura em todos os municípios da região. Cada vez mais os consumidores buscam por cafés de melhores qualidades (sensoriais e higiênico-sanitárias) para seu consumo. E a presença de certos compostos pode comprometer a saúde dos consumidores, como é o caso dos elementos tóxicos: elementos metálicos estáveis, não degradáveis, persistentes e acumulativos, que podem causar efeitos maléficos, agudos ou crônicos, ao organismo, como, por exemplo, o chumbo, cádmio e arsênio. Estes elementos estão presentes no solo devido ao processo de formação do mesmo, condições ambientais e/ou práticas tecnológicas, podendo serem facilmente absorvidos pelas plantas e acumulados nos grãos, algumas vezes até em concentrações acima dos valores permitidos pela legislação. O objetivo deste trabalho é determinar o teor de elementos tóxicos em cafés torrados e na infusão. Foram analisadas 50 amostras de café; estas amostras passaram pelo processo de torrefação média e posteriormente foram mineralizadas por via úmida. Foi feito o preparo da infusão a partir do café torrado, e esta foi concentrada 10 vezes e também mineralizada por via úmida. A determinação e quantificação foram realizadas através de leitura no espectrofotômetro de absorção atômica para os seguintes elementos: manganês (Mn), zinco (Zn), cobre (Cu), cádmio (Cd), cromo (Cr), níquel (Ni) e chumbo (Pb). No café torrado, os elementos encontrados em maiores concentrações foram o manganês, zinco e cobre. Nas amostras de café torrados os teores médios de Zn, Ni, Cu e Cr se encontram dentro dos limites permitidos por legislação, mas para o Cr, 66% das amostras de café o apresentavam em concentrações superiores ao permitido. Para o Pb 74% das amostras o continham em teores superiores ao permitido. Nas infusões os teores de elementos tóxicos encontrados foram bem menores e pouco significativos no que se refere à (UL) ingestão máxima diária dos elementos Ni, Mn, Cu, Cr e Zn. Mas os elementos cádmio e chumbo foram encontrados em concentrações superiores e em algumas amostras em teores muito altos.
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    Resistência a inseticidas neurotóxicos e seus mecanismos em populações brasileiras de Leucoptera coffeella
    (Universidade Federal de Viçosa, 2013-07-30) Costa, Daianna Pereira; Silva, Ézio Marques da; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4764367J6; Visôtto, Liliane Evangelista; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4706269H8; Fernandes, Flávio Lemes; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4737804A8; http://lattes.cnpq.br/8355315737602346; Pimentel, Marco Aurélio Guerra; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4762855A4
    Dentre as pragas incidentes na cafeicultura o bicho-mineiro-do-cafeeiro, Leucoptera coffeella, é considerada uma praga-chave. O uso do controle químico tem sido o principal método empregado, a contínua utilização de inseticidas pode provocar a perda de eficácia e a seleção de populações de bicho-mineiro resistentes. Para diagnosticar a possível resistência a inseticidas de populações brasileiras do bicho- mineiro, avaliou-se as respostas de seis populações de L. coffeella expostas a inseticidas em distintas doses e tempos, e avaliação bioquímica das lagartas. Os inseticidas utilizados foram: abamectina (18 CE g de i.a./L), clorantraniliprole (350WG g de i.a./L), clorpirifós (480 CE g de i.a./L), deltametrina (25 CE g de i.a./L), profenofós (550 CE g de i.a./L), tiametoxam (250 WG g de i.a./L) e tiametoxam+ciproconazol (600 WG g de i.a./L). Os ensaios bioquímicos foram: avaliação de proteínas totais, atividade especifica enzimática de fostotriesterase, acetilcolinesterase e glutationa S-transferase. Todas as populações de L. coffeella apresentaram resistência a pelo menos um inseticida. indicando que o seu uso deve ser evitado. As populações resistentes aos respectivos inseticidas, são: Abaeté dos Mendes-MG: clorpirifós, clorantraniliprole e profenofós; Carmo do Paranaíba-MG: abamectina, clorantraniliprole e deltametrina; Franca-SP: tiametoxam; Guaranhuns- PE: abamectina e clorpirifós; Rio Paranaíba-MG: clorantraniliprole, deltametrina, profenofós, tiametoxam e tiametoxam+ciproconazol; Santa Tereza-ES: abamectina, clorpirifós, deltametrina e tiametoxam+ciproconazol. Clorpirifós e profenofós apresentaram no presente estudo resistência cruzada. Os inseticidas com maior tempo letal nas respectivas populações, são: Carmo do Paranaíba-MG: deltametrina; Rio Paranaíba-MG: deltametrina; Abaeté dos Mendes-MG: clorpirifós; Guaranhuns-PE: clorantraniliprole. A atividade específica da enzima fosfotriesterase esta envolvida na resistência do inseticida profenofós referente a população de Franca-SP.