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    O território da Escola Nacional de Energia Popular em Viçosa-MG
    (Oikos: Família e Sociedade em Debate, 2023) Assis, Renan; Silva, Nelmires Ferreira da
    Este trabalho visa compreender o território da Escola Nacional de Energia Popular e como este se articula com as entidades que a compõem. Assim, foram realizadas cinco entrevistas semiestruturadas, nas quais buscou-se informações a respeito da historicidade das entidades, suas ações sobre o espaço e a relação delas com a ENEP. A partir desses dados foram elaborados cinco mapas representativos das territorialidades de cada entidade. Os territórios e territorialidades assim reveladas demonstram múltiplas escalas no ínterim de cada organização. A partir disso, podemos concluir que o território da ENEP possui grande abrangência em suas possíveis conectividades. O espaço da Escola é potente pela sua complexa articulação territorial, que amplifica a possibilidades de ações que se realizam sobre a ENEP.
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    Formação continuada de professores no contexto da libras e sua influência na inclusão de surdos em territórios educacionais
    (Revista Ponto de Vista, 2025) Oliveira, Sávio Rodrigues de; Gomes, Bianca Sena
    A territorialidade discute a marcação de espaço em um determinado lugar, podendo ser estabelecido por um grupo de pessoas que compartilham as mesmas características sociais e políticas (Souza, 1995; Claval, 1996). Nesse sentido, pessoas surdas, sendo minoria linguística no Brasil e possuidoras de uma cultura e identidade próprias, precisam se estabelecer no âmbito educacional de escolas regulares. Muitos desses territórios educacionais não estão preparados para receber tais sujeitos, devido à falta de formação profissional nessa área. É nesse viés que tal pesquisa se estabelece, objetivando-se principalmente em analisar o curso Celib nas Escolas e propor melhorias para a formação dos profissionais no âmbito da surdez em uma cidade no interior de Minas Gerais, visando contribuir para a marcação de território da comunidade surda e, consequentemente, colaborar para efetivar uma verdadeira inclusão escolar para esses sujeitos. Como metodologia de estudo, utilizou-se abordagens históricas e comparativas, com um cunho qualitativo (Lakatos; Marconi, 2017), considerando o histórico do sujeito surdo e a legislação que endossa a necessidade de uma educação inclusiva. A ferramenta para análise de dados se baseou em entrevistas semiestruturadas com os profissionais que realizaram o curso Celib nas Escolas e em discussões ocorridas ao longo das aulas. Os resultados indicaram um despreparado das escolas estudadas em receber alunos surdos em seu território escolar, dada a ausência de formação em Libras dos profissionais atuantes naquele espaço. Conclui-se que cursos de formação continuada que contemplem a educação inclusiva são fundamentais para uma territorialização dos surdos nos ambientes escolares.
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    O livro didático de Geografia
    (Revista Ponto de Vista, 2023) Silva, Gabriela Rodrigues da
    A obra intitulada "O livro didático de geografia e os desafios da docência para aprendizagem" resulta da colaboração entre diversos geógrafos e professores de geografia. Em seu escopo encontra-se uma série de artigos referentes ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e o processo de avaliação das coleções didáticas, enfocando, logicamente, o conteúdo-forma dos livros didáticos de geografia, que são disponibilizados às instituições de ensino brasileiras. Não obstante, discute-se o fato de o livro didático colocar-se enquanto um obstáculo a autonomia dos professores da educação básica, ao passo em que, muitas vezes, apresenta-se como o único recurso didático acessível para esses sujeitos. Em suma, o texto é rico em informações, problematizações e soluções a curto prazo, já que apresenta alternativas complementares ao livro didático, logo, é leitura obrigatória para os licenciandos em geografia e os professores inseridos no contexto das escolas públicas brasileiras.
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    Distribuição espacial da intensidade da ilha de calor de superfície no verão e inverno em Viçosa
    (Revista Ponto de Vista, 2024) Santos, Larissa Galvão Fontes dos; Fialho, Edson Soares
    O avanço nos métodos de pesquisa em clima urbano, propiciou diferentes formas de monitorar o clima das cidades, dentre elas, a análise do campo térmico de superfície. O sensoriamento remoto tem auxiliado a gestão dos recursos naturais e planejamento urbano. Nesse sentido, o presente trabalho procura contribuir, por sua vez, analisandoo campo térmico de superfície do município de Viçosa (MG), em situaçãode inverno e verão do ano de 2018. Para isso, foram utilizadas duas imagens do satélite Landsat 8, datadas em 20/01/2018 e 02/09/2018 na elaboração da temperatura de superfície e do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada, bem como o mapeamento do uso e cobertura da terra por meio do Mapbioma. Diante das análises, foi possível observar que, o município tanto no inverno, quanto no verão, as menores temperaturas de superfície se concentram onde há maior proeminência de formações vegetais, enquanto, as maiores, se encontram em áreas de pastagem e área urbana, esta última, sobretudo no verão. As maiores diferenças entre campo cidade, identifica-se que as áreas de pastagem degradada, com solo exposto, apresentaram o locais de maior diferença entre os valores de temperatura de superfície, com os ambientes florestados.
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    A prática do estágio na formação docente: um olhar sobre a experiência vivida no CAp - COLUNI/UFV no contexto presencial e remoto, em virtude da pandemia do COVID-19
    (Revista Ponto de Vista, 2021) Martins, Geisevânia; Cunha, Marco Túlio; Taylor, Maik; Costa, Yann; Tiradentes, Leomar
    O estágio é uma forma de aprendizado e como tal, deve ser feito visando ao máximo preparar o licenciando para lidar com os desafios inerentes da carreira docente. Com base em algumas importantes referências bibliográficas e também toda a nossa trajetória no estágio até aqui, buscaremos nesse texto compartilhar vivências e momentos do cotidiano de quatro estagiários do curso de Geografia da Universidade Federal de Viçosa (UFV). O estágio ocorreu no Colégio de Aplicação COLUNI-UFV. Detalharemos nesse breve relato nosso contato direto, pela primeira vez, com a sala de aula de uma escola após nosso ingresso no curso de licenciatura em Geografia pela UFV. Também apresentaremos como ocorreram nossas experiências com os mais variados locais e pessoas que compõem o ambiente escolar, como as áreas comunitárias, as salas de aulas, laboratórios, as salas dos professores, e os próprios professores, alunos e demais profissionais que compõe o corpo administrativo. Além disso, também buscamos trazer nesse relato as mudanças que ocorreram devido à pandemia de COVID-19. Fazendo com que nosso estágio passasse a ser executado, depois de alguns meses paralisados de forma completamente remota via tecnologias digitais e online. Por fim, também faremos uma diferenciação entre a modalidade presencial e remota, destacando os pontos positivos e negativos que acompanham essa mudança.
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    A construção da consciência socioambiental no ensino de Geografia
    (Revista Ponto de Vista, 2021) Sek, Philipe de Freitas; Fialho, Edson Soares
    O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) para a formação docente de qualidade, é no presente trabalho o foco da reflexão sobre o ensino de Geografia, a partir da experiência sobre o papel capaz de viver os possíveis dramas e alegrias da prática docente, e também sobre a oportunidade de elaboração e aplicação do projeto “Consciência Socioambiental: uma proposta para o ensino de Geografia” desenvolvido por discentes do curso de Geografia da Universidade Federal de Viçosa (UFV), na Escola Estadual Dr. Mariano da Rocha, no município de Teixeiras-MG, que tem como pano de fundo os preceitos geossistêmicos que apontam para uma compreensão da totalidade do mundo, na esperança de contribuir para a Educação Ambiental com um olhar geográfico (comumente abordada no Ensino Básico pelas disciplinas de Geografia e Ciências/Biologia).
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    Geografia física no ensino superior: entendimentos preliminares do conceito e das relações com a natureza
    (Revista Ponto de Vista, 2020) Marinho, Marina
    Uma das características mais icônicas da Geografia é o seu constante contato com outras ciências. O conteúdo da geografia física, especificamente, e a sua interface com outras ciências como a física, a química e a estatística fazem esta área de saber científico ser visto com certo temor e técnicas tidas como favoritas da geografia física, como as tecnologias de informação geográfica, vem ampliando seu distanciamento do objeto geográfico. Nesse sentido, o presente trabalho busca compreender, a partir das noções conceituais de natureza, sociedade e suas relações, as diferentes visões de natureza e limitações enfrentadas pelo “geógrafo calouro” e extrair qual ou quais naturezas existem em suas interpretações. Tendo esse problema em mente, os dados amostrados foram coletados através de um questionário aberto e a análise das respostas foram categorizadas em três grandes grupos: o de natureza intocada, o de natureza transformada e o de natureza como recurso. Os resultados obtidos foram quatro nuvens de palavras-chave que mais se evidenciaram nas respostas dos alunos e que a diversidade do conceito de natureza dentro e fora da ciência foi o dado mais relevante da pesquisa
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    Análise da distribuição da Temperatura de Superfície em relação ao Índice de Vegetação por Diferença Normalizada, em estação seca e chuvosa, no município de Teixeiras- MG
    (Revista Ponto de Vista, 2020) Santos, Larissa Galvão Fontes dos; Fialho, Edson Soares
    O emprego do sensoriamento remoto nos estudos do clima das cidades tem sido cada vez mais frequente, em razão da facilidade de aquisição das imagens orbitais, além da possibilidade de análises temporais e espaciais, que permite se fazer abordagens em diferentes escalas de análise. Por essas propriedades, tem sido utilizado não só para monitoramento de processos ambientais, como também suas respectivas respostas térmicas. Nesse sentido, o presente estudo tem por objetivo analisar o padrão da distribuição da cobertura vegetal no município de Teixeiras- MG por meio do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e suas respectivas interferências na Temperatura de Superfície em dois períodos, estação seca e chuvosa. Para tal, foram utilizadas imagens do Landsat 8, sensor TIRS/OLI nas datas de 22/12/2018 e 04/09/2019. Na estação chuvosa foram encontradas temperaturas mais amenas no ambiente rural e valores mais altos de NDVI quando comparados a estação seca, diferente da área urbana, que se mostrou mais elevada no verão. Com tudo, concluiu-se que a vegetação possui grande interferência na TST e a sua implementação de forma expressiva nos ambientes urbanos podem ser essenciais para amenização de desconfortos futuros.
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    Geografia dos esportes: apontamentos para o ensino médio
    (Revista Ponto de Vista, 2020) Tiradentes, Leomar
    Compreendido como uma atividade polissêmica e de caráter múltiplo, os esportes são grandes consumidores do espaço geográfico e por consequência, usufruem dos principais conceitos da Geografia, como por exemplo, o lugar, a paisagem, o território, entre outros, se vinculando cada vez mais à ciência geográfica. Existe uma interação entre ambos e ela ocorre no seio da sociedade. Considerando a Geografia dos Esportes como uma possibilidade de tratar esse fenômeno da sociedade contemporânea, cada vez mais estimulado pela mídia e também enraizado no imaginário popular, o presente trabalho tem como objetivo analisar as variáveis que possibilitam aos alunos do ensino médio brasileiro, pensar o esporte como novo elemento de uma Geografia, que interage e interfere no consumo e no fazer cotidiano. A pesquisa aborda uma discussão e revisão do tema para o ensino de Geografia em nível médio apontando sugestões para a sua prática. Conclui-se que os esportes constituem uma atividade heterogênea, fruto de uma territorialização que envolve complexas relações e que cativa o mundo e a sociedade de um modo geral, sendo percebidos como parte integrante de processos que envolvem a análise espacial e a caracterização socioeconômica e político cultural, elementos por excelência, geográficos.
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    Diagnóstico da recuperação ambiental no IF Sudeste MG -campus Rio Pomba
    (Revista Ponto de Vista, 2020) Almeida, Náiron Ribeiro de; Ferreira, Flávia Monteiro Coelho
    Muitos ecossistemas têm sido transformados ou degradados pela ação humana. A recuperação desses ecossistemas é parte essencial da estratégia de conservação da biodiversidade e das funções ecológicas a ela associadas e deve ser considerada um componente integral do manejo das paisagens. O objetivo do trabalho foi realizar um diagnóstico das iniciativas de recuperação ambiental de áreas degradadas no IF Sudeste MG –campus Rio Pomba no período de 2010 a 2017 no que se refere aos critérios de escolha de espécies utilizadas, manejo adotado e monitoramento, a fim de fomentar futuras ações. A áreas foram identificadas a partir de entrevistas realizadas com docentes e técnicos do instituto ligados ao estudo da biodiversidade. Posteriormente visitas a campo e pesquisas bibliográficas foram utilizadas para a coleta de dados referentes às práticas utilizadas na recuperação. Respeitadas as particularidades de cada área e os objetivos de cada iniciativa de recuperação, pode-se dizer que as iniciativas atenderam parcialmente aos requisitos referentes à escolha das espécies; nativas, pioneiras e não pioneiras e frutíferas. Entretanto nota-se que a escolha das espécies pode ser realizada de forma mais criteriosa, priorizando espécies da flora local e que o manejo e monitoramento das áreas deve compor um programa institucional que integre o ensino, a pesquisa e a extensão. É importante o amadurecimento não apenas da base ecológica, mas também da interface entre a recuperação em si, osbenefícios sociais e as políticas públicas relacionadas.