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Item A física e os sons que (não) estão à nossa volta: volume 1(CEAD, 2024) Gomes, Danila Ribeiro; Simão, Paulo Ricardo da Silva; Brandenburg, Mayara Romagnha; Oliveira, Lara Braga de; Costa, Ana Karine VieiraA física e os sons que (não) estão à nossa volta, busca tornar a física das ondas e do som acessível a todos, incluindo pessoas com deficiência visual e auditiva. Os materiais exploram conceitos como refração, reflexão, difração e interferência, além de tópicos como o sistema auditivo humano, qualidades do som e instrumentos musicais. A série se destaca pela abordagem inclusiva, com foco na promoção da educação científica para todos. Os e-books apresentam os conceitos de forma clara e concisa, com linguagem acessível e recursos como imagens e ilustrações. Além disso, os materiais trazem exemplos práticos e experimentos que podem ser realizados em casa ou na escola. Sendo voltados para um público amplo, incluindo estudantes de física e áreas afins, professores de ciências, pessoas com deficiência auditiva ou visual e interessados em educação inclusiva e acessibilidade.Item A física e os sons que (não) estão à nossa volta: volume 2(CEAD, 2024) Gomes, Danila Ribeiro; Simão, Paulo Ricardo da Silva; Brandenburg, Mayara Romagnha; Oliveira, Lara Braga de; Costa, Ana Karine VieiraA física e os sons que (não) estão à nossa volta, busca tornar a física das ondas e do som acessível a todos, incluindo pessoas com deficiência visual e auditiva. Os materiais exploram conceitos como refração, reflexão, difração e interferência, além de tópicos como o sistema auditivo humano, qualidades do som e instrumentos musicais. A série se destaca pela abordagem inclusiva, com foco na promoção da educação científica para todos. Os e-books apresentam os conceitos de forma clara e concisa, com linguagem acessível e recursos como imagens e ilustrações. Além disso, os materiais trazem exemplos práticos e experimentos que podem ser realizados em casa ou na escola. Sendo voltados para um público amplo, incluindo estudantes de física e áreas afins, professores de ciências, pessoas com deficiência auditiva ou visual e interessados em educação inclusiva e acessibilidade.Item A física e os sons que (não) estão à nossa volta: volume 3(CEAD, 2024) Gomes, Danila Ribeiro; Simão, Paulo Ricardo da Silva; Brandenburg, Mayara Romagnha; Oliveira, Lara Braga de; Costa, Ana Karine VieiraA física e os sons que (não) estão à nossa volta, busca tornar a física das ondas e do som acessível a todos, incluindo pessoas com deficiência visual e auditiva. Os materiais exploram conceitos como refração, reflexão, difração e interferência, além de tópicos como o sistema auditivo humano, qualidades do som e instrumentos musicais. A série se destaca pela abordagem inclusiva, com foco na promoção da educação científica para todos. Os e-books apresentam os conceitos de forma clara e concisa, com linguagem acessível e recursos como imagens e ilustrações. Além disso, os materiais trazem exemplos práticos e experimentos que podem ser realizados em casa ou na escola. Sendo voltados para um público amplo, incluindo estudantes de física e áreas afins, professores de ciências, pessoas com deficiência auditiva ou visual e interessados em educação inclusiva e acessibilidade.Item A lavadeira e outros contos(2018) Salim, Fabiano A.Item A mulher na gestão da propriedade rural(PEC - UFV, 2021) Rodrigues, Samilla Nunes Rezende; Rocha, Ana Caroline Teixeira; Almeida, Antonella Araujo de; Porto, Priscila Andrade; Albino, Pablo Murta BaiãoAs propriedades rurais representam, atualmente, parte da força produtiva que movimenta o agronegócio brasileiro, dando ao Brasil o reconhecimento que tem no cenário mundial no que diz respeito à produção agrícola, pecuária e agroindustrial. Segundo o United States Department of Agriculture (USDA), o Brasil se consolidou em 2021, como terceiro maior produtor de frangos de corte e quarto maior de suínos. Em relação a commodities como a soja, o Brasil é o líder mundial da produção do grão, atingindo o volume de aproximadamente 135 milhões de toneladas segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB). Sendo assim, nota-se a relevante participação dos produtos agrícolas na economia brasileira, tanto em grande quanto em pequena escala. O agronegócio contribui com uma parcela significativa - 26,6% em 2020- do produto interno bruto (PIB) brasileiro segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e mantém no meio rural as famílias que vivem da renda gerada pela propriedade (KRUGER; MAZZIONI; BOETTCHER, 2009). Nesses casos, volta-se a atenção para a agricultura familiar, onde pequenos proprietários investem tempo, dinheiro e conhecimento em atividades agrícolas e agropecuárias, visando o sustento familiar, bem-estar e fornecimento de alimentos para a comunidade. Se tratando da agricultura familiar, de acordo com o Censo Agropecuário 2016-2017 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ela tem importância significativa em produtos hortícolas e espécies frutíferas, como é o caso do morango, com participação na produção de 81,2% e uva para vinho e suco de 79,3%. Em relação a à produção da pecuária, os dados mostram que 31% do número de cabeças de bovinos, 45,5% das aves, 51,4% dos suínos, e 70,2% de caprinos pertencem à agricultura familiar. Além disso, este segmento foi responsável por 64,2% da produção de leite no período de referência do Censo (NETO et al., 2020). Para garantir a sua sustentabilidade, levando em consideração a alta competitividade do setor e as flutuações de preço que podem gerar instabilidade, os agricultores familiares têm como característica construir a sua força de trabalho a partir do conjunto de membros da família (SPANEVELLO; MATTE; BOSCARDIN, 2016), constituindo esta a mão de obra não remunerada diretamente, ou seja, os membros da família trabalham nas atividades e percebem seu ganho ao final do ciclo produtivo quando é apurado o lucro e ou prejuízo. Tendo em vista a importância da agricultura familiar na geração de renda e alimentos, vale ressaltar o papel das figuras que compõem grande parte desse cenário: as mulheres. O crescimento do meio rural está relacionado diretamente com maior envolvimento das mulheres nas atividades rurais das quais ainda são tradicionalmente excluídas (STADUTO, 2013). Os processos culturais presentes no meio rural brasileiro atribuem papéis distintos aos homens e às mulheres. Por muito tempo, as mulheres foram associadas a uma posição secundária nas propriedades rurais, sendo vistas como ajudantes dos maridos ou dos pais nas atividades agropecuárias e responsáveis pelas atividades domésticas de manutenção da família (SPANEVELLO; MATTE; BOSCARDIN, 2016). O mais usual, nas propriedades de agricultura familiar, é que o homem seja o responsável pela gestão financeira, planejamento, parte produtiva e tomada de decisão (BRUMER, 2004). Além disso, o papel desempenhado por elas no meio rural muitas vezes é ignorado, ou entendido como não essencial. Pesquisas revelam que 70% das atividades realizadas pelas mulheres no campo não são valorizadas (MARION, A. A; BONA A. A., 2016). Hernández (2009) retrata a divisão do trabalho entre homens e mulheres nas propriedades rurais familiares, ressaltando a invisibilidade da participação das mulheres no comando das propriedades. O papel central de comando é, em sua maioria, exclusividade masculina, enquanto as mulheres somente têm alguma autonomia quando determinada atividade produtiva não é central na geração de renda. Tais distinções de gênero em relação a liderança da propriedade são barreiras significativas para as mulheres, onde as responsabilidades das tarefas relacionadas ao lar são consideradas de menor importância, e as mulheres isentas de poder de decisão em relação aos seus estabelecimentos (GONÇALVES; ALMEIDA, 2021). Entretanto, a concepção sobre o papel da mulher vem sendo contestada, redirecionando para sua importância e seu papel no meio rural em distintas instâncias. Sua relevante participação nas atividades do grupo familiar e na sociedade a que pertence tem questionado a imagem de uma mulher rural apenas ajudante e coadjuvante. O setor agropecuário, assim como outros segmentos da sociedade, não foi capaz de resistir e ficar longe da determinação, foco e profissionalismo das mulheres (WOMMER; CASSOL, 2014). Não resta dúvida de que a participação da mulher é fundamental dentro da estrutura familiar e para o desenvolvimento das propriedades, sendo assim é importante impulsionar a formação das mulheres para que elas assumam o gerenciamento das propriedades rurais criando uma jornada de desenvolvimento, reconhecendo as capacidades femininas, criando espaços para que elas possam expressar suas ideias, conhecimentos e se fazerem presentes.Item ACERVO - Curso Agricultura Digital - ENG501 - Aula01(2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a DistânciaItem ACERVO - Curso Agricultura Digital - ENG506 - Aula01(2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a DistânciaItem ACERVO - Curso Agricultura Digital - ENG506 - Aula03(2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a DistânciaItem ACERVO - Curso CONFIPAR - Módulo 01 Aula 02(CEAD, 2025-12-23)Item ACERVO - Curso CONFIPAR - Módulo 01 Aula 05(CEAD, 2025-12-23)Item ACERVO - Curso Fitoterapia Baseada em Evidências - Unidade 02(CEAD, 2025-12-23)Item ACERVO - Curso Fitoterapia Baseada em Evidências - Unidade 05(CEAD, 2025-12-23)Item ACERVO - Curso Nutrição Vegetariana - NUT512 UNIDADE03 - Aula01(2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a DistânciaItem ACERVO - Curso Nutrição Vegetariana - NUT512 UNIDADE04 - Aula01(2025-12-11) Coordenadoria de Educação Aberta e a DistânciaItem ACERVO - Disciplina QUI112 - Aula01(CEAD, 0025-12-23)Item ACERVO - Disciplina QUI112 - Aula04 Parte01(CEAD, 2025-12-23)Item ACERVO - Disciplina QUI112 - Aula07 Parte 01(CEAD, 2025-12-23)Item ACERVO - Disciplina QUI112 - Aula07 Parte 04(CEAD, 2025-12-23)Item ACERVO: curso Confipar: módulo 01, aula 08(CEAD, 2025-12-23)Item Aditivos alimentares alternativos para bovinos(PEC - UFV, 2021) Sampaio, Cláudia Batista; Araújo, Fabiana Lana de; Xavier, José Vinícius ValadaresO Brasil se destaca mundialmente na produção pecuária, seja na produção de leite e derivados ou na produção de carne. Estes sistemas de produção geram emprego e renda, exercendo papel importante no fortalecimento da economia do país em razão do grande número de elos envolvidos no processo produtivo, como produção de insumos, prestação de serviços, transporte, indústria, etc. Sendo assim, todos os fatores ligados à eficiência do sistema de produção são importantes e têm impacto direto na produtividade, como a nutrição, manejo, sanidade e gestão. Dentre estes fatores, a eficiência nutricional está diretamente relacionada ao desempenho dos rebanhos para atingir a produtividade esperada. Considerando manejo nutricional com foco em melhoria de desempenho animal, devemos entender que todo plano nutricional deve ser capaz de fornecer proteína, energia, minerais e vitaminas para atender as exigências dos animais, considerando estratégias para redução de ciclo produtivo e ganhos em produtividade. Dentre estas estratégias, estão: uso da suplementação nutricional estratégica, alimentos alternativos, altos níveis de energia e proteína, e uso de aditivos alimentares com foco na melhoria da eficiência nutricional. Os bovinos são animais ruminantes que utilizam os alimentos volumosos (forragens da pastagem - ou silagem - e grãos) a fim de extrair energia e proteína para seu crescimento através da fermentação desses alimentos no rúmen, contando com a ação de microrganismos ali presentes. Isso se deve ao desenvolvimento de características anatômicas e à relação de simbiose estabelecida entre o animal hospedeiro e as diversas espécies de microrganismos existentes, desenvolvidas pelos ruminantes ao longo de sua evolução, o que conferiu a estes animais a capacidade de converter, com eficiência, material vegetal em carne e leite. Estas características são consideradas o principal fator responsável pelo sucesso evolutivo destas espécies: a capacidade de digerir e utilizar o constituinte fibroso dos alimentos e dos compostos ricos em nitrogênio, como é o caso das proteínas e ureia, como principal fonte de energia, através do desenvolvimento do processo de fermentação nos compartimentos iniciais do estômago. Mas para que o processo fermentativo ocorra de forma eficiente e resulte no aumento da produção de leite e/ ou do ganho de peso dos animais, é necessário garantir a manutenção das condições ruminais adequadas para que a população microbiana permaneça ativa. Tais condições de ambiência ruminal podem ser afetadas pela dieta, devido a alterações causadas no metabolismo ruminal. A dieta é um dos fatores que influenciam diretamente o número e a proporção relativa das diferentes espécies de microrganismos no rúmen e a manipulação da fermentação ruminal. Esta manipulação teria como objetivo melhorar os processos benéficos, além de minimizar, deletar ou alterar processos ineficientes e prejudiciais ao animal hospedeiro.
