Teses e Dissertações

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Teses e dissertações defendidas no contexto dos programas de pós graduação da Instituição.

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    Atividade de extratos de plantas medicinais da Amazônia sobre três patógenos bacterianos do tomateiro
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-02-17) Cavalcante, Gilcianny Pignata; Oliveira, José Rogério de; http://lattes.cnpq.br/3318950078634379
    A utilização de extratos vegetais para o controle de bacterioses de plantas tem sido pouco estudada. O uso desses produtos pode ser mais uma alternativa como parte das medidas de manejo de bacterioses de plantas, principalmente devido à falta de um produto eficiente para o controle dessas doenças. As plantas, assim como todos os organismos vivos, possuem rotas metabólicas que são fundamentais para sua sobrevivência. No entanto, as plantas também são capazes de produzir substâncias denominadas metabólitos secundários que possuem várias funções importantes como proteção contra o ataque de microorganismos fitopatogênicos. O trabalho teve como objetivo avaliar a atividade de EAs, EHEs, SVs e óleos essenciais de plantas medicinais da Região Amazônica contra três bacterioses do tomateiro: cancro bacteriano, murcha bacteriana e pinta bacteriana. Foram selecionados somente os extratos que inibiram completamente o crescimento das três bactérias. O índice de repressão destes extratos, em várias concentrações, foi determinado. O EA AM15 apresentou100% de repressão às três bactérias testadas, seguido da SV AM16 com o índice de repressão de 100% para R. solanacearum e P. syringae pv. tomato. Estes extratos selecionados foram avaliados em casa de vegetação no manejo das três doenças. Os EAs e a SV foram utilizados nas plantas de duas formas: pulverizados na parte aérea e regados no solo. No controle da murcha bacteriana os efeitos dos extratos foram dependentes da temperatura. Para a pinta bacteriana dois extratos aplicados no solo na forma de rega exerceram efeito satisfatório, enquanto o oxicloreto de cobre não foi eficiente contra a doença. Quanto ao cancro bacteriano os extratos aplicados na forma de rega foram mais eficientes. Esses resultados mostram o potencial desses extratos no manejo de doenças causadas por bactérias.
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    Síntese, caracterização e avaliação antifúngica de complexos de estanho com ligantes (N,S)-ambidentados
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-07-28) Rocha, Eduardo Pereira da; Maia, José Roberto da Silveira; http://lattes.cnpq.br/2562496113487484
    Foram sintetizados 4 ligantes derivados do grupo 3-metiI-1- mercaptoimidazol, sendo 3 inéditos, preparados pela reação, em meio básico, com dibromometano, 1,2-dibromoetano, 1,6-dibromohexano, geraram derivados bis-(3-metil-1-mercaptoimidazoI)-metano (L1), bis-(3-metil-1- mercaptoimidazol)-etano (L2), bis-(3-metil-1-mercaptoimidazoI)-hexano (L3) e ainda o bis-(mercaptopirimidina)-butano (L4). Esses ligantes apresentaram em seus espectros de IV ausência de sinais referentes à ligação S-H, mostrando estiramentos da ligação C-S. Estes compostos não apresentaram atividade biológica frente aos fungos Aspergilus flavus, Bipolaris, Colletotrechum C64, Fusarium semitectum, Fusarium gramínearis, Alternaria alternata, nas concentrações de 500, 1000 e 2000 ppm. O teste herbicida mostrou que esses ligantes apresentam baixa atividade quando comparado aos complexos e aos precursores metálicos, sendo que o L2 aponta ser estimulante da parte aérea das plantas testadas. A partir desses ligantes, foram obtidos complexos com os precursores metálicos clorotrifenilestanho(lV), diclorodifenilestanho(lV) e dicloroestanho(ll). Os complexos apresentaram-se pentacoordenados, tendo valores de RMN de 119Sn entre os valores de -46 a -71 ppm. Os complexos, de acordo com o Infravermelho, apresentaram a ligação Sn-N e Sn-S, nos complexos. Os complexos foram testados frentes aos mesmos fungos analisados para os ligantes, apresentando os complexos de trifenilestanho(lV) maiores atividades que os complexos de difenilestanho(lV). Para o fungo Altemaria alternata apenas os complexos de trifenilestanho(IV) foram ativos a 500 ppm, para o fungo Fusarium semitectum todos os complexos foram inativos. Para o fungo Fusarium graminearum apenas os complexos C1 e C4 foram ativos. Para os fungos Bipolaris sp. e Aspergilus flavus apenas os complexos C2 e C6 foram ativos. Para o Coletotrechum C64 os complexos C3 e C4 foram ativos. O complexo formado pelo ligante bis-(mercaptopirimidina)- butano (C4) apresentou-se mais ativo que os complexos derivados dos ligantes bis-(3-metiI-1-mercaptoimidazol)-alcanos com o clorotrifenilestanho(UV) (C1, C2, C3), e com o diclorodifeniIestanho(IV) (C5, C6, C7). 0 teste herbicida dos complexos mostrou que os precursores metálicos bem como os complexos possuem alta inibição no crescimento de sementes de Cucumis sativus e Sorghum bicolor, com média de 90%, e que a inibição da parte radicular aérea apresenta alta inibição, com os valores superiores a 95%.
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    Diferentes soluções de manipulação na viabilidade de embriões de camundongas e na taxa de gestação de receptoras de embrião bovino
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-05-30) Lopes, Flávio Guiselli; Costa, Eduardo Paulino da; http://lattes.cnpq.br/4325348070015581
    O objetivo deste trabalho foi substituir as soluções de manipulação de embriões bovino em uso na rotina de TE por meios mais simples e estáveis e, que possam ser armazenados em temperatura ambiente. Na primeira etapa experimental, foram utilizados embriões de camundongas nos estádios de blastocisto inicial (Bin), mórula compacta grau I (McI) e II (McII), distribuídos aleatoriamente em três tratamentos, de acordo com o meio de manutenção: T1 - PBS modificado (Controle); T2 (MD1) e T3 (MD2). Os embriões foram mantidos durante quatro horas no meio de manutenção e, posteriormente cultivados em meio TCM 199. Após o término do tempo de cultivo, os embriões de cada tratamento foram separados aleatoriamente em amostras para avaliação da taxa de clivagem e morfometria, aspectos ultra-estruturais, detecção de apoptose celular e quantificação de expressão gênica de Hsp70.3. A taxa de desenvolvimento dos embriões após manutenção por quatro horas nos meios de manipulação foi inferior (P<0,05) para os embriões do Controle, quando comparada com os embriões do MD1 e MD2, diferença esta não observada (P>0,05) após o cultivo in vitro. Contudo, os embriões McII do MD2 tiveram um maior desenvolvimento (P<0,05), quando comparado com embriões do Controle e MD1, indicando o efeito benéfico do enriquecimento do meio MD2. Não foi verificada diferença (P>0,05) entre tratamentos no diâmetro celular, nuclear, nucleolar, na relação núcleo:nucléolo, no número de células e na percentagem de células apoptóticas. Quanto à expressão gênica de Hsp70.3, foi verificado diferença entre tratamentos (P<0,001), em embriões Bin, McI e McII após manutenção e, posterior cultivo in vitro. Na segunda etapa experimental, foram testados dois meios de manipulação utilizados para coleta e manipulação de embriões, MD1 e MD2 e como controle o PBS modificado, usualmente empregado nas rotinas de TE nas diferentes espécies animais. A transferência dos embriões bovino foi realizada a fresco, ou seja, os embriões coletados de uma determinada doadora foram inovulados no período máximo de quatro horas nas receptoras. Foram coletados e transferidos apenas os embriões de qualidade I e II. Foram utilizados 58 receptoras de embriões, distribuídas aleatoriamente em três tratamentos: T1 – PBS modificado (Controle); T2 (MD1) e T3 (MD2). As taxas de gestação observadas foram: Controle = 47,4% (9/19); MD1= 47,4% (9/19) e MD2 = 55,0% (11/20). Estes resultados demonstram que o uso de diferentes meios de manipulação não influenciou nas taxas de gestação (P>0,05). Deste modo, conclui-se que os meios de manipulação MD1 e MD2 podem ser utilizados nas rotinas de TE, em substituição a solução PBS modificado.
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    Produção massal de Clonostachys rosea
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-02-17) Saraiva, Rodrigo Moreira; Maffia, Luiz Antonio; http://lattes.cnpq.br/4807332019185687
    O biocontrole do mofo cinzento em condições de campo é viável, este fato é comprovado pelo acúmulo de informações quanto ao antagonismo de C. rosea a B. cinerea. Porém, demanda-se otimizar a produção massal do antagonista, bem como obter formulação de baixo custo e estável no tempo. Nesse trabalho, objetivou-se desenvolver metodologia para produzir C. rosea. Avaliaram-se diferentes substratos, a otimização da produção, o tempo ótimo de produção, a suplementação do substrato, a concentração do inóculo inicial, a produção de esporos na ausência de luz e a produção de esporos em diferentes recipientes. Milheto, palha de soja e palha de feijão foram substratos eficientes na produção, que foi afetada pelo nível de umidade em cada substrato. A adição de suco de vegetal (V8 ® ) aumentou a esporulação em substrato arroz. Abrindo-se o recipiente após 6 dias de colonização, antecipou-se o tempo do início da coleta e maior produção de esporos. A faixa de concentração inicial testada (10 3 a 10 8 ) não afetou a produção final de esporos. Não houve diferença significativa entre a produção de esporos na ausência de luz e com fotoperíodo de 12 h, aos 30 dias de colonização. Avaliou-se, ainda, a sobrevivência de esporos de C. rosea, armazenados a 4°C ou temperatura ambiente após diferentes tempos de secagem (12, 24, 36 e 48 h) com dois diluentes (água e sacarose 35%). Também se avaliou a sobrevivência dos esporos em substrato moído, com ou sem Caolin, armazenados a 4°C ou temperatura ambiente. Após 4 meses, avaliou-se a capacidade destes esporos em colonizar folhas de eucalipto. A germinação dos esporos submetidos a diferentes tempo de secagem reduziu-se a zero após dois meses de avaliação, independente do tratamento. Em substrato moído, ocorreu aumento significativo da germinação na presença de caolim, armazenamento a 4°C no primeiro mês de avaliação, mas a germinação reduziu-se a zero após dois meses de avaliação. Realizou-se teste de colonização em folhas de eucalipto com esporos em que a porcentagem de germinação foi zero, e os esporos colonizaram-nas. Portanto, é possível ocorrer a dormência dos esporos, o que será estudado posteriormente.
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    Conservação de mandioca minimamente processada no formato palito
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-07-29) Junqueira, Mateus da Silva; Puschmann, Rolf; http://lattes.cnpq.br/5941267475957168
    Objetivou-se desenvolver uma metodologia de processamento mínimo para mandioca no formato palito e estudar o comportamento dos palitos de duas cultivares durante conservação refrigerada. Mandiocas das cultivares Cacau e Amarela foram minimamente processadas no formato palito e mantidas em sacos de polipropileno, a 5 ± 1 °C, 90 ± 5 % UR. Foi proposto um fluxograma com etapas de seleção, sanitização inicial, corte das extremidades, corte em toletes, descasque e imersão em água gelada. Foi realizado corte em palitos, sanitização final, enxágue, centrifugação, embalagem em polipropileno e conservação a 5 ± 1 oC, sob 90 ± 5 % UR. Os palitos cortados com 100 mm2 de área de seção transversal apresentaram rendimento maior do que os cortados com 64 mm2 e 144 mm2. A cultivar Cacau exibiu rendimento superior ao da cultivar Amarela. A centrifugação por 10 segundos a 160 g foi suficiente para extrair a água adsorvida/absorvida nos processos de imersão, para ambas as cultivares. A contagem dos microorganismos aeróbios mesófilos totais não diferiu entre cultivares durante o período de conservação, no entanto, essa contaminação foi crescente, chegando próximo ao limite aceitável para consumo humano no 12o dia de conservação, o que ocorreu junto com o desenvolvimento de odor estranho e superfície pegajosa, descaracterizando o produto. A cultivar Amarela contém teores de açúcares redutores, de fibra bruta e de carotenoides maiores do que a cultivar Cacau. A atividade da fenilalanina amônia liase foi crescente durante a conservação e maior para a cultivar Amarela. O conteúdo de fenólicos solúveis totais e a capacidade antioxidante também foi maior para a cultivar Amarela, mas ambos decresceram durante a conservação, independentemente da cultivar. Palitos de mandioca da cultivar Amarela exibiram maior produção de CO2 e de etileno do que os da cultivar Cacau, além do maior consumo de O2. Palitos da cultivar Amarela apresentaram maior firmeza do que palitos da cultivar Cacau. A adesividade foi crescente ao longo da conservação, não havendo diferenças entre cultivares e idades de colheita. Os palitos de ambas as cultivares não escureceram durante a conservação. A perda de massa fresca do conjunto produto-embalagem não variou para cultivar ou idade de colheita durante o período de conservação. No entanto, houve diferença entre cultivar e período de conservação para os palitos pesados imediatamente após sua retirada da embalagem. A perda de massa foi maior nos palitos da cultivar Amarela do que nos palitos da cultivar Cacau. Foi observado um acréscimo na perda de massa para ambas as cultivares durante o período de conservação. A análise microbiológica por fluorescência em UV demonstrou contaminação visual por Pseudomonas spp. a partir do 9o dia, com intensa fluorescência no 12o dia. Palitos da cultivar Amarela são mais recomendados para o processamento e posterior uso culinário. A mandioca palito apresentou-se aceitável para o consumo até o 9o dia de conservação, refrigerada a 5 °C.
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    Suscetibilidade do ambiente a ocorrências de queimadas sob condições climáticas atuais e de aquecimento global
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-02-13) Melo, Anailton Sales de; Justino, Flavio Barbosa; http://lattes.cnpq.br/0741981100086425
    As queimadas, a nível global, são a segunda maior fonte de emissões de gases de efeito estufa. Um passo importante para a redução dos impactos das queimadas é por meio de investigação da suscetibilidade que um determinado ambiente possui para a queima ou mesmo para o alastramento do fogo (risco de fogo). Diante da necessidade de se conhecer possíveis implicações das mudanças na circulação atmosférica, em um futuro próximo, pretendeu-se, neste trabalho, investigar a suscetibilidade do ambiente a ocorrência de queimadas, baseado em dois índices de risco de queimadas: Índice de Haines (IH) e Índice de Setzer (IS). Para tanto, dados de modelagem numérica do modelo ECHAM5/MPI-OM, e dados das reanálises do NCEP são empregados para os cálculos dos referidos índices em dois períodos: atual (1980-2000) e projeções climáticas para o final do século (2080-2100). Com base nos resultados, concluiu-se que os modelos de risco de fogo reproduziram bem as áreas com maior incidência de queimadas sob condições atuais. A comparação entre os resultados proposto pelo IH e o IS mostra que a metodologia de Setzer intensifica o nível de risco máximo, e sob condições de Aquecimento Global (AG) observou-se um aumento na área de risco em especial para a região Amazônica em ambos os conjuntos de dados. Isto resulta do maior secamento da atmosfera associada à escassez de chuvas e ao aumento da temperatura, em particular para a região Centro-Oeste do Brasil.
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    Diversidade de leveduras endofíticas e epifíticas em frutos de café cereja (Coffea arabica L.) e sucessão durante a seca natural
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-05-08) Vale, Helson Mário Martins do; Borges, Arnaldo Chaer; http://lattes.cnpq.br/1801689011454385
    A diversidade de leveduras endofíticas e epifíticas em frutos de café cereja das cultivares Catuaí Vermelho, Catuaí Amarelo, Bourbon Vermelho e Bourbon Amarelo em lavouras situadas a diferentes altitudes na Zona da Mata Norte em Minas Gerais, Brasil, foi estudada por metodologias dependentes e independentes de cultivo. A densidade de leveduras epifíticas e endofíticas em frutos de café é variável, menos de 25 UFC.fruto -1 a 6,5 x 10 4 UFC.fruto -1 . As 36 leveduras isoladas foram agrupadas em doze morfotipos e a árvore filogenética reconstruída com dados de sequências de bases de rDNA 26S mostrou o agrupamento com as sequências de Candida smithsonii, Pichia guilliermondii, Cryptococcus flavescens, Meira geulakonigii, Pseudozyma sp e Sporobolomyces sp., já depositadas no National Center for Biotechnology Information (NCBI). O isolado LEM 647-9, proveniente de Bourbon Vermelho, 1101 m, foi o único com identidade correspondente a Meira geulakonigii, um fungo yeast-like classificado em Ustilaginales, a mesma ordem de Pseudozyma. A ocorrência de um só morfotipo de leveduras endofíticas cultiváveis em Malt yeast glucose peptone medium (MYGP), contendo cloranfenicol, em apenas 4 amostras de café cereja é considerada baixa. As endofíticas foram identificadas com base no perfil de ésteres metílicos de ácidos graxos (FAME), pelo sistema de identificação Sherlock ® (MIDI), e por análise filogenética de sequências de rDNA 26S. As sequencias parciais de rDNA destes isolados mostraram identidade entre 96 e 100 % com as correspondentes a Candida, Pichia e Brettanomyces. Pela análise filogenética a maior identidade foi com Candida e Pichia. A constatação de C. diddensiae P. guilliermondii e C. parapsilosis como endofíticas em frutos de café sadios no estádio cereja se configura como relato novo sobre nicho de ocorrência das espécies. Clones de uma biblioteca de rDNA 26S obtida por amplificação de DNA metagenômico de frutos cereja da C.Vermelho, coletada a 1189 m, foram sequenciados. Doze clones mostraram 98-99% de identidade com rDNAs de fungos filamentosos. Estes correspondem a Mycosphaerella, Glomerella, Microdiplodia e Phaeophaeria e a alguns fungos filamentosos potencialmente endofíticos e ainda não identificados, cujas sequências estão presentes no GenBank. A DGGE da sucessão de leveduras associadas aos grãos de C. arabica durante os 14 dias do período de secagem natural no terreiro de cimento revelou UTOs dominantes já nos 4 primeiros dias. A análise com o programa GelCompar II ® demonstrou que o perfil de UTOs da comunidade é alterado a cada dois dias, até o 12o dia de secagem. A determinação de ocorrência e diversidade de leveduras endofíticas nos frutos de café cereja se constitui em etapa fundamental para identificar a síntese de metabólitos produzidos por esses microrganismos e para desenvolver processo biotecnológico que assegure a qualidade superior da bebida do café.
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    Desenvolvimento de inoculantes microbianos para biorremediação de solos contaminados com óleo diesel ou gasolina
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-06-02) Leal, Aline Jaime; Tótola, Marcos Rogério; http://lattes.cnpq.br/2800528729027482
    No Brasil, os derivados do petróleo, como óleo diesel e gasolina, possuem grande importância econômica, sendo produzidos e distribuídos em larga escala. Vazamentos acidentais desses combustíveis de tanques de armazenamento subterrâneos são causa comum de contaminação do solo e de águas subterrâneas no país. Nesse tipo de acidente, a remediação do solo é muito importante, uma vez que previne a contaminação do lençol freático. Neste trabalho, foram desenvolvidos inoculantes microbianos para a biorremediação de solo contaminado com óleo diesel ou gasolina comercial. Para isso, composto de resíduos sólidos urbanos foi enriquecido em populações microbianas com potencial de degradação de hidrocarbonetos, por meio de adições freqüentes de óleo diesel ou gasolina. Durante esse processo, verificou-se que as populações de bactérias cultiváveis se adaptaram mais rapidamente ao óleo diesel, havendo inicialmente efeito tóxico da gasolina sobre as mesmas. A adição de gasolina ao composto promoveu alterações no perfil de ácidos graxos da comunidade microbiana, sendo observado aumento dos ácidos graxos marcadores de bactérias gram-positivas e diminuição dos marcadores de gram-negativas e de actinomicetos. A aplicação dos inoculantes microbianos ao solo contaminado com gasolina aumentou a degradação desse contaminante, fato atribuído ao estabelecimento de populações microbianas mais resistentes aos efeitos tóxicos dos hidrocarbonetos leves contidos nesse combustível. No solo contaminado com óleo diesel, o efeito da aplicação dos inoculantes foi menos expressivo, em virtude da elevada eficiência de degradação dos microrganismos autóctones do solo. A temperatura de refrigeração foi a mais adequada para o armazenamento dos inoculantes. Nessa condição, houve maior viabilidade das populações bacterianas cultiváveis dos inoculantes e maior eficiência de degradação de hidrocarbonetos no solo. O método desenvolvido neste estudo mostrou-se simples e eficiente para a produção de inoculantes aplicáveis à biorremediação de solos contaminados com hidrocarbonetos.
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    Suplementação de enzimas em dietas de poedeiras comerciais em postura
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-08-10) Viana, Maurício Tárcio dos Santos; Albino, Luiz Fernando Teixeira; http://lattes.cnpq.br/5027287345573624
    Três experimentos foram realizados com poedeiras Bovans Goldline na fase de produção. No primeiro experimento avaliou-se o efeito da adição da enzima fitase (QuantumTM Fitase) sobre o desempenho e o metabolismo de nutrientes das aves. Foram utilizadas 360 poedeiras, no período de 24 a 36 semanas de idade, distribuídas em um delineamento experimental inteiramente casualizado, com doze repetições de seis aves por unidade experimental e cinco tratamentos: T1 = Controle Positivo (CP), T2 = Controle Negativo (CN) com 0,15% de fósforo disponível, T3 = CN + 200U de fitase, T4 = CN + 400U de fitase, T5 = CN + 600U de fitase. A dieta do controle positivo foi formulada seguindo as recomendações das Tabelas Brasileiras e a dieta do controle negativo foi calculada reduzindo os nutrientes de acordo com a matriz nutricional da enzima. Poedeiras alimentadas com a dieta do controle positivo apresentaram melhores valores para a massa de ovo (MO) e conversão alimentar por massa de ovo (CAMO) quando comparadas àquelas que receberam dietas do controle negativo. No entanto, com a adição da enzima fitase, a MO e a CAMO foram semelhantes aos encontrados na dieta do controle positivo e do controle negativo. Não foi observado efeito significativo para a conversão alimentar por dúzia. Os parâmetros de componentes de ovo não foram influenciados pelos tratamentos, com exceção do peso da casca, que apresentou aumento com a suplementação de fitase nas dietas. Apesar do aumento do coeficiente de digestibilidade aparente da matéria seca em dietas suplementadas com 400U de fitase/kg, não se observou melhoria na rentenção e na excreção de cálcio e de fósforo de poedeiras comerciais. No segundo experimento, avaliou- se o efeito da adição da enzima xilanase (Econase XT25) sobre o metabolismo de nutrientes e o desempenho de poedeiras no período de 24 a 48 semanas de idade. Foram utilizadas 288 poedeiras, distribuídas em um delineamento experimental inteiramente casualizado em arranjo fatorial 2 x 2 (dois níveis de energia metabolizável,sendo 2900 e 2755 kcal/kg X com ou sem adição da enzima xilanase), com doze repetições de seis aves por unidade experimental e quatro tratamentos:T1 = Controle Positivo (CP), T2 = Controle Negativo (CN), T3 = CP + Xilanase (37,5 g/ton) e T4 = CN + Xilanase (37,5 g/ton). As dietas do controle positivo e CP + Xilanase foram formuladas seguindo as recomendações das Tabelas Brasileiras (100% de energia metabolizável) enquanto que as dietas do controle negativo e CN + Xilanase foram calculadas reduzindo 5% da energia metabolizável. A adição da enzima xilanase ao controle negativo proporcionou produção de ovos e massa de ovos semelhante às poedeiras alimentadas com as dietas do controle positivo. A redução de 5% de energia metabolizável resultou na diminuição da produção de ovos, da massa de ovos, na piora da conversão alimentar e no aumento do consumo de ração. Os componentes de ovos não foram influenciados pelos tratamentos. Os valores médios da energia metabolizável aparente corrigida foram maiores em dietas com a maior energia metabolizável. A adição da enzima xilanase melhorou a utilização da energia e a produção de ovos em dietas de galinhas poedeiras. No terceiro experimento, objetivou-se verificar o efeito da adição do complexo enzimático (Rovábio®Max) sobre metabolismo de nutrientes e o desempenho de poedeiras. Foram utilizadas 216 poedeiras no período de 24 a 36 semanas de idade, distribuídas em delineamento experimental inteiramente casualizado, com doze repetições de seis aves por unidade experimental e três tratamentos: T1 = Controle Positivo, T2 = Controle Negativo (CN), T3 = CN + Complexo Enzimático (100 g/ton). A dieta do controle positivo foi formulada seguindo as recomendações das Tabelas Brasileiras e a dieta do controle negativo foi calculada reduzindo os nutrientes presentes na matriz nutricional da enzima. Comparando as aves que receberam dietas do controle positivo e do controle negativo, a adição do complexo enzimático nas dietas do controle negativo melhorou o percentual de postura e a conversão alimentar por dúzia. A redução dos níveis nutricionais das dietas resultou em menores valores de energia metabolizável aparente (EMA) e energia metabolizável aparente corrigida. A suplementação do complexo enzimático às dietas com menores níveis nutricionais melhorou os valores de EMA, resultando em valores similares aos apresentados pelas aves alimentadas com a dieta do controle positivo. Poedeiras alimentadas com a dieta do controle positivo apresentaram maiores ingestão, excreção e retenção de fósforo (mg/ave/dia); entretanto, houve maior retenção de fósforo (%) pelas aves que receberam dietas suplementadas com o complexo enzimático .A utilização do complexo enzimático mostrou-se eficiente em dietas para poedeiras pelo aumento exercido no percentual de postura, pela melhora da conversão alimentar por dúzia e pelo aumento nos valores de EMA e retenção de fósforo em dietas nutricionalmente deficientes.
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    Mineralogia e mapeamento de solos desenvolvidos de rochas pelíticas em Curvelo – MG
    (Universidade Federal de Viçosa, 2009-07-27) Costa, Maria das Graças Alves; Ker, João Carlos; http://lattes.cnpq.br/7077198204375282
    As informações referentes à espacialização e características físicas, químicas, mineralógicas e morfológicas dos solos no país ainda têm por base aquelas contidas em levantamentos pedológicos de pequena escala, em nível exploratório ou de reconhecimento. Estes levantamentos compreendem a identificação, descrição e delineamento, em um mapa dos diferentes tipos de solos existentes em uma determinada área, por meio das unidades de mapeamento que possibilitam um poder preditivo a respeito da aptidão agrícola e qualidade dos mesmos. Levantamentos em escalas maiores, ou seja, com informações mais detalhadas a respeito dos solos são necessárias para a classificação destes em níveis categóricos mais baixos, sobretudo a partir da mineralogia. O objetivo deste trabalho foi mapear, caracterizar e avaliar as possíveis diferenciações entre os solos originados de rochas pelíticas em Curvelo – Minas Gerais. Para tanto, foram realizadas análises físicas e químicas de rotina, digestão total e sulfúrica e análises mineralógicas. Foram analisadas por difratometria de raios X, amostras de argila natural, desferrificada e concentradas de óxidos de ferro. Além disso, foram realizadas análises termogravimétricas, extrações com ditionito-citrato-bicarbonato e com oxalato de amônio em amostras de argila, estimativa do índice de cristalinidade das caulinitas (IC), quantificação de substituição isomórfica de Fe por Al (SI) em goethitas e hematitas. Os principais resultados encontrados foram: (a) Os solos estudados são ácidos, álicos e distróficos; (b) os elevados teores de silte colaboram para a aceleração de processos erosivos (c) a quantificação por termogravimetria apresentou predomínio da caulinita na fração argila de todos os solos e maior expressividade da gibbsita nos Latossolos Vermelhos; (d) as caulinitas apresentaram índices de cristalinidade variados sendo maiores nos Cambissolos; (e) os valores de SI em goethitas foram elevados e superiores aos da hematita (f) os teores de Fe e Al extraídos por DCB e oxalato, e suas relações, confirmaram o predomínio na fração argila de argilominerais silicatados e óxidos de ferro cristalinos; g) os minerais de maior ocorrência na fração argila são: caulinita, ilita, gibbsita e vermiculita com hidróxi entrecamadas nos Cambissolos, Neossolo Flúvico e Latossolos foram identificados os mesmos minerais mas, com presença mais expressiva de gibbsita nesta última classe. A fração silte de ambas as classes revelou a presença principalmente de mica e principalmente quartzo na fração areia, confirmando a baixa reserva de nutrientes nas frações mais grosseiras destes solos; (h) a distribuição das unidades de mapeamento dos solos foi: 11,09 % de Cambissolo Háplico Tb Distrófico, 21,01 % de Latossolo Vermelho Distrófico, e 17,4 % Latossolo Vermelho-Amarelo Distrófico.