Educação Física

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    A influência do ciclo menstrual na composição corporal de mulheres adultas jovens
    (Universidade Federal de Viçosa, 2025-07-31) Rufino, Thalia Miranda; Oliveira, Claudia Eliza Patrocinio de; http://lattes.cnpq.br/6395490526251784
    A complexidade do ciclo menstrual (CM), processo fisiológico feminino com duração média de 28 dias e dividido em fase folicular, ovulação e fase lútea, é influenciada por interações hormonais de progesterona, estrogênio, hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo estimulante (FSH). Estudos recentes aprofundam as variações individuais do CM e sua influência em aspectos da saúde feminina, como humor, força, temperatura corporal e composição corporal (CC). Apesar da relevância, a ciência tem negligenciado as diferenças sexuais, utilizando a fisiologia masculina como padrão, inclusive na pesquisa esportiva, o que limita a compreensão das particularidades femininas e a eficácia de intervenções. As mulheres respondem de forma distinta ao exercício, influenciadas por alterações moleculares, menarca, CM, uso de contraceptivos hormonais e menopausa. As flutuações hormonais do CM, em particular de estrogênio e progesterona, podem impactar a retenção de líquidos, distribuição de gordura e massa muscular, afetando o desempenho físico, autoestima e saúde metabólica. Diante dessas lacunas, esta dissertação apresenta dois artigos: uma revisão sistemática sobre a influência do CM na CC que tem como objetivo, revisar a literatura avaliando o que há sobre a influência do CM na CC, avaliando a qualidade metodológica e descrever os achados e suas contribuições; e um artigo original que analisa as alterações hormonais do ciclo como fator que pode interferir na CC de mulheres adultas jovens. Palavras-chave: mulher; ciclo menstrual; hormônios sexuais.
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    Preditores individuais e indicadores de saúde em adolescentes de Viçosa - MG: um estudo observacional e uma proposta de programa virtual de exercícios físicos
    (Universidade Federal de Viçosa, 2023-03-31) Regazi, Matheus Duarte; Santos, Fernanda Karina dos; http://lattes.cnpq.br/2378813086990835
    O objetivo geral dessa dissertação foi associar preditores individuais — sexo, atividade física (AF), tempo de tela (TT), qualidade de sono (QS) e sintomas de estresse (SE), com indicadores de saúde — composição corporal (CC), pressão arterial (PA) e aptidão cardiorrespiratória (ApCr), assim como verificar os efeitos de um programa virtual de exercícios físicos (EF's) sobre esses indicadores de saúde e hábitos alimentares (HA). Trata-se de uma investigação que contempla um estudo observacional e outro experimental, realizada com adolescentes de ambos os sexos, entre 15 e 19 anos, regularmente matriculados no Ensino Médio de duas escolas públicas de Viçosa-MG. A amostra do estudo observacional foi composta por 308 adolescentes, enquanto o delineamento experimental foi composto por 20 adolescentes, divididos igualmente em dois grupos — controle (GC) e exercício físico (GEF). Foi realizada a aplicação de questionários para obtenção das informações sociodemográficas, de atividade física moderada- vigorosa (AFMV), TT, HA, QS e SE. Por meio de procedimentos antropométricos, avaliou-se a CC, ao considerar o índice de massa corporal (IMC) e a relação cintura-estatura (RCE). A PA foi aferida por um aparelho digital automático e a ApCr foi estimada pela aplicação de um teste de banco. No estudo experimental, as sessões de EF’s prescritas ocorreram 3 vezes por semana, ao longo de oito semanas, em intensidade moderada. Antes e após o experimento, foram coletadas informações sobre IMC, RCE, ApCr, PA e HA para comparação intragrupos. Os resultados da primeira fase, indicaram que os indivíduos do grupo “TT P50”. Quanto a PA, as meninas apresentaram 5,55 vezes mais chances de terem valores “normais de PA” quando comparadas aos meninos. Já para ApCr, os meninos expressaram 5,92 vezes mais chances de apresentarem “ApCr >P50” quando comparadas às meninas, enquanto que indivíduos do grupo “AFMV >P50” obtiveram 1,69 vezes mais chances de apresentarem “ApCr >P50” quando comparados aos adolescentes do grupo “AFMV
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    Relação da temperatura da pele medida por termografia infravermelha com a gordura corporal e índice de massa corporal em adolescentes do sexo masculino
    (Universidade Federal de Viçosa, 2022-11-04) Reis, Hamilton Henrique Teixeira; Marins, João Carlos Bouzas; http://lattes.cnpq.br/8976181710432364
    A Termografia Infravermelha (TI) é uma tecnologia que vem sendo altamente utilizada por profissionais do corpo clínico como ferramenta auxiliar no diagnóstico de doenças e na prevenção e reabilitação de lesões através da análise da temperatura da pele (T P ). Entretanto, para que o processo de análise de uma imagem térmica seja realizado com a maior precisão e qualidade, alguns fatores precisam ser levados em consideração, como o percentual de gordura (%G) e o índice de massa corporal (IMC). Poucos estudos foram encontrados sobre essa temática, sendo realizados somente com adultos. Visando contribuir com uma melhora no processo de avaliação e ação profissional, esta tese tem por objetivo avaliar o impacto do %G e do IMC na T P de adolescentes do sexo masculino e propor tabelas de normalidade térmica para avaliações termográficas. Para atender esse objetivo a tese foi estruturada em quatro artigos: o primeiro, uma revisão narrativa, apresenta as bases fisiológicas da influência do tecido adiposo e de medidas antropométricas nos valores da T P e seu impacto na avaliação da TI. O segundo, terceiro e quarto são experimentais e avaliam a influência do IMC e do %G na T P . Para todas as análises foi utilizado o termovisor FLIR ® T420, ajustado de acordo com recomendações específicas para a coleta. Para avaliação dos termogramas foi utilizado o software ThermoHuman®, permitindo a análise de sete Regiões Corporais de Interesse (RCI): T P Global e T P média nas visões anterior e posterior do tronco, braços e membros inferiores. O segundo artigo, preliminar, avaliou um indivíduo para cada faixa de classificação de IMC proposta pela Organização Mundial de Saúde, compondo um total de 4 avaliados, todos com 16 anos e demonstrando que há uma redução progressiva nos valores da T P conforme os valores de IMC aumentam. No terceiro, foram avaliados 100 adolescentes (16,83±1,08 anos, 66,51±13,35 kg, 175,25±0,76cm), divididos em baixo peso (n=33), peso normal (n=34) e sobrepeso (n=33). A estatística ANOVA One-Way, com post hoc de Bonferroni, demonstrou que existem diferenças na T P em todas as RCI (p≤0,01) em função do IMC, correlacionando de maneira negativa (p<0,05), com ênfase para as regiões anterior (r= -0,68, p≤0,001) e posterior (r= -0,64, p≤0,001) do tronco. No quarto artigo os avaliados foram divididos em 2 grupos: 50 com obesidade (16,64±0,13 anos, 78,93±1,43kg e 175,54±1,06cm) e 50 sem obesidade (16,78±0,15 anos, 56,48±1,20kg e 174,96±1,10cm) conforme classificação de Williams et al. (1992), sendo os valores de %G estimados por avaliação com a Dual Energy X-Ray Absorptiometry. O teste T de Student demonstrou que indivíduos com obesidade tem menores valores de T P (p<0,05) e uma correlação negativa (p<0,01) para todas as RCI, com destaque para as regiões anterior e posterior de tronco, 1,28°C (p≤0,001) e 1,18°C (p≤0,001) mais baixas em indivíduos com obesidade, respectivamente. Foram elaboradas tabelas normativas, utilizando diferentes faixas de percentis para classificar o estado da T P para cada RCI de acordo com o IMC e %G. É possível concluir que o %G e o IMC influenciam nos valores da T P na população de adolescentes do sexo masculino. Palavras-chave: Termografia infravermelha. Composição corporal. Tecido adiposo. Índice de massa corporal. Adolescentes.
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    Treinamento de força e seus efeitos sobre as manifestações de força, os indicadores antropométricos e a qualidade de vida de indivíduos com lesão medular espinhal
    (Universidade Federal de Viçosa, 2021-10-08) Santos, Lucas Vieira; Moreira, Osvaldo Costa; http://lattes.cnpq.br/8954895132959153
    A Lesão Medular Espinhal (LME) é uma condição incapacitante com consequências fisiológicas, emocionais e econômicas para a vida dos indivíduos acometidos por essa lesão. A LME impõe complicações sensoriais e motoras, sexuais e digestivas, atrofia muscular e o aparecimento de reflexos não fisiológicos. Também provoca desordens psicológicas e impactos negativos na Qualidade de Vida (QV). O exercício físico potencializa a autonomia nas atividades da vida diária de pessoas com LME, prevenindo complicações secundárias e proporcionando um estilo de vida ativo. Entre os tipos de exercício, o Treinamento de Força (TF) mostra-se eficiente no aumento da força muscular e melhora os parâmetros antropométricos, os níveis de funcionalidade e a QV de idosos, adultos saudáveis e pessoas com outras desordens neurológicas. Contudo, o TF quando aplicado em indivíduos com LME geralmente é associado a técnicas complementares, como a eletroestimulação, e isso prejudica o melhor entendimento dos efeitos desse treinamento nessa população. Assim, nesta Dissertação o objetivo foi elucidar os efeitos do TF realizado exclusivamente – sem associação com outras técnicas – sobre as manifestações da força muscular, os indicadores antropométricos, os sintomas de ansiedade, a depressão e a QV de pessoas com LME. Foram executadas duas revisões sistemáticas, uma delas com meta-análise, visando aos seguintes objetivos: (1) Elucidar os efeitos do TF realizado exclusivamente (considerando cada manifestação da força muscular) em indivíduos com LME; e (2) Analisar os efeitos do TF, sem a associação com outras técnicas, sobre os aspectos relacionados a indicadores antropométricos, dor, estresse, depressão, funcionalidade e QV de pessoas com LME. Esses dois estudos foram realizados seguindo as diretrizes dos Itens de Relatório Preferidos para Revisão Sistemática e Meta-Análises (PRISMA), com o uso das frases (("Spinal Cord Injury") AND ("Resistance Training") OR ("Strength Training")) no título e no resumo. Não foi estabelecida uma data de corte para a inclusão dos artigos. Esses estudos deveriam ser publicados em inglês e os participantes ter idade superior a 18 anos e realizar os exercícios de forma autônoma, assim como os protocolos de treinamento deveriam durar, no mínimo, seis semanas. No Capítulo 1, investigaram-se o TF e seus efeitos sobre as manifestações de força de pessoas com LME, em que foi encontrado um efeito geral de Z = 4,79 (p < 0,00001), evidenciando-se a eficiência do TF em aumentar a força muscular de pessoas com LME. No Capítulo 2, analisou-se o objeto de estudo sobre os efeitos do TF nos aspectos relacionados a indicadores antropométricos, dor, estresse, depressão, funcionalidade e QV de pessoas com LME. Os resultados apontaram incrementos na massa livre de gordura e índice de massa corporal, redução da gordura corporal, dor, sintomas de depressão, estresse e aumento da funcionalidade, autopercepção e QV. Conclui-se que o TF é uma modalidade eficiente para o incremento das manifestações da força muscular em pessoas com LME e, além disso, constitui importante alternativa para a melhoria dos indicadores antropométricos, de sintomas de ansiedade, depressão e QV dessa população. Palavras-chave: Treinamento de Força. Lesão Medular. Qualidade de Vida. Ansiedade. Depressão. Composição Corporal.