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A memória coletiva como instauradora do processo identitário em Um Rio chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra, de Mia Couto

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dc.contributor.advisor Roani, Gerson Luiz
dc.creator Andrade, Regina Costa Nunes
dc.date.accessioned 2017-09-06T18:52:08Z
dc.date.available 2017-09-06T18:52:08Z
dc.date.issued 2017-04-03
dc.identifier.citation NUNES, Regina Costa Nunes. A memória coletiva como instauradora do processo identitário em Um Rio chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra, de Mia Couto. 2017. 98 f. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa. 2017. pt-BR
dc.identifier.uri http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/11705
dc.description.abstract Este trabalho propõe discutir o processo de formação identitária de Marianinho, narrador-protagonista de Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, do escritor moçambicano Mia couto, por meio da constituição da memória e sua busca pela rememoração do passado dos moradores da Ilha de Luar-do-Chão. Para isso, tem-se como base os estudos sobre a construção identitária realizados por Homi Bhabha, Stuart Hall, Zygmunt Bauman e Mircea Eliade, aliados à observação sobre o processo de formação da memória coletiva, a rememoração e o esquecimento, conceituados por Maurice Halbwachs, Paul Ricoeur, Jaques Le Goff e Peter Burke, dialogando com a Literatura e a inserção de elementos sociais, dos quais depreendemos os caminhos pelos quais perpassam a formação da identidade e da Literatura de uma nação, trazendo as abordagens de Kwame A. Appiah, Eduard W. Said, Antonie Compagnon, Nicolau Sevcenko e Antonio Candido. Dessa maneira, é exposto no primeiro capítulo teorias sobre o processo de formação identitária diante do pós-colonialismo e da relevância da constituição da memória coletiva para a formação do sujeito. No segundo capítulo, elencou-se os percursos históricos perpassados em Moçambique, a partir do imperialismo europeu no continente africano; as reflexões do narrador-protagonista, seu ponto de vista e sentimentos diante das (re)descobertas que realiza, reiterando que compreender aspectos da colonização portuguesa em Moçambique e os movimentos em prol da independência faz-se salutar para a análise do romance. No último capítulo, investigou-se as características das personagens a partir da fluidez do enredo, juntamente com a representatividade literária de Luar-do-Chão e o caminho de Marianinho, para a constituição da memória familiar e de sua identidade Malilane/Mariano, uma vez que a ausência de um passado abre o leque de possibilidades instáveis, pois para trilhar um futuro é necessário saber de onde se vem para a formação de uma identidade nacional e unidade familiar. pt-BR
dc.description.abstract This Works aims to discuss the Marianinho’s identity formation process, narrator- protagonist in A river called time, by Mozambican writer Mia Couto, through of memory constitution and your seek for remembrance of the past of island residents. For this, it is based on the studies on the identity construction carried out by Homi Bhabha, Stuart Hall, Zygmunt Bauman and Mircea Eliade, relation to observation about the colletive memory formation process, the remembrance and forgetfulness, conceptualized by Maurice Halbwachs, Paul Ricoeur, Jaques Le Goff and Peter Burke. dialoguing with Literature and the social elements insertion, From which deducing the ways through which transpose the identity formation and the Literature of a nation, bringing approaches of Kwame A. Appiah, Eduard W. Said, Antonie Compagnon, Nicolau Sevcenko and Antonio Candido In this way, the first chapter exposes theories about the process of identity formation. in the face of post colonialism and the relevance of the collective memory constitution for subject formation. In the second chapter listed the historical course elapsed in Mozambique, from the European imperialism on African continent; the narrator-protagonist reflections, his point of view and feelings in face the rediscoveries that he performs, because of that it has reiterated understanding about Portuguese colonization aspects in Mozambique and the movements for independence, still it had been salutary for romance analysis. In the last chapter, the characters features were investigated by the fluidity of the plot, along with literary representation of Moon- of-Ground and the way of Marianinho to Family memory constitution and his identity Maliliane / Mariano, because the past absence open up a range of unstable possibilities, furthermore, to tread a future is necessary to know where someone comes, from to formations national identity and Family unity. en
dc.language.iso por pt-BR
dc.publisher Universidade Federal de Viçosa pt-BR
dc.rights Acesso Aberto pt-BR
dc.subject Memória pt-BR
dc.subject Identidade pt-BR
dc.subject Literatura pt-BR
dc.subject Moçambique pt-BR
dc.title A memória coletiva como instauradora do processo identitário em Um Rio chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra, de Mia Couto pt-BR
dc.title The collective memory as the initiator of the identity process in A River Called Time, of Mia Couto en
dc.type Dissertação pt-BR
dc.subject.cnpq Letras pt-BR
dc.creator.lattes http://lattes.cnpq.br/5393309432476103 pt-BR
dc.degree.grantor Universidade Federal de Viçosa pt-BR
dc.degree.department Departamento de Letras pt-BR
dc.degree.program Mestre em Letras pt-BR
dc.degree.local Viçosa - MG pt-BR
dc.degree.date 2017-04-03
dc.degree.level Mestrado pt-BR


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  • Letras [124]
    Teses e dissertações defendidas no Programa de Pós-Graduação em Letras

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