Educação Física

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    Treinamento resistido com volante inercial e função física em mulheres idosas
    (Universidade Federal de Viçosa, 2024-08-09) Agostinho, Pablo Augusto Garcia; Moreira, Osvaldo Costa; http://lattes.cnpq.br/3692499802593913
    O treinamento resistido é utilizado para retardar ou amenizar os efeitos deletérios do envelhecimento, processo natural caracterizado por uma perda progressiva das funções fisiológicas e neuromusculares. O método de treinamento resistido com volante inercial tem ganhado notoriedade por seus resultados benéficos em adultos. No entanto, as evidências sobre os efeitos do treinamento inercial em idosos é limitada. Sendo assim, o objetivo dessa dissertação é elucidar os efeitos do treinamento resistido com volante inercial sobre a funcionalidade em mulheres idosas. A dissertação foi dividida em dois capítulos: (1) revisão narrativa, na qual objetivou descrever as possibilidades e limitações do treinamento de força excêntrica para as pessoas idosas e; (2) ensaio randomizado controlado, que avaliou o efeito do treinamento resistido (tradicional versus volantes inerciais) sobre a funcionalidade e as manifestações de força em idosas. O Capítulo I não utilizou métodos de busca específico para a construção da revisão, apenas estudos que tratavam do tema da pesquisa, encontrando que em comparação com as ações isométricas e concêntricas, as ações excêntricas são caracterizadas por gerar níveis mais alto de força com menor ativação muscular, custo metabólico e percepção subjetiva de esforço, recrutamento preferencial de fibras de contração rápida (tipo IIx), maior efeito hipertrófico, da educação cruzada e atividade cortical, e podem induzir dor muscular de início tardio. O Capítulo II analisou sobre os efeitos do treinamento resistido na funcionalidade, manifestações de força, percepção do risco de quedas, composição corporal e saúde óssea. Os resultados mostraram que apenas a funcionalidade e as manifestações de força apresentaram melhora intragrupo pós-intervenção. No Capítulo I conclui-se que o treinamento resistido com volante inercial parece ser eficaz e adequado para manter a função física e reduzir o número de quedas em idosos. No entanto, os aparelhos desenvolvidos para esse tipo de treinamento ainda não parecem completamente adaptados e acessíveis aos idosos, o que podem se constituir em limitações para o uso deste treinamento em idosos. No Capítulo II pode-se concluir que ambos os tipos de treinamento (tradicional e com volante inercial) em 16 sessões parece ter o potencial de melhorar a funcionalidade e as manifestações de força em mulheres idosas, sem diferença entre eles. Palavras-chave: Ação excêntrica. Envelhecimento. Força muscular. Funcionalidade. Idosas. Treinamento de força.
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    Influência do exercício físico e do nível de atividade física na saúde física e mental de mulheres idosas
    (Universidade Federal de Viçosa, 2021-09-29) Encarnação, Samuel Gonçalves Almeida da; Carneiro Júnior, Miguel Araújo; http://lattes.cnpq.br/6985936279113162
    Nessa dissertação são apresentados resultados de três artigos: uma revisão bibliográfica (1) e dois estudos experimentais (2 e 3). Os objetivos desses artigos foram: (1) revisar a importância do exercício físico para idosos durante a pandemia da doença infecciosa causada pelo coronavírus (COVID-19), (2) comparar a prática de exercício físico multicomponente com a atividade física autosselecionada sobre indicadores de saúde física e mental de mulheres idosas, e (3) verificar a associação do nível de atividade física e variáveis sociodemográficas com o risco de doença mental (RDM) de idosas durante a pandemia da COVID-19. A metodologia adotada foi: (1) Uma breve revisão narrativa foi feita nas bases de dados PubMed (Medline) e biblioteca Cochrane, usando a combinação dos seguintes operadores booleanos: população: idosos; intervenção: treinamento aeróbio, treinamento de força, e treinamento intervalado de alta intensidade; desfechos: saúde física, saúde mental, força muscular, aptidão física, desempenho físico funcional. (2) Para a comparação da prática de exercício físico multicomponente e atividade física autosselecionada avaliou-se a velocidade de deslocamento, a potência de membros inferiores, a capacidade funcional, a composição corporal, o perfil bioquímico, o nível de atividade física (NAF), o comportamento sedentário, a qualidade de vida e o RDM de mulheres idosas participantes de projetos de extensão de atividade física. (3) Para verificar a associação do NAF e variáveis sociodemográficas com o RDM de idosas durante a pandemia da COVID-19, foi avaliado o NAF em cinco momentos, sendo fevereiro de 2020 (antes da pandemia), maio, agosto, novembro de 2020 e fevereiro de 2021 (durante a pandemia). O RDM foi avaliado em três momentos, sendo em fevereiro (antes da pandemia), maio e agosto de 2020 e fevereiro de 2021 (durante a pandemia). Também foi obtido o nível de escolaridade (NE) das idosas. Os resultados encontrados mostraram: (1) Na revisão narrativa, discutimos os possíveis efeitos do distanciamento social na saúde dos idosos e descrevemos diferentes estratégias de exercícios físicos a serem realizadas durante a pandemia da COVID-19. Concluiu-se que o treinamento aeróbio, o de força e o intervalado de alta intensidade são eficazes para melhorar as funções imunológicas, autonomia, independência funcional e saúde mental em idosos durante a pandemia de COVID-19. Além disso, os programas de exercícios físicos devem ser planejados, adaptados e controlados com base nas capacidades individuais dos idosos e orientados remotamente por profissionais treinados na prescrição de exercícios físicos. É necessário que os idosos sejam continuamente informados, protegidos e orientados sobre os benefícios e a importância da prática de exercícios físicos durante o distanciamento social causado pela pandemia da COVID-19. (2) A prática de atividade física autosselecionada melhorou indicadores de saúde física e mental de idosas. Todavia, os benefícios obtidos por meio do exercício multicomponente provocaram maiores ganhos em indicadores como velocidade de marcha, capacidade funcional (capacidade aeróbia, agilidade e equilíbrio dinâmico e flexibilidade de membros superiores e inferiores) e marcadores bioquímicos (glicemia de jejum, hemoglobina glicada e creatinina). (3) Durante o distanciamento social causado pela pandemia do COVID-19 foi observado um aumento na incidência do número de idosas com RDM, e esse aumento teve uma associação inversa de magnitude moderada com o NAF durante a pandemia. Além disso, o estudo mostrou uma associação inversa e moderada do NAF e NE com o RDM, mostrando que quanto menor o NAF e NE, maior o RDM. Palavras-chave: COVID-19. Envelhecimento. Exercício Físico. Qualidade de Vida. Saúde Mental. Pandemia.
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    Análise cinemática da mecânica respiratória: efeitos da atividade física e idade
    (Universidade Federal de Viçosa, 2019-07-17) Rodrigues, Isabella Martins; Pereira, Eveline Torres; http://lattes.cnpq.br/7967693005855826
    O envelhecimento pode causar diversas alterações fisiológicas e estruturais nos sistemas do corpo humano. O sistema respiratório sofre alterações como diminuição da capacidade respiratória, complacência pulmonar e torácica, calcificação das cartilagens costais e diminuição da força muscular. Entretanto, as alterações mecânicas causadas pelo envelhecimento ainda são pouco descritas pela literatura. Nesse contexto, o objetivo geral da dissertação foi descrever os padrões de movimentação toracoabdominal durante a respiração de mulheres fisicamente ativas através da análise cinemática tridimensional, além de avaliar os efeitos do envelhecimento e de um treinamento físico. Para analisar os movimentos respiratórios, foram utilizadas as manobras de volume corrente e capacidade vital. As coordenadas tridimensionais dos 32 marcadores retro-reflexivos posicionados no tronco foram adquiridas por câmeras optoeletrônicas, e posteriormente utilizadas para estimar o volume do tórax superior, tórax inferior e abdômen, para cálculo subsequente das variáveis para a definição do padrão respiratório. No primeiro estudo, o objetivo foi investigar os efeitos do envelhecimento e caracterizar o padrão e a coordenação dos movimentos respiratórios dos compartimentos toracoabdominais. Setenta e três mulheres fisicamente ativas foram divididas em três grupos: jovens, meia idade e idosas, com idade entre 19 e 80 anos. O percentual de contribuição inspiratório e o coeficiente de correlação foram calculados com o objetivo de analisar o padrão e a coordenação de movimento toracoabdominal durante a respiração, respectivamente. Os resultados mostraram que o envelhecimento causa uma mudança no padrão de movimento em ambas as manobras, que inicia com uma respiração torácica superior, passa por uma fase de transição com o aumento da contribuição do tórax inferior e chega a uma maior contribuição abdominal com o aumento da idade. Além disso, a diminuição da coordenação de movimento foi observada com o envelhecimento, apesar das participantes não apresentarem assincronia de movimento. No segundo estudo, o objetivo foiavaliar os efeitos de 12 semanas de um treinamento físico multicomponente no padrão e na coordenação dos movimentos toracoabdominais respiratórios de mulheres fisicamente ativas acima de 40 anos. Trinta e duas mulheres foram divididas em 2 grupos: meia idade e idosas. O treinamento físico multicomponente foi aplicado durante 12 semanas, sendo dividido em 3 sessões semanais com duração de 50 minutos. A variação de volume total inspiratório, o percentual de contribuição inspiratório e o coeficiente de correlação foram calculados com o objetivo de analisar o padrão e a coordenação de movimento durante a respiração pré e pós-treinamento. Os resultados sugerem que 12 semanas de treinamento físico multicomponente podem causar efeitos como o aumento do percentual de contribuição inspiratório do tórax inferior, sendo mais enfatizado na capacidade vital. Além disso, foi observada uma diminuição do percentual de contribuição inspiratório do abdômen, que pode estar relacionada com um aumento da contração abdominal durante uma inspiração forçada, podendo diminuir a mobilização de ar. Todas as participantes apresentaram movimentos respiratórios coordenados, com ênfase na coordenação entre os compartimentos torácicos. Em conclusão, essa dissertação sugere que existe uma mudança no padrão respiratório e uma diminuição da coordenação de movimento, que podem ser reflexos mecânicos das alterações fisiológicas e estruturais do envelhecimento. Além disso, apesar de não ser um treinamento especificamente respiratório, o treinamento físico multicomponente pode proporcionar alterações positivas, como o aumento da contribuição do tórax inferior e, consequentemente, da ação do diafragma. Palavras-chave: Padrão respiratório. Cinemática. Envelhecimento.
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    Efeitos de 12 semanas de treinamento multicomponente sobre a saúde de idosas
    (Universidade Federal de Viçosa, 2018-07-06) Caldas, Lucas Rogério dos Reis; Albuquerque, Maicon Rodrigues; http://lattes.cnpq.br/5397855021568729
    O objetivo do estudo foi verificar os efeitos de 12 semanas de um treinamento multicomponente (TMC) sobre parâmetros da saúde de idosas. Participaram do estudo 41 idosas (67,4 ± 6,1 anos). Avaliou-se o perfil antropométrico e de composição corporal, capacidade funcional, perfil bioquímico, nível de atividade física e comportamento sedentário. Utilizou-se teste t pareado (distribuição normal), Wilcoxon (distribuição não normal) e Mc Nemar (variáveis categóricas) para comparar os parâmetros antes e após a intervenção. Calculou-se o tamanho do efeito e a diferença mínima detectável, adotando-se α = 0,05. Os resultados mostraram manutenção da composição corporal. Observou-se melhora da capacidade aeróbia (pré: 573,5 ± 68,0 metros vs pós: 603,2 ± 58,8 metros, p<0,01), força de membros superiores (Pré: 17,8 ± 3,3 repetições vs pós: 22,4 ± 3,5 repetições, p<0,01) e inferiores (pré: 14,5 ± 2,7 repetições vs pós: 17,7 ± 2,6 repetições, p<0,01), com tamanho do efeito grande. Houve aumento de HDL (pré: 46,2 ± 10,8 mg/dL vs pós: 55,5 ± 11,4 mg/dL, p<0,01) e redução de LDL (pré: 120,2 mg/dL ± 33,4 vs pós: 105,0 ± 28,0 mg/dL, p<0,01) p<0,01, com tamanho do efeito grande, bem como redução de triglicerídeos (pré: 132,8 ± 54,6 mg/dL vs pós: 124,8 ± 54,7 mg/dL, p=0,05), com tamanho do efeito pequeno. Observou-se redução na glicemia de jejum (pré: 101,4 ± 13,4 mg/dL vs pós: 91,9 ± 10,3 mg/dL, p<0,01), com tamanho do efeito grande, redução de ureia (pré: 38,3 ± 12,5 mg/dL vs pós: 34,4 ± 9,9 mg/dL, p=0,01), com tamanho do efeito médio, redução de creatinina (pré: 1,018 ± 0,148 mg/dL vs pós: 0,865 ± 0,110 mg/dL, p<0,01) e albumina (pré: 4,5 ± 0,2 g/dL vs pós: 4,4 ± 0,2 g/dL, p<0,01), com tamanho do efeito grande. Observou-se aumento no nível de atividade física e redução do comportamento sedentário. Concluiu-se que o TMC proporcionou melhora na capacidade funcional, perfil lipídico e glicêmico, aumento no nível de atividade física e redução no comportamento sedentário de idosas.