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    A física e os sons que (não) estão à nossa volta: volume 1
    (CEAD, 2024) Gomes, Danila Ribeiro; Simão, Paulo Ricardo da Silva; Brandenburg, Mayara Romagnha; Oliveira, Lara Braga de; Costa, Ana Karine Vieira
    A física e os sons que (não) estão à nossa volta, busca tornar a física das ondas e do som acessível a todos, incluindo pessoas com deficiência visual e auditiva. Os materiais exploram conceitos como refração, reflexão, difração e interferência, além de tópicos como o sistema auditivo humano, qualidades do som e instrumentos musicais. A série se destaca pela abordagem inclusiva, com foco na promoção da educação científica para todos. Os e-books apresentam os conceitos de forma clara e concisa, com linguagem acessível e recursos como imagens e ilustrações. Além disso, os materiais trazem exemplos práticos e experimentos que podem ser realizados em casa ou na escola. Sendo voltados para um público amplo, incluindo estudantes de física e áreas afins, professores de ciências, pessoas com deficiência auditiva ou visual e interessados em educação inclusiva e acessibilidade.
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    ACERVO - Curso Nutrição Vegetariana - NUT512 UNIDADE04 - Aula01
    (2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância
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    ACERVO - Curso Nutrição Vegetariana - NUT512 UNIDADE03 - Aula01
    (2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância
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    ACERVO - Curso Agricultura Digital - ENG501 - Aula01
    (2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância
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    ACERVO - Curso Agricultura Digital - ENG506 - Aula01
    (2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância
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    ACERVO - Curso Agricultura Digital - ENG506 - Aula03
    (2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância
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    ACERVO - Curso Agricultura Digital - ENG506 - Aula03
    (2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a Distância
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    Métodos qualitativos aplicados em economia criativa
    (Motres, 2025) Emmendoerfer, Magnus Luiz; Silva, Jorge Leal da; Silva Júnior, Alessandro Carlos da
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    Plantas ornamentais invasoras
    (PEC - UFV, 2022) Silva, Ana Cláudia Nogueira da; Martini, Angeline; Amaral, Cibele Hummel do
    Mesmo o Brasil sendo um dos países com a maior biodiversidade de plantas do mundo, ainda existe a demanda por espécies exóticas no mercado nacional para atender diversas finalidades, seja para a produção de madeira, alimento, paisagismo ou outros fins. Contudo, algumas destas espécies exóticas apresentam boa adaptação a determinados ambientes e começam a colonizar áreas além daquelas definidas para um objetivo inicial, podendo se propagar descontroladamente e, assim, provocando inúmeros impactos negativos, principalmente para a biodiversidade. O mercado de plantas ornamentais é uma das principais causas de introdução de espécies exóticas no país e está associado à introdução de diversas plantas invasoras nos ecossistemas brasileiros (INSTITUTO HÓRUS, 2019). Seja por uma questão cultural de valorizar mais o que vem de fora ou de copiar as tendências estrangeiras, a sociedade, como um todo, desconhece a riqueza da flora nacional que poderia estar em seus jardins, ainda hoje cobertos predominantemente por plantas exóticas. Independentemente de sua origem geográfica, as plantas proporcionam uma infinidade de benefícios para o ser humano; no entanto, a invasão biológica pode acarretar consequências graves para o equilíbrio dos ecossistemas naturais. Diante deste panorama, pesquisas que identificam as espécies invasoras no Brasil, suas exigências específicas e seus locais preferenciais de invasão são fundamentais para a elaboração e execução de técnicas de controle e manejo das invasões biológicas, a fim de minimizar e, se possível, erradicar os impactos negativos à biodiversidade, além de evitar sua introdução em novos ambientes. Diante do exposto, este boletim tem como objetivo disponibilizar informações sobre algumas das principais plantas exóticas invasoras ornamentais produzidas e comercializadas para atender o mercado nacional. As informações apresentadas são frutos de uma dissertação de mestrado do Programa de Pós-graduação em Ciência Florestal da Universidade Federal de Viçosa e visam levar conhecimento aos profissionais que atuam no mercado paisagístico, bem como aos cidadãos comuns que apreciam as plantas ornamentais.
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    A mulher na gestão da propriedade rural
    (PEC - UFV, 2021) Rodrigues, Samilla Nunes Rezende; Rocha, Ana Caroline Teixeira; Almeida, Antonella Araujo de; Porto, Priscila Andrade; Albino, Pablo Murta Baião
    As propriedades rurais representam, atualmente, parte da força produtiva que movimenta o agronegócio brasileiro, dando ao Brasil o reconhecimento que tem no cenário mundial no que diz respeito à produção agrícola, pecuária e agroindustrial. Segundo o United States Department of Agriculture (USDA), o Brasil se consolidou em 2021, como terceiro maior produtor de frangos de corte e quarto maior de suínos. Em relação a commodities como a soja, o Brasil é o líder mundial da produção do grão, atingindo o volume de aproximadamente 135 milhões de toneladas segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Sendo assim, nota-se a relevante participação dos produtos agrícolas na economia brasileira, tanto em grande quanto em pequena escala. O agronegócio contribui com uma parcela significativa - 26,6% em 2020- do produto interno bruto (PIB) brasileiro segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e mantém no meio rural as famílias que vivem da renda gerada pela propriedade (KRUGER; MAZZIONI; BOETTCHER, 2009). Nesses casos, volta-se a atenção para a agricultura familiar, onde pequenos proprietários investem tempo, dinheiro e conhecimento em atividades agrícolas e agropecuárias, visando o sustento familiar, bem-estar e fornecimento de alimentos para a comunidade. Se tratando da agricultura familiar, de acordo com o Censo Agropecuário 2016-2017 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ela tem importância significativa em produtos hortícolas e espécies frutíferas, como é o caso do morango, com participação na produção de 81,2% e uva para vinho e suco de 79,3%. Em relação a à produção da pecuária, os dados mostram que 31% do número de cabeças de bovinos, 45,5% das aves, 51,4% dos suínos, e 70,2% de caprinos pertencem à agricultura familiar. Além disso, este segmento foi responsável por 64,2% da produção de leite no período de referência do Censo (NETO et al., 2020). Para garantir a sua sustentabilidade, levando em consideração a alta competitividade do setor e as flutuações de preço que podem gerar instabilidade, os agricultores familiares têm como característica construir a sua força de trabalho a partir do conjunto de membros da família (SPANEVELLO; MATTE; BOSCARDIN, 2016), constituindo esta a mão de obra não remunerada diretamente, ou seja, os membros da família trabalham nas atividades e percebem seu ganho ao final do ciclo produtivo quando é apurado o lucro e ou prejuízo. Tendo em vista a importância da agricultura familiar na geração de renda e alimentos, vale ressaltar o papel das figuras que compõem grande parte desse cenário: as mulheres. O crescimento do meio rural está relacionado diretamente com maior envolvimento das mulheres nas atividades rurais das quais ainda são tradicionalmente excluídas (STADUTO, 2013). Os processos culturais presentes no meio rural brasileiro atribuem papéis distintos aos homens e às mulheres. Por muito tempo, as mulheres foram associadas a uma posição secundária nas propriedades rurais, sendo vistas como ajudantes dos maridos ou dos pais nas atividades agropecuárias e responsáveis pelas atividades domésticas de manutenção da família (SPANEVELLO; MATTE; BOSCARDIN, 2016). O mais usual, nas propriedades de agricultura familiar, é que o homem seja o responsável pela gestão financeira, planejamento, parte produtiva e tomada de decisão (BRUMER, 2004). Além disso, o papel desempenhado por elas no meio rural muitas vezes é ignorado, ou entendido como não essencial. Pesquisas revelam que 70% das atividades realizadas pelas mulheres no campo não são valorizadas (MARION, A. A; BONA A. A., 2016). Hernández (2009) retrata a divisão do trabalho entre homens e mulheres nas propriedades rurais familiares, ressaltando a invisibilidade da participação das mulheres no comando das propriedades. O papel central de comando é, em sua maioria, exclusividade masculina, enquanto as mulheres somente têm alguma autonomia quando determinada atividade produtiva não é central na geração de renda. Tais distinções de gênero em relação a liderança da propriedade são barreiras significativas para as mulheres, onde as responsabilidades das tarefas relacionadas ao lar são consideradas de menor importância, e as mulheres isentas de poder de decisão em relação aos seus estabelecimentos (GONÇALVES; ALMEIDA, 2021). Entretanto, a concepção sobre o papel da mulher vem sendo contestada, redirecionando para sua importância e seu papel no meio rural em distintas instâncias. Sua relevante participação nas atividades do grupo familiar e na sociedade a que pertence tem questionado a imagem de uma mulher rural apenas ajudante e coadjuvante. O setor agropecuário, assim como outros segmentos da sociedade, não foi capaz de resistir e ficar longe da determinação, foco e profissionalismo das mulheres (WOMMER; CASSOL, 2014). Não resta dúvida de que a participação da mulher é fundamental dentro da estrutura familiar e para o desenvolvimento das propriedades, sendo assim é importante impulsionar a formação das mulheres para que elas assumam o gerenciamento das propriedades rurais criando uma jornada de desenvolvimento, reconhecendo as capacidades femininas, criando espaços para que elas possam expressar suas ideias, conhecimentos e se fazerem presentes.