Teses e Dissertações

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Teses e dissertações defendidas no contexto dos programas de pós graduação da Instituição.

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    Efeitos do sombreamento, da competição e do fogo sobre o desenvolvimento inicial e morfofisiologia em três espécies do gênero Dimorphandra: implicações para a conservação e o manejo
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-11-28) Teixeira, Marcony Vinícius Januário; Souza, João Paulo de; http://lattes.cnpq.br/3025667694238203
    A variação na disponibilidade de luz, a competição interespecífica com gramíneas exóticas e o regime de fogo constituem fatores ecológicos que modulam a dinâmica da vegetação. A luz regula processos ecofisiológicos, interferindo na fotossíntese e balanço energético, na morfologia e alocação de biomassa. As gramíneas exóticas interferem na competição por água, luz e nutrientes, alteram a ciclagem de nutrientes e facilitam o fogo. O regime de fogo é um dos principais filtros ecológicos de savanas, cerrados e florestas sujeitas a distúrbios antropogênicos, regulando o recrutamento de espécies nativas. O objetivo foi avaliar se espécies congenéricas de Dimorphandra Schott apresentam respostas diferenciadas em seu desenvolvimento inicial em função da luz, competição e fogo durante o cultivo em casa de vegetação e no campo. Aos 285 dias após o plantio foram avaliados o crescimento inicial, biomassa, fluorescência da clorofila a e o teor de clorofila em resposta a variação na luminosidade e aos 473 dias após o plantio, os efeitos da luminosidade e competição com Melinis minutiflora P. Beauv. Aos 631 dias foram analisados os efeitos combinados da luminosidade e fogo. Os resultados mostraram que Dimorphandra exaltata Schott apresentou maior área foliar específica e crescimento aéreo, porém apresentou menor eficiência fotoquímica, sendo sensível aos efeitos da competição e fogo, com redução acentuada na biomassa e no desempenho funcional. A espécie Dimorphandra mollis Benth. manteve baixa alocação de biomassa para a parte aérea, investindo mais em raízes que parte aérea, com alta eficiência fotoquímica sob sombreamento e competição. Já Dimorphandra wilsonii Rizzini apresentou diferentes respostas em diferentes condições ambientais, destacando-se com maior produção de massa seca e eficiência fotoquímica, com maior resiliência ao fogo. Os resultados revelam estratégias funcionais contrastantes entre as espécies, indicando que o manejo deve levar em conta as características de cada espécie a ser utilizada. Palavras-chave: Cerrado; estratégias adaptativas; Mata Atlântica; pares congenéricos
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    Recodificação de caracteres, análise filogenética e posicionamento de Cheloides e Pelomedusoides (Testudines, Pleurodira)
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-08-22) Lopes, Natália Benevenuto; Romano, Pedro Seyferth Ribeiro; http://lattes.cnpq.br/6159426661632560
    Os fósseis de tartarugas do Cretáceo sul-americano são fundamentais para entender a evolução de Pelomedusoides (Pan-Pleurodira), grupo que se diversificou do Cretáceo Inferior até hoje. Objetivou-se propor uma nova hipótese filogenética para Pelomedusoides e revisar o posicionamento deste grupo e de espécies relacionadas dentro de Pan-Pleurodira. A revisão de matrizes de caracteres morfológicos compreendeu a reinterpretação, combinação, redefinição e recodificação de caracteres seguindo a padronização semântica proposta por Sereno (2007). Foram realizadas análises de parcimônia com diferentes tratamentos de caracteres (aditivos, não aditivos e implied weighting), resultando em topologias variáveis. Platychelyidae foi recuperado como o primeiro grupo divergente de Pan-Pleurodira, seguido por Dortokidae. Chelidae dividiu-se em dois grupos morfológicos, ambos com representantes sul-americanos e australianos, sustentando uma origem pré- Gondwânica. Pelomedusidae foi recuperado como grupo-irmão de todos os outros Pelomedusoides, e assim, como Podocnemididae, mantiveram posições estáveis, com sinapomorfias robustas. Podocnemidinura foi recuperado, mas com Peiropemydidae incluído, enquanto Bothremydidae manteve o monofileticismo de suas tribos, exceto Kurmademydini. Euraxemydidae e Araripemydidae mostraram posições instáveis, alternando como grupos-irmãos de clados distintos dependendo da análise. Os resultados reforçam a complexidade filogenética de Pelomedusoides, destacando a necessidade de revisão de caracteres e inclusão de novos táxons. A dispersão transcontinental de Chelidae e a diversificação inicial de Pelomedusoides no Cretáceo sul-americano são sustentadas por evidências morfológicas e biogeográficas. Palavras-chave: Pelomedusoides; Cretáceo Inferior; paleontologia; sistemática filogenética; matrizes de caracteres morfológicos
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    Evolution and specialization of dental morphology in the Neotropical frugivore bat subfamily Stenodermatinae (Chiroptera, Phyllostomidae)
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-08-15) Paes, Juliano Alfenas Silva Valente; Garbino, Guilherme Siniciato Terra; http://lattes.cnpq.br/4080354221925111
    Bats exhibit a wide variety of diets that are associated with modifications in the cranium, masticatory muscles, and dental patterns. Teeth are durable structures with high morphological variability, closely related to feeding strategy and habits. The consumption of fruits led to the specialization of the dental structure in two bat groups: Pteropodidae in Afro-Eurasia and Stenodermatinae in the Americas. This frugivorous pattern in Stenodermatinae has prompted several studies on mechanical implications and dental development, but few have addressed the evolutionary transition from the ancestral insectivorous pattern. The present study investigates the evolution and specialization of dental morphology in this clade, aiming to reconstruct the evolutionary history of its characters and infer their functional implications in Stenodermatinae and its subgroups. For this purpose, this work analyzes 66 morphological characters using a standardized nomenclature for the upper and lower teeth in 11 of 19 genera of Stenodermatinae and five outgroup taxa, mapped onto a molecular phylogeny using the parsimony criterion. In addition to mapping synapomorphies, it assesses the consistency index (CI) and retention index (RI) of characters related to their general shape, presence of cusps, cristae, and cingula, as well as their overall arrangement in the dental arcade. The ancestral state reconstruction analysis maps the transformations of each character throughout the evolutionary history and reveals a high level of homoplasy (CI = 0.423), consistent with the evolutionary plasticity of the group, but also a strong phylogenetic signal (RI = 0.800), validating the use of these characters for clade diagnosis. The study details a series of key transformations associated with frugivory, such as the reduction in canine robustness, the specialization of the premolars, and the labial displacement of the molar cusps. Additionally, the work describes the emergence of accessory structures in Stenodermatinae, such as the mesoconule and its associated cristae, which increase the complexity and efficiency of the occlusal surface, and correlates cusp morphology with specific diets of hard (durophagy) or soft (jusophagy) foods. The presence of cingula is interpreted as a biomechanical reinforcement structure, while diastemata and occlusal gaps are analyzed as adaptations for fruit handling and the ejection of its byproducts, such as fibers and seeds. This work demonstrates that the dentition of Stenodermatinae evolved from an ancestral insectivorous pattern into a complex and highly derived set of characters, acting as a record of the group's adaptive history and being fundamental to understanding the macroevolutionary processes that led the Stenodermatinae to become one of the most diverse and successful groups of Neotropical bats. Keywords: ancestral state reconstruction; cusps; mesoconule; synapomorphies
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    Identificação de alvos de interação do efetor Phapa-6409670 de Phakopsora pachyrhizi em soja
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-31) Knop, Gabriele Lopes; Fietto, Luciano Gomes; http://lattes.cnpq.br/1663062951056246
    A soja é o principal produto exportado pelo Brasil, entretanto, essa cultura é afetada significativamente pela doença chamada ferrugem asiática, causada pelo fungo biotrófico Phakopsora pachyrhizi. A infecção ocorre por meio da secreção de proteínas efetoras do fungo na planta. Esses efetores são responsáveis por mitigar a resposta de defesa do hospedeiro levando à suscetibilidade desencadeada por efetores. Algumas medidas já são implementadas para reverter esse cenário, como o vazio sanitário aliado ao uso de fungicidas e, ainda, cultivares com genes de resistência. Contudo, Phakopsora pachyrhizi possui elevada variabilidade genética, dificultando o seu controle. O objetivo deste projeto foi identificar as proteínas da soja que interagem com o efetor Phapa-6409670 do fungo P. pachyrhizi, visando ampliar o conhecimento sobre a interação soja-Phakopsora e permitir a produção de cultivares de soja com resistência durável. Por meio da técnica de duplo híbrido de leveduras foi realizada uma triagem de uma biblioteca de cDNA oriundas de folhas de soja infectadas por P. pachyrhizi, em que o efetor Phapa-6409670 foi utilizado como isca. A triagem resultou no isolamento de 23 clones. Destes 23 clones iniciais, 5 apresentaram interação forte. Para identificação dos possíveis parceiros de interação, os plasmídeos foram extraídos destes 5 clones e sequenciados. A análise das sequências mostrou que apenas um dos clones estava in frame com o domínio de ligação ao DNA de GAL4. A partir de comparações das sequências via BLASTn nos bancos de dados NCBI, identificou-se a proteína KOG3188 Uncharacterized conserved protein (Glyma.08G331200) como um candidato de interação do efetor Phapa-6409670. Esta proteína, apesar de preservada evolutivamente, não se é conhecido ainda seu papel biológico, reforçando a relevância deste estudo. A ocorrência da interação dela com o efetor fúngico sugere seu papel funcional na resposta da planta à infecção. Além disso, ela possui um domínio DUF 106, que atua nas respostas ao estresse de plantas, podendo modular vias de sinalização relacionadas ao metabolismo vegetal e à resistência. Palavras-chave: efetores fúngicos; ferrugem asiática da soja; interação proteína- proteína; Glycine max (L). Merr.
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    Toxicity of the fungicide difenoconazole and the herbicide tebuthiuron on honey bees and stingless bees across exposure pathways and multiple endpoints
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-28) Oliveira, Iury Dias de; Martins, Gustavo Ferreira; http://lattes.cnpq.br/5815432505913872
    Bees are key pollinators of native flora and agricultural crops, contributing significantly to global food security and ecosystem functioning. The extensive application of agrochemicals has been associated with population declines in multiple bee species in recent decades. While bee diversity is considerable, toxicological research has largely centered on the honeybee (Apis mellifera), resulting in limited understanding of the ecotoxicological effects on other bees, like stingless bees (Meliponini). This study aimed to evaluate the effects of the agrochemicals difenoconazole and tebuthiuron exposure on different parameters on bees, including the Africanized honey bee A. mellifera and the native stingless bees Scaptotrigona xanthotricha and Partamona helleri. Oral and topical exposure were performed, followed by assessments of mortality, food consumption, oxidative stress, through biochemical markers, and histological analyses of the midgut to better understand the impact of these compounds on pollinator health and physiology. Tebuthiuron reduced P. helleri survival both oral and topical exposure. A. mellifera showed reduced diet intake during exposure to tebuthiuron via both exposure routes. However, no change in intake was observed after six hours after topical exposure to tebuthiuron or during the six ours-oral exposure to difenoconazole. P. helleri exhibited reduced diet intake only after oral exposure to tebuthiuron, but showed increased intake following exposure to difenoconazole. In contrast, S. xanthotricha demonstrated increased diet intake after both oral and topical exposure to difenoconazole, although no increase was observed during the initial six hours-oral exposure. Dose-response relationships followed power functions, with tebuthiuron consistently showing higher baseline toxicity but shallower slopes than difenoconazole. Enzyme-activity markers exhibited exposure-dependent responses. In A. mellifera, catalase (CAT) decreased after both exposures, while superoxide dismutase (SOD) and glutathione-S-transferase (GST) decreased after topical exposure. S. xanthotricha showed increased SOD and CAT but decreased GST after oral exposure; topical exposure increased SOD and decreased GST. P. helleri had increased SOD levels after oral exposure and elevated Malondialdehyde (MDA) and reduced nitric oxide after topical exposure. Midgut morphology was altered only in P. helleri, with tebuthiuron reducing microvilli height and both agrochemicals increasing nuclear area. Our study reveals striking interspecific differences in pesticide sensitivity among bees. Feeding behavior and biochemical markers further highlighted species-specific responses. A. mellifera displayed pesticide avoidance for tebuthiuron and CAT suppression, whereas S. xanthotricha upregulated detoxification enzymes. P. helleri suffered midgut damage, underscoring its risk. These findings challenge the use of A. mellifera as the sole model for pesticide risk assessment, particularly for Neotropical stingless bees. The results highlight the importance of incorporating multiple variables such as different exposure routes, concentrations, and species-specific responses, in agrochemical risk assessments to evaluate their effects on pollinators, including native species. Keywords: ecotoxicology; bees; sublethal effects; fungicide; herbicide; agrochemicals
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    Aplicação de L-asparaginase de Cladosporium subuliforme na redução dos níveis de acrilamida em sistema modelo asparagina-glicose
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-31) Morais, Gustavo Henrique Martins; Guimarães, Valéria Monteze; http://lattes.cnpq.br/3316405676603637
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    Vírus da artrite encefalite caprina: avaliação de compostos antivirais, suscetibilidade de células bovinas e desenvolvimento de diagnóstico molecular por LAMP
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-31) Ventura, Bianca Muniz Lacerda; Teixeira, Michelle Dias de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/9687518955890042
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    Abelhas silvestres (Hymenoptera: Apoidea) e suas fontes de alimento no cerrado da estação florestal de experimentação de Paraopeba - Minas Gerais
    (Universidade Federal de Viçosa, 1988-11-10) Silveira, Fernando Amaral da; Campos, Lucio Antonio de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7244857293779066
    A fauna de abelhas e suas fontes de alimento, na Estação Florestal de Experimentação de Paraopeba, no Estado de Minas Gerais, foram amostradas mensalmente, na período de outubro de 1984 a outubro de 1987 . Foram coletadas 183 espécies de abelhas, ressaltando- se que 12 não haviam sido descritas (uma das quais pertencia a um gênero novo) e 43 não puderam ser identificadas. Do total, 175 foram encontradas coletando alimento nas flores de 108 espécies vegetais de 37 famílias. Das espécies capturadas nas flores, 80 pertenciam a família Anthophoridae, 36 à Halictidae, 33 à Megachilidae, 23 à Apidae, duas à Colletidae e uma à Andrenidae. As abelhas que foram encontradas nas flores de um maior número de espécies vegetais foram: Trigona spinipes, que visitou 44 espécies; Apis mellifera, encontrada em 35 espécies, Paratrigona lineata, em 30; Irigona angustula, em 29 ; Bombus atratus Melipona gquinquefasciata e Oxaea flavescens, em 16. Todas essas espécies, exceto 0. flavescens, pertencem á família Apidae e sao eussociais. Entre as outras famílias, as abelhas que exploraram um espectro mais amplo de flores foram: Exomalopsis fulvofasciata, encontrada em 13 espécies vegetais; Augochloropsis smithiana e Epicharis rustica, em 12 e Ceratina sp. cfr. C. assuncionis, coletada em 10 especies. Onze espécies, entre as que tiveram 5 ou mais indivíduos coletados nas flores, foram observadas visitando apenas uma ou duas espécies vegetais. Cinco delas pertencem á mesma tribo (Eucerini, Anthophoridae), as Gaesischia, as Melissoptila e a espécie nova do gênero novo; duas pertencem ao mesmo gênero, Centris (Anthophoridae). As outras pertencem, uma a Anthophoridae (Mongeca SP. cfr. M. pluricinceta), duas a Halictidae (Dialictus picadensis e Pereirapis rhyzophila) e uma a Megachilidae (Megachile rava). Hyptis cana foi a planta visitada pelo maior número de espécies de abelhas, 40. Byrsonima cfr. lancifolia foi visitada por 32 espécies; Styrax camporum, por 31; Vernonia polyanthes, por 23; V. brasiliana, por 22; Qualea parviflora, por 20; e Acacia sp., por 19. Nas amostras da fauna de Apoidea da EFLEX-Paraopeba não constam algumas espécies comuns no cerrado de Minas Gerais. A fauna local mostrou-se mais rica do que se esperaria para uma área restrita no cerrado, quando se consideram os conhecimentos atuais da biogeografia das abelhas.
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    From isolation to overcrowding: effects of population density on immunity and insect-pathogen interactions in lepidoptera
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-22) Soares, Carolina de Oliveira; Elliot, Simon Luke; http://lattes.cnpq.br/4994641400235784
    Density-dependent phase polyphenism is a phenomenon in which insects develop distinct phenotypes in response to population density, resulting in different morphological and physiological characteristics within the same species. Meanwhile, host population density is one of several factors that can influence the dynamics of host-pathogen interactions in insect populations. In this thesis, we investigated how population density and the phenotypes expressed by Anticarsia gemmatalis influence the infection dynamics of the AgMNPV baculovirus, and whether two economically important species, Spodoptera frugiperda and Spodoptera eridania, show any degree of density-dependent phase polyphenism, through changes in larval coloration or immune responses. In A. gemmatalis, we demonstrated the occurrence of the three color phenotypes (green, intermediate, and black) at both tested densities (1 and 4 larvae per container, representing solitary and gregarious conditions, respectively), with the higher density inducing a greater frequency of dark-colored phenotypes. Black phenotypes were more susceptible to AgMNPV and showed greater viral replication, in spite of the greater cuticular melanization. Green phenotypes survived longer and produced more viral occlusion bodies. Furthermore, the viral material originating from gregarious larvae was more virulent in subsequent infections. On the other hand, density did not influence the levels of circulating hemocytes in this species. In S. frugiperda and S. eridania, we observed species-specific responses to larval density. Spodoptera eridania showed clear changes in coloration, while S. frugiperda showed limited phenotypic variation. In S. eridania, the encapsulation response was intensified at higher densities, and both species showed increased hemocyte counts at the highest density, partially in line with the Density-Dependent Prophylaxis (DDP) hypothesis. In S. frugiperda, darker phenotypes produced a greater number of viral occlusion bodies after infection with SfMNPV. Altogether, our results demonstrate that density-induced phenotypic changes can modulate host susceptibility and viral replication, and that such phenotypic adjustments may be more common than previously thought, even in species without evident gregarious behavior. Thus, we expand the understanding of the applicability of DDP in insects and highlight the importance of considering species-specific characteristics in the interactions between population density, immunity, and pathogen susceptibility. Keywords: density-dependent phase polyphenism; epizootics; Anticarsia gemmatalis; Spodoptera spp.; insect-pathogen interaction; immune response
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    Alterações no intestino médio de larvas de mosquitos Toxorhynchites violaceus e Lutzia bigoti após ingestão de Aedes aegypti
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-31) Cruz, João Paulo Pimentel de Oliveira; Martins, Gustavo Ferreira; http://lattes.cnpq.br/4316851995625190
    Mosquitos (Diptera: Culicidae) são vetores de patógenos para humanos e vertebrados de importância veterinária. Larvas predadoras dos gêneros Toxorhynchites e Lutzia alimentam-se de formas imaturas de invertebrados, incluindo mosquitos, oferecendo uma oportunidade única para estudar adaptações digestivas. Neste estudo, analisamos e comparamos a morfologia do intestino médio (IM) de Toxorhynchites violaceus e Lutzia bigoti após a ingestão de larvas de Aedes aegypti, bem como o tempo de retenção do bolo alimentar. Larvas do quarto ínstar de T. violaceus e L. bigoti foram mantidas em jejum por 24 horas e, posteriormente, alimentadas individualmente com larvas de A. aegypti, sendo fornecido uma presa por predador. Os indivíduos foram dissecados em diferentes tempos pós-ingestão (uma, três, cinco, 16 e 24 horas), com um grupo controle em zero horas. O IM foi examinado por microscopia eletrônica de varredura e óptica, utilizando colorações, marcações e impregnações específicas para evidenciar proteínas, lipídios e núcleos. O IM de ambas as espécies apresenta a organização tubular típica dos culicídeos, composto por cecos gástricos (CG), porção anterior e posterior. Os CG de T. violaceus são alongados e cilíndricos, com lúmen escuro e grânulos pigmentados, enquanto os de L. bigoti são digitiformes, com projeções celulares e fibras musculares. A cárdia de T. violaceus é mais desenvolvida, sugerindo maior capacidade de regulação do bolo alimentar e produção de matriz peritrófica. O epitélio do IM anterior em T. violaceus varia de cúbico a colunar, com acúmulo de gotículas lipídicas, principalmente entre uma e 16 horas pós-ingestão. Em L. bigoti, o epitélio é pavimentoso ou cúbico, com gotículas lipídicas discretas apenas após uma hora. A retenção alimentar foi mais prolongada em T. violaceus, com núcleos celulares da presa detectados até uma hora, enquanto em L. bigoti não foram observados núcleos em nenhum tempo. No IM posterior, L. bigoti apresenta uma dilatação mais acentuada, mas em ambas as espécies o epitélio é colunar com borda em escova espessa. A digestão do bolo alimentar induz alterações estruturais no IM, revelando estratégias digestivas e adaptações fisiológicas distintas entre T. violaceus e L. bigoti. Palavras-chave: Aedes aegypti; Toxorhynchites; Lutzia; ceco gástrico; intestino médio